terça-feira, 31 de março de 2015

BELDROEGA (Portulaca oleracea) aumenta a secreção do leite

BELDROEGA (Portulaca oleracea) aumenta a secreção do leite

159 BELDROEGA (Portulaca oleracea)
Família: Portulacáceas.
Sinonímia: Beldroega-verdadeira, beldroega-pequena, portulaca, caaponga.
ora-pro-nobis.
Características: Erva carnuda, de 10 a 30 cm de comprimento, rasteira, ramosa.
Folhas sésseis, obovais, carnudas, agrupadas na extremidade dos ramos.
Flores miúdas, terminais, solitárias ou aglomeradas, hermafroditas.
A beldroega é bem parecida com a flor chamada onze-horas, com a principal diferença de que a flor da beldroega é miudinha, insignificante, ao passo que a da onze-horas é relativamente grande, de várias cores, e algo semelhante ao cravo, porém menor.
Habitat: Em terrenos cultivados.
Valor terapêutico: É boa planta para saladas e ensopados.
A beldroega é um remédio eficaz nas afecções do fígado, bexiga e rins.
Dá bom resultado contra o escorbuto.
O cozimento desse vegetal é diurético e aumenta a secreção do leite.
O suco cura inflamações dos olhos.
As sementes são diuréticas e emenagogas, e combatem os vermes intestinais.
Os talos e folhas machucados, aplicados sobre queimaduras, aliviam a dor.
Aplicados sobre feridas, facilitam a cicatrização.
Partes usadas: Folhas com talos e sementes.
Dose: Suco, uma colher das de sopa de hora em hora.
Chá, 50 a 100 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.




segunda-feira, 30 de março de 2015

BEIJO-DE-MOÇA (Cosmos bipinatus) contra a icterícia

BEIJO-DE-MOÇA (Cosmos bipinatus) contra a icterícia

158 BEIJO-DE-MOÇA (Cosmos bipinatus)
Família: Compostas.
Características: Planta herbácea.
Folhas em palmas.
Flores amarelas, terminais.
Fruto piriforme, preto.
Habitat: Planta cultivada nos jardins.
Valor terapêutico: O infuso é usado contra a icterícia.
(Icterícia: Coloração amarelada da pele, das mucosas, dos olhos,
provocada pelo aparecimento excessivo de pigmentos biliares, que contém bílis.)


domingo, 29 de março de 2015

BEGÔNIA-FOLHA-DE-CASTANHEIRO (Begônia íuxurians)

BEGÔNIA-FOLHA-DE-CASTANHEIRO (Begônia íuxurians)

157 BEGÔNIA-FOLHA-DE-CASTANHEIRO (Begônia íuxurians)
Família: Begoniáceas.
Característica: Planta herbácea.
Habitat: É comum no Estado do Rio.
Valor terapêutico: Nos casos de febres inflamatórias.
empregam-se as folhas em limonadas.



sábado, 28 de março de 2015

BEGÔNIA (Begônia salicifolia) vias urinárias

BEGÔNIA (Begônia salicifolia) vias urinárias

156 BEGÔNIA (Begônia salicifolia)
Família: Begoniáceas.
Sinonímia: Coração-de-estudante, Begônia-de-folha estreita.
Características: As begônias são plantas notáveis pelas folhas grandes.
variadas de forma e de coloração, e pelos belos cachos de flores brancas ou róseas.
Valor terapêutico:
Usa-se o chá da planta para as afecções das vias urinárias
(cistite, uretrite, etc.).
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



sexta-feira, 27 de março de 2015

BAUNILHA (Vanilla aromatica) contra as afecções nervosas

BAUNILHA (Vanilla aromatica) contra as afecções nervosas

155 BAUNILHA (Vanilla aromatica, Vanilla claviculata, Vanilla sativa, Vanilla planifolia, Myrobroma fragrans, Vanilla sylvestris, Vanilla viridiflora, Epidendrum vanilla)
Família: Orquidáceas.
Características: Subarbusto sarmentoso.
Folhas alternas, sêsseis, oval-alongadas, inteiras, agudas, espessas, carnudas, coriáceas.
Flores branco-esverdeadas, grandes, em cachos terminais.
Valor terapêutico:
O fruto tem sido usado, em infusão ou decocção, contra as afecções nervosas,
o histerismo, as convulsões, a hipo-condria.



quinta-feira, 26 de março de 2015

BATATÃO-ROXO (Ipomoea pentaphylla) contra as conjuntivites

BATATÃO-ROXO (Ipomoea pentaphylla) contra as conjuntivites

152 BATATÃO-ROXO (Ipomoea pentaphylla)
Família: Convolvuláceas.
Sinonímia: Campainha-dos-tintüreiros.
Características: Cipó. Folhas pentadigitadas.
Flores roxas.
Valor terapêutico: Usa-se, em banhos, contra as conjuntivites.
Parte usada: Flores.


