terça-feira, 30 de junho de 2015

CATINGUEIRA (Apodanthera smilacifolia)

CATINGUEIRA (Apodanthera smilacifolia)

306 CATINGUEIRA (Apodanthera smilacifolia)
Família: Cucurbitáceas.
Sinonímia: Cota, cipó-azougue.
Característica: Cipó.
Valor terapêutico: É uma planta depurativa.
Tem aplicação nas afecções da pele.
Usa-se contra os dartros e o reumatismo.
Parte usada: Raiz.



segunda-feira, 29 de junho de 2015

CATINGA-DE-NEGRO (Cleome gigantea) contra os reumatismos

CATINGA-DE-NEGRO (Cleome gigantea) contra os reumatismos

305 CATINGA-DE-NEGRO (Cleome gigantea)
Família: Caparidáceas.
Sinonímia: Muçambé, muçambé-catinga, catinga-de-tatu.
Características: Arbusto.
Folhas glanduloso-pubescentes.
Cheiro desagradável. Ação vesicante sobre a epiderme.
Habitat: Em quase todos os Estados do Brasil, nas margens dos rios e lagos.
Valor terapêutico: Aconselha-se, em banhos, contra os reumatismos e
as paralisias.



domingo, 28 de junho de 2015

CATINGA-DE-MULATA (Leucas martinicensis, Stachys fluminensis)

CATINGA-DE-MULATA (Leucas martinicensis, Stachys fluminensis)

302 CATINGA-DE-MULATA (Leucas martinicensis, Stachys fluminensis)
Família: Labiadas.
Sinonímia: Cordão-de-frade, cordão-de-são-francisco.
Características: Planta herbácea.
Folhas cordiformes, oblongas, lanceoladas, crenadas.
Flores amarelas, em glomérulos aproximados em espigas.
Não se deve confundir esta planta com outras de igual nome,
da família das compostas, que vulgarmente também se chamam tasneira
(Tanacetum vulgare) e balsamita vulgar ou atanásia-dos-jardins
(Tana-cetum balsamita).
Valor terapêutico: Planta indicada para combater a asma, dores artríticas,
gota, histerismo, reumatismo.
Toma-se o chá, em infusão; emprega-se também o decocto em banhos.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.


CATINGA-DE-MULATA (Tanacetum balsamita)

303 CATINGA-DE-MULATA (Tanacetum balsamita)
Família: Compostas.
Sinonímia: Balsamita-vulgar, atanásia-dos-jardins.
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: É uma planta antiespasmódica.



CATINGA-DE-MULATA (Tanacetum vulgare)

304 CATINGA-DE-MULATA (Tanacetum vulgare)
Família: Compostas.
Sinonímia: Tasneira, erva-contra-vermes, atanásia-das-boticas.
Outro idioma: Tanaisie (França).
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: É uma planta vermífuga e emenagoga.
Em alta dose é abortiva e perigosa.
As folhas são insetífugas.
Não se deve confundir esta catinga-de-mulata com outras de igual nome.




sábado, 27 de junho de 2015

CATIGUÁ (Trichilia catigoa)

CATIGUÁ (Trichilia catigoa)

301 CATIGUÁ (Trichilia catigