domingo, 17 de maio de 2015

CANA-DE-MACACO (Costus pisonis) nas dores nefríticas.

CANA-DE-MACACO (Costus pisonis) nas dores nefríticas.

232 CANA-DE-MACACO (Costus pisonis, Costus spiralis, Alpinia spiralis)
Família: Zingiberáceas.
Sinonímia: Cana-branca-do-brejo, também conhecida simplesmente por cana-do-brejo,
cana-branca, cana-do-mato, caatinga, jacuanga, pacová.
Características: Planta herbácea.
Haste erecta, até 2 metros de altura, verde clara.
Folhas espiraladas, invaginantes.
Flores de cores diversas, em espiga terminal.
Valor terapêutico: As folhas frescas se empregam em forma de cataplasmas para
resolver tumores.
Usa-se o infuso das hastes (dose normal) nas afecções dos rins e da bexiga.
O suco desta zingiberácea é mucilaginoso, refrigerante e ligeiramente ácido.
De há muito tempo vem sendo indicado nas dores nefríticas.
Empiricamente, empregâ-se na assistolia (insuficiência cardíaca adiantada),
na albuminúria, na hidropisia, na disúria, na arteriosclero-se, na sífilis.
O suco das hastes velhas e das folhas é um poderoso diurético, usado nas gonorréias.
F. C. Hoehne informa que esse vegetal é empregado para vários misteres medicinais, como por exemplo, "contra a gonorréia e as manifestações sifilíticas, em forma de decocto dos caules e rizomas, e também como emenagogo ... e há quem assevere ser útil como esto-máquico, aperitivo e diurético."
Parte usada: Toda a planta.


CANA-DO-BREJO (Costus spicatus, Costus arabicus, Alpinia spicata)

233 CANA-DO-BREJO (Costus spicatus, Costus arabicus, Alpinia spicata, Sagitaria tuberosa)
Família: Zingiberáceas.
Sinonímia: Cana-roxa-do-brejo, cana-roxa, cana-do-mato, cana-do-brejo, cana-de-macaco, pacp-catinga, jacuacanga, ubacaia, periná.
Características: Planta herbácea.
Haste dura.
Folhas alternas, oblongas, invaginantes, verde-escuras, com bainha pilosa e avermelhada nas margens.
Flores amarelas com brácteas cor de carmim.
Valor terapêutico: O rizoma é diurético, diaforético, tônico e emenagogo.
O suco das hastes frescas, diluído em água (dose normal), é usado contra as gonorréias.
O cozimento das hastes (50 gramas para 1 litro de água) é empregado, em lavagens, para combater a leucorréia; e, como chá (dose normal), para combater as dores nefríticas.
O rizoma se usa para os mesmos casos.
A haste e o rizoma, secos, reduzidos a pó, são empregados em cataplasmas adstringentes, para curar hérnias, etc.
Os nossos caboclos usam as folhas, untadas com sebo, topica-mente, como emoliente, nas contusões e inchaços.
Partes usadas: Folhas, rizoma, casca.




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