BATIPUTÁ (Ouratea castanaefolia, Ouratea parviflora)

153 BATIPUTÁ (Ouratea castanaefolia, Ouratea parviflora)
Família: Ocnáceas.
Sinonímia: Mangue-do-mato, pau-de-serra, farinha-seca.
Características: Árvore pequena.
Flores amarelas.
Habitat: Da Amazônia até o Sul.
Valor terapêutico: A casca é tônica e adstringente.


BATIPUTÁ-BRAVO (Gomphia caduca)

154 BATIPUTÁ-BRAVO (Gomphia caduca)
Família: Ocnáceas.
Sinonímia: Bom-nome-bravo.
Características: Arbusto de lindo aspecto.
Folhas longas, luzen-tes.
Flores amarelas, aromáticas, em cachos grandes.
Fruto semelhante a tubérculos vermelhos, em grupos.
Habitat: Medra no litoral.
Valor terapêutico: O azeite extraído da semente, aplicado topica-mente.
é bom remédio contra a erisipela e o reumatismo.



quarta-feira, 25 de março de 2015

BATATA-DOCE para curar inflamações e tumores da boca

BATATA-DOCE para curar inflamações e tumores da boca

151 BATATA-DOCE (Ipomoea batatas, Convolvulus batatas)
Família: Convolvuláceas.
Sinonímia: Jetica, munhata (Rio Grande do Sul), batata-da-terra.
Características: Planta herbácea, vivaz, lactífera.
Alastra-se pelo solo.
Caules rasteiros.
Folhas cordiformes, alternas.
A batata, cozida ou assada, é boa para comer e fazer doce.
Valor terapêutico:
O decocto das folhas, em banhos, tem efeito emoliente.
Usa-se também, em gargarejos, para curar inflamações e tumores da boca
e da garganta.



terça-feira, 24 de março de 2015

BATATA-DE-PURGA (Convolvuius operculatus, Operculina altissima)

BATATA-DE-PURGA (Convolvuius operculatus, Operculina altissima)

150 BATATA-DE-PURGA (Convolvuius operculatus, Operculina altissima)
Família: Convolvuláceas.
Sinonímia: Jalapa (São Paulo), raiz-de-jeticuçu, mechoacão, me-choacão-do-peru.
briônia-da-américa, flor-de-quatro-horas, ruibarbo-branco.
Características: Planta herbácea, de caule trepador, quadrangular, sem gavinhas.
Folhas ovais, inteiras, algo angulosas, algo acumina-das, obtusas, verde-escuras, na face superior e esbranquiçada na face inferior.
Flores solitárias, pedunculadas, amarelas.
Fruto capsular.
Valor terapêutico: É uma planta útil como depurativa nas moléstias da pele.
É também purgativa.
Na dose de 5 a 6 gramas de raiz para um copo de água.
age como laxativo; 10 a 12 gramas, purgativo; 20 a 22 gramas, drástico.
Prepara-se um chá que se toma de uma só vez.
Emprega-se também nas irregularidades menstruais e na hemorragia nasal.
Outro uso que ela tem, é que ela combate a enterite das crianças e.
pelos seus princípios ativos, previne a meningite.
Parte usada: Batata, por decocção.
Dose: Não convém ultrapassar a quantidade máxima indicada.
porque a batata-de-purga, em alta dose, é venenosa.




segunda-feira, 23 de março de 2015

BARU (Dipterix pteropus)

BARU (Dipterix pteropus)

149 BARU (Dipterix pteropus)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Cumbaru, cumaru.
Características: Árvore.
Sementes aromáticas.
Habitat: Muitos Estados do País.
Valor terapêutico: As sementes são diaforéticas, emenagogas, cordiais.
analépticas, nervinas.
(Analéptico: Diz-se dos medicamentos ou dos alimentos que estimulam e restauram as forças. )


domingo, 22 de março de 2015

BARDANA (Lappa of fiei na lis, Lappa major, Lappa tomentosa)

BARDANA (Lappa of fiei na lis, Lappa major, Lappa tomentosa)

148 BARDANA (Lappa officinalis, Lappa major, Lappa tomentosa, Arctium bardana, Arctium Lappa)
Família: Compostas.
Sinonímia: Pega-massa.
Características: Planta silvestre.
Raiz fusiforme, da grossura de um dedo, fosca por fora e branca por dentro.
Caule fusiforme.
Mede um metro a um e meio de comprimento.
Folhas cordiformes.
Flores roxas ou azuis..
Habitat: Nos monturos, caminhos, fundos dos montes, sítios úmidos e sombrios.
Valor terapêutico: É depurativa, diaforética e diurética.
Usa-se para: abscessos, afecções da pele, bronquite, catarros do estômago e dos intestinos.
cálculos nefríticos, cálculos biliares, cálculos na bexiga, cólicas nefríticas, cólicas hepáticas, comichão.
debilidade do estômago, dispepsia, enfermidades cardíacas, enfermidades do fígado, escrófulas, eczemas, feridas, furúnculos, gastrite, gota.
hidropisia, herpes, prisão de ventre, queda de cabelo, reumatismo, sarna, tumores, tinha.
Aplica-se também, topicamente, em forma de compressas, sobre partes doloridas, por contusão, reumatismo, etc.
A raiz da bardana, usada como chá, em dose mais forte que a regular, age como antídoto em caso de envenenamento pelo mercúrio.
Partes usadas: Folhas, flores e raízes.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.






sábado, 21 de março de 2015

BARBATIMÃO (Stryphnodendrom barbatimao, Mimosa virgi-nalis)

BARBATIMÃO (Stryphnodendrom barbatimao, Mimosa virgi-nalis)

147 BARBATIMÃO (Stryphnodendrom barbatimao, Mimosa virgi-nalis, Acacia adstringens, Acacia virginalis)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Uabatimó, paricarana (Pará).
Características: Árvore bela e elevada.
Casca áspera.
Folhas palmadas, pequeninas.
Florezinhas miúdas, em bolotas axilares e termi-naist O fruto é uma vagem que. contém sementes parecidas com os grãos de feijão.
Valor terapêutico: Internamente emprega-se nos seguintes casos.
Afecções escorbúticas, blenorragia, diarréia, hemorragia, hemoptises, leucorréia.
Externamente aplica-se, em pó, sobre as úlceras.
Parte usada: Cascas, em decocção, para uso interno.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



sexta-feira, 20 de março de 2015

BARBA-DE-VELHO contra as hemorróidas.

BARBA-DE-VELHO contra as hemorróidas.

146 BARBA-DE-VELHO (Tillandsia usneoides, Tillandsia recurvata)
Família: Bromeliáceas.
Sinonímia: Huahuasso, barba-de-pau, samambaia.
Características: Planta parasita, desprovida de raízes.
Folhas lineares, acinzentadas, cobertas de escamas.
Pequenas flores brancas, que aparecem raramente.
Cobrem os galhos das árvores.
Habitat: Muito freqüente em quase todo o país.
Vaior terapêutico: Usa-se o suco, topicamente, contra as hemorróidas.



quinta-feira, 19 de março de 2015

BARBA-DE-CABRA é febrífuga, tônica e adstringente.

BARBA-DE-CABRA é febrífuga, tônica e adstringente.

144 BARBA-DE-CABRA (Aruncus americanus)
Família: Rosáceas.
Sinonímia: Barba-de-paca.
Características: Arbusto.
Flores brancas, em panículas.
Habitat: É uma planta ornamental cultivada.
Valor terapêutico: A barba-de-cabra é febrífuga, tônica e adstringente.


BARBA-DE-PACA (Nepsera aquatica)

145 BARBA-DE-PACA (Nepsera aquatica)
Família: Melastomáceas.
Características: Arbusto de ramos muito finos.
Flores brancas.
Habitat: Nas capoeiras novas e à beira dos caminhos.
Muito abundante em Belém do Pará.
Valor terapêutico: Tem aplicação contra a hematúria tropical.
Parte usada: Folhas.


quarta-feira, 18 de março de 2015

BARAÚNA (Melanoxylon brauna) hemorragias uterinas

BARAÚNA (Melanoxylon brauna) hemorragias uterinas

143 BARAÚNA (Melanoxylon brauna)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Guaraúna, graúna, guiraúna, garaúna, braúna, muiraú-na, maria-preta.
maria-preta-da-mata.
Características: Árvore majestosa.
Madeira duríssima, muito empregada em construções e maquinismos.
Folhas compostas de numerosos folíolos alongados ou oval-lanceolados.
obtusos ou acuminados.
Flores amarelas, em panículas.
Fruto: vagem grande, chata, tomento-sa.
Valor terapêutico: Mediante a incisão ou perfuração do tronco obtém-se um líquido escuro.
que é muito adstringente, curando as diarréias e disenterias.
Tem ação pronta e decisiva, também, nas hemorragias uterinas e nas hemoptises.



terça-feira, 17 de março de 2015

BAOBÁ (Adansonia digitata)

BAOBÁ (Adansonia digitata)

142 BAOBÁ (Adansonia digitata)
Família: Bombacáceas.
Sinonímia: Bondo, imbondeiro.
Características: É considerada a árvore que apresenta o mais considerável tronco de todo o mundo, embora não seja a mais alta.
Valor terapêutico: As cascas têm aplicação contra as febres intermitentes.
A tintura das sementes é usada para combater a disenteria.



segunda-feira, 16 de março de 2015

BÁLSAMO-DO-PERU para feridas e sarna

BÁLSAMO-DO-PERU para feridas e sarna

140 BÁLSAMO-DO-PERU (Myroxylon peruiferum, Balsamum indicum nigrum)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Bálsamo-peruano, pau-bálsamo, óleo-vermelho.
Características: Árvore que distila um óleo conhecido como bálsa-mo-do-peru.
É roxo-escuro e tem a consistência de um xarope.
Valor terapêutico: O suco balsâmico, de cor rubro-escura, e cheiro agradável, que se obtém dessa planta, tem aplicação como peitoral e é usado contra os catarros da bexiga, não, porém, nos casos de albuminúria. É também indicado nos casos de diabete, enurese infantil, tabes dorsal, catarros brônquicos, suores noturnos, neuroses.
Externamente aplica-se nas esfoladuras, feridas, contusões, bem como na sarna.


BANANEIRA DO MATO (Canna brasiliensis)

141 BANANEIRA DO MATO (Canna brasiliensis)
Família: Canáceas.
Sinonímia: Bananeirinha, caetê-mirim.
Características: Planta herbácea, de cujas sementes se fazem contas para rosários.

Bulbo na raiz.
Folhas grandes, flores amarelas e vermelhas, em cachos.
Valor terapêutico: A raiz tem propriedades diuréticas e antiblenor-rágicas.

As folhas trituradas, cozidas, servem para fazer cataplasmas de efeito emoliente.



domingo, 15 de março de 2015

BACOPÁ (Bacopa aquatica) estomatites

BACOPÁ (Bacopa aquatica) estomatites

138 BACOPÁ (Bacopa aquatica)
Família: Escrofulariáceas.
Características: Planta herbácea, rasteira.
Habitat: Nas margens dos rios.
Valor terapêutico: É uma planta vulnerária.
Aplica-se nas queimaduras.
Em banhos, emprega-sé contra o reumatismo.
Em gargare-jos, usa-se contra as anginas e as estomatites.
Parte usada: Folhas.


BADIANA (Anisum stellatum, lllicium anisatum, Cymbostemum parviflorus)

139 BADIANA (Anisum stellatum, lllicium anisatum, Cymbostemum parviflorus)
Família: Magnoliáceas.
Sinonímia: Anis-estrelado, anis-da-sibéria, funcho-da-china.
Características: Ê um arbusto muito comum.
Folhas alternas, persistentes, pecioladas, glabras.
Flores amarelo-esverdeadas.
Valor terapêutico: É estimulante, estomacal e carminativa.
Usa-se para combater a atonia gastro-intestinal, os catarros crônicos, as cólicas ventosas, a dispepsia flatulenta, as eructações, a hipo-condria, a azia.
Partes usadas: Folhas e sementes, por infusão.
Dose: 20 gramas para litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



sábado, 14 de março de 2015

BABUNHA (Guilielma insignis) combater o reumatismo.

BABUNHA (Guilielma insignis) combater o reumatismo.

137 BABUNHA (Guilielma insignis)
Família: Palmáceas.
Sinonímia: Coqueiro-babunha, palmeira-da-bahia.
Características: Palmeira.
Caule revestido de espinhos.
Madeira negra.
Fruto: baga de polpa doce, de sabor agradável.
Habitat: Bahia e outros Estados.
Valor terapêutico: O azeite do coco é usado para combater o reumatismo.



sexta-feira, 13 de março de 2015

BABOSA (Aloes humilis) queda de cabelo

BABOSA (Aloes humilis) queda de cabelo

136 BABOSA ( Aloes humilis, Aloes perfoliata, Aloes vulgaris, Aloes bardadensis)
Família: Liliáceas.
Sinonímia: Erva-babosa, caraguatá.
Características: É semelhante ao ananás, porém menor que este.
Suas folhas são quase triangulares, grossas, suculentas, orladas de espinhos em serrilha.
Cheiro forte.
Do centro sai uma vergôntea que se cobre, na parte superior, de flores amarelas, semelhantes às angélicas.
Frutos ovóides, cheios de pequenas sementes.
Valor terapêutico:
As folhas, e, principalmente, seu suco, são emolientes e resolutivas,
quando aplicadas topicamente sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas,
queda de cabelo, etc.
A polpa é boa para combater a oftalmia (calor nos olhos) e curar feridas, por isso que é anti-oftáfmica e vulnerária.
 folha despida da cutícula é um supositório calmante nas retites hemorroidais.
"Como a babosa age sobre os intestinos e a matriz", afirma o Dr. Leo Manfred, "deve ser evitado pelos que sofrem de hemorróidas e pelas gestantes, pois pode provocar aborto.
É, todavia indicado quando as hemorróidas não correm e quando o enfermo sofre de congestão no fígado e na cabeça, e, bem assim, quando necessário favorecer as regras."
"O aloes pulverizado", diz o Dr.
Raul O. Feijão.
"usa-se em pequenas doses (0,02 a 0,15 g) como tônico estomáquico, laxativo, an-telmintico, e, em doses elevadas (0,30 a 0,60 g), como purgante e emenagogo."
Usados internamente, o suco e o decocto das folhas são drásticos.
Não se usa, para este fim, mais que meio grama de folhas secas, em pó, ou uma colherinha, das de chá, de suco, em água.
Deve-se ter muito cuidado na aplicação interior dessa planta, pois tem forte efeito e pode provocar a nefrite.
Especialmente as pessoas que têm muito sangue, as que sofrem de hemorróidas, e as mulheres grávidas, é que devem tomar muito cuidado, pois o uso interno dessa planta pode ser-lhes prejudicial.
Melhor é fazer somente uso externo da mesma.
Partes usadas: Folhas, polpa e seiva.




quinta-feira, 12 de março de 2015

AZEVINHO acalmar as mais fortes dores de estômago e intestino

AZEVINHO acalmar as mais fortes dores de estômago e intestino

135 AZEVINHO (Ilex aquifolium)
Família: Aqüifoliáceas.
Sinonímia: Azevim.
Em Portugal é conhecido como Azevinho-espinhoso.
Espinha-sempre-verde, Zebro, Pica-folha, Pica-rato, Visqueiro, Aquifólio, Teio.
Vidreiro.
Na Argentina chama-se Acedo e Congo-rosa.
Características: Arbusto muito ramificado.
Folhas alternas, onduladas, coriáceas, espinhosas.
Flores esbranquiçadas.
Fruto: Baga vermelha.
Valor terapêutico:
"Se esta planta", diz o Dr. Leo Manfred,
"fosse conhecida como outras o são, já teria feito desaparecer
muitos remédios e específicos venenosos para as enfermidades do
estômago e do intestino.
Tem a virtude de acalmar as mais fortes dores de estômago e intestino, melhor que a morfina, a beladona, a cocaína, etc., que são poderosos venenos usados nos casos mais difíceis e complicados, como nas úlceras, dores rápidas e fortes nos intestinos, cólicas, câimbras, etc."ti|
Na dispepsia dá bons resultados.
"O cozimento das folhas frescas (30:1000) é sudorífico e febrífugo.
O pó das bagas (2 a 5 gramas) serve como purgativo" Dr. R. O. Feijão.
O azevinho é também recomendado nas febres intermitentes, na gripe, nas enfermidades infecciosas (sarampo, escarlatina, etc.), no reumatismo.
Em todos esses casos usam-se as folhas em chás quentes, em decocção ou infusão.
Empregam-se 20 gramas para 1 litro d'água.
Tomam-se 4 a 5 xícaras por dia.
A casca do azevinho age como resolutiva e emoliente nos tumores do bócio.



quarta-feira, 11 de março de 2015

AZEDINHA (Oxalis corniculata) eupépticas e estimulantes

AZEDINHA (Oxalis corniculata) eupépticas e estimulantes

129 AZEDINHA (Oxalis corniculata)
Família: Oxalidáceas.
Sinonímia: Trifólio, pé-de-pombo, três-corações, trevo, trevo-azedo.
Características: Pequena planta herbácea, rastejante.
Folhas compostas de três folíolos obcordiformes.
Flores amarelas, em umbelas.
Valor terapêutico.
As folhas são eupépticas e estimulantes. A raiz é antiescorbútica.


AZEDINHA-ALELUIA (Rumex acetosella)

130 AZEDINHA-ALELUIA (Rumex acetosella)
Família: Poligonáceas.
Sinonímia: Azedas-de-ovelha.
Características: Planta herbácea, cujas folhas e renovos podem ser utilizados em saladas.
Valor terapêutico: As folhas contêm propriedades antiescorbúticas.



AZEDINHA-DAS-PEDRAS (Oxalis densifolia)

131 AZEDINHA-DAS-PEDRAS (Oxalis densifolia)
Família: Oxalidáceas.
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: Encerra propriedades febrífugas.


AZEDINHA-DE-FOLHA-CORTADA (Oxalis oxyptera)

132 AZEDINHA-DE-FOLHA-CORTADA (Oxalis oxyptera)
Família: Oxalidáceas.
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: Usasse o decocto, em clisteres, contra as febres perniciosas.


AZEDINHA-DO-BREJO (Begônia bahiensis)

133 AZEDINHA-DO-BREJO (Begônia bahiensis)
Família: Begoniáceas.
Característica: Planta herbácea.
Habitat: Bahia.
Valor terapêutico: Usa-se o decocto, em lavagens intestinais.
nos casos de febres perniciosas.


AZEDINHA TREPADEIRA (Oxalis sarmentosa)

134 AZEDINHA TREPADEIRA (Oxalis sarmentosa)
Família: Oxalidáceas.
Característica: Planta herbácea.
Habitat: Em quase todo o país.
Valor terapêutico: É recomendado por suas propriedades antitérmicas.



terça-feira, 10 de março de 2015

AZEDEIRA (Rumex acetosa)

AZEDEIRA (Rumex acetosa)

128 AZEDEIRA (Rumex acetosa)
Família: Poligonáceas.
Sinonímia: Azeda, azedinha.
Características: Erva de haste vivaz, direita, canaliculada, ramificada superiormente.
As folhas são umas radicais e outras caulinares; as inferiores são pecioladas,
oblongas, sagitadas; as superiores são sés-seis e embarcantes.
Flores dióicas, avermelhadas.
Valor terapêutico: Erva excelente para saladas e ensopados.
As folhas frescas, mastigadas, curam o escorbuto.
Também o suco das folhas frescas, espremidas, é bom para o mesmo fim.
A azedeira (salada ou suco) cura a icterícia e várias outras afecções do fígado.
Regulariza o catamênio.
Para os que sofrem de asma, o chá de azedeira é um bom remédio.
Parte usada: Folhas.
Dose: Suco, uma colher das de sopa de hora em hora.
Chá, 50 a 100 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.


segunda-feira, 9 de março de 2015

AZEDA-DE-SÃO-PAULO (Begônia paulensis) olhos inflamados

AZEDA-DE-SÃO-PAULO (Begônia paulensis) olhos inflamados

126 AZEDA-DE-SÃO-PAULO (Begônia paulensis)
Família: Begoniàceas.
Característica: Planta herbácea.
Habitat: Comum no Estado de S. Paulo.
Valor terapêutico: É útil para combater a febre e para banhar os olhos inflamados.

AZEDA-DO-BREJO (Oxalis palustris)

127 AZEDA-DO-BREJO (Oxalis palustris)
Família: Oxalidáceas.
Sinonímia: Caruru-de-sapo.
Característica: Planta herbácea.
Habitat: Vegeta nos lugares paludosos, em Minas e outros Estados.
Valor terapêutico: Emprega-se o decocto ou o infuso como febrí-fugo, e.
também, em gargarejos, contra as anginas.



domingo, 8 de março de 2015

AVENCA (Veneris capillus) expectoração

AVENCA (Veneris capillus) expectoração

124 AVENCA (Veneris capillus, Avenca brasiliensis, Adiantum riso-phorum)
Família: Polipodiáceas.
Características: Planta ornamental. Dá em touceiras.
Hastes e ramos marrom-escuros, duros e muito finos; os mais desenvolvidos atingem a grossura de uma agulha.
Folhas pecioladas, alternas, muito finas, polimorfas.
Valor terapêutico: Esta planta tem emprego no catarro pulmonar, rouquidão, tosse, laringite.
Diz o Dr. Leo Manfred:
"O infuso teiforme desta planta (10:1000) emprega-se para combater
os males do peito, para facilitar a expectoração, para aumentar o apetite e para favorecer a digestão, bem como para acalmar as dores reumáticas e mitigar a sequidão da garganta.
Tomam-se 8 a 10 colheres, das de sopa, por dia, meia hora depois das refeições.
"Esse infuso, tomado pelas parturientes, uma colher de duas em duas horas, aumenta-lhes as forças."
Afirma-se, ainda, que a avenca é boa para corrigir as regras.
Parte usada: Folhas, por infusão.


AVENCA-MIÚDA (Adiantum cuneatum)

125 AVENCA-MIÚDA (Adiantum cuneatum)
Família: Filicíneas ou Filicales.
Valor terapêutico: Tem utilidade como peitoral.
Parte usada: Folhas, em infusão.



sábado, 7 de março de 2015

AVELOZ (Euphorbia entheurodoxa) epiteliomas benignos

AVELOZ (Euphorbia entheurodoxa) epiteliomas benignos

123 AVELOZ (Euphorbia entheurodoxa)
Família: Euforbiáceas.
Característica: Arbusto.
Habitat: Estados do Nordeste.
Valor terapêutico: O leite irritante e cáustico tem aplicação,
como resolutivo, nos carcinomas e epiteliomas benignos.



sexta-feira, 6 de março de 2015

ATURIÁ (Drepanocarpus ferox, Machaerium ferox)

ATURIÁ (Drepanocarpus ferox, Machaerium ferox)

121 ATURIÁ (Drepanocarpus ferox, Machaerium ferox)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Juquiri.
Característica: Cipó ou arbusto trepador.
Habitat: Invade os campos de várzea, na Amazônia.
Valor terapêutico: Usa-se como resolutivo.
Parte usada: Folhas.


AUÍBA (Xylosma benthami, Xylosma digynum)

122 AUÍBA (Xylosma benthami, Xylosma digynum)
Família: Flacurtiáceas.
Sinonímia: Aui-uva.
Característica: Árvore pequena.
Habitat: Amazônia.
Valor terapêutico: É uma planta adstringente.
Parte usada: Casca.



quinta-feira, 5 de março de 2015

ASSA-FÉTIDA (Ferula asa foetida)

ASSA-FÉTIDA (Ferula asa foetida)

118 ASSA-FÉTIDA (Ferula asa foetida)
Família: Umbelíferas.
Outros idiomas: Asa fétida, Estiércol dei diablo (Argentina), Férule ase fétide (França).
Características: Planta herbácea, vivaz.
Raiz pivotada.
Folhas radicais penatipartites, com segmentos penatífidos.
Valor terapêutico: "Sua ação antiespasmódica e digestiva torna-à útil nas prisões de ventre persistentes e nas cólicas flatulentas dos histéricos e dos hipocondríacos.
Tem sido preconizada nas enfermidades nervosas dos órgãos respiratórios, na asma, na tosse espasmódica, na angina estridulosa, no espasmo da glote, na coqueluche, nos tão variados acidentes da histeria, nos catarros sufocantes, para favorecer a ex-pectoração.
Tem sido igualmente indicada como antelmíntica, como emenagoga, em certas cloroses e anemias, e como sedativa e calmante nas palpitações do coração, para certos cloróticos." Dr. A. Hé-raud, Plantes médicinales, págs. 288, 289.
Usada em pequenas quantidades, a assafétida favorece a digestão e tem efeitos benéficos sobre os intestinos, principalmente dos histéricos e hipocondríacos.
Em doses maiores, é diurética e sudorí-fica. É excelente remédio contra o histerismo e todas as enfermidades espasmódicas.
Toma-se meio grama de goma-resina de cada vez, quatro a seis vezes por dia.


ASSA PEIXE (Cacalia optica)

119 ASSA PEIXE (Cacalia optica)
Família: Compostas.
Sinonímia: Matias, estanca-sangue, tramanhém, manjericão-das-modas.
Características: Arbusto de até uns 4 metros de altura.
Caule anguloso.
Folhas ovais, ásperas.
Flores aromáticas, roxas, em cachos.
Habitat: C omum nos Estados do Nordeste, Leste e Sul.
Valor terapêutico: O decocto da raiz é hemostático.
As folhas e flores, em decocção, têm sido empregadas nas fluxões, mesmo nas que se relacionam com os pulmões.


ASSA-PEIXE (Boehmeria arborescens, Boehmeria petrolaris, Urtica caudata)

120 ASSA-PEIXE (Boehmeria arborescens, Boehmeria petrolaris, Urtica caudata)
Família: UrtiCáceas.
Característica: Arbusto.
Habitat: Em muitos dos Estados do Brasil, desde o Nordeste até o Sul.
Valor terapêutico: Tem indicação nos casos de golpes, contusões.
hemorróidas e afecções do útero.
Usa-se a raiz, em banhos.
O Chá da raiz é também empregado para curar apostemas internos.



quarta-feira, 4 de março de 2015

ASSACU-RANA (Erythrina glauca)

ASSACU-RANA (Erythrina glauca)

116 ASSACU-RANA (Erythrina glauca)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Suiná.
Características: Árvore pequena ou média.
Madeira branco-ama-relada.
Lindas flores vermelho-alaranjadas.
Habitat: Nas várzeas da Amazônia.
Valor terapêutico: É uma planta de propriedades anti-reumáticas.
Parte usada: Raiz, por infusão. O chá é purgativo em alta dose.

ASSACUÍ (Éuphorbia cotinoides)

117 ASSACUÍ (Éuphorbia cotinoides)
Família: Euforbiáceas.
Sinonímia: Maleiteira, leiteira, lechetrez, leitariga, luzeiro.
Características: Arbusto.
Folhas quase cor de cobre.
Habitat: Amazônia.
Valor terapêutico: É uma planta purgativa.
Parte usada: Raiz.

terça-feira, 3 de março de 2015

ÁRVORE-DOS-FEITICEIROS (Connarus patrisii) para madurar furúnculos

ÁRVORE-DOS-FEITICEIROS (Connarus patrisii) para madurar furúnculos

114 ÁRVORE-DOS-FEITICEIROS (Connarus patrisii) OK
Família: Conaráceas.
Característica: Árvore pequena.
Habitat: Amazônia e Goiás.
Valor terapêutico: Emprega-se para combater o abatimento e a fraqueza geral.
Parte usada: Sementes.
115 ASSACU (Hura crepitans)
Família: Euforbiáceas.
Outros idiomas: Catauá (Peru), Ra-Kuda Wood (Estados Unidos), Possum Wood ou Sandbox (Inglaterra), Sablier (Guiana Francesa).
Características: Árvore grande.
Madeira branco-pardacenta.
Habitat: Nas várzeas argilosas e alagadiças.
Valor terapêutico:
Aplica-se topicamente, para madurar furúnculos, o infuso das flores ou
as brácteas frescas.
Nos reumatismos, em-pregam-se as folhas trituradas, com água.
Partes usadas: Folhas e flores.


segunda-feira, 2 de março de 2015

ÁRVORE-DO-ALHO (Cerdana alliodora) nas dores reumáticas.

ÁRVORE-DO-ALHO (Cerdana alliodora) nas dores reumáticas.

113 ÁRVORE-DO-ALHO (Cerdana alliodora)
Família: Borragináceas.
Características: Folhas alternas, oval-alongadas.
Flores em cachos.
Toda a árvore exala pronunciado olor de alho.
Valor terapêutico: Usa-se em banhos nas dores reumáticas.

domingo, 1 de março de 2015

ÁRVORE-DE-UMBELA (Cordia umbraculifera) para desinfetar as casas.

ÁRVORE-DE-UMBELA (Cordia umbraculifera) para desinfetar as casas.

112 ÁRVORE-DE-UMBELA (Cordia umbraculifera)
Família: Borragináceas.
Sinonímia: Pará-pará (Amazonas), chapéu-de-sol (Marajó).
Outro idioma: Bois parasol (Guiana Francesa).
Característica: Árvore pequena ou média, que se presta para a arborização das ruas.
Habitat: Nos campos e à beira dos rios.
Valor terapêutico:
Nas conjuntivites usa-se o suco das folhas em lavagens do globo ocular.
A casca queimada, graças ao cheiro desagradável da fumaça,
serve para desinfetar as casas.
Parte usada: Folhas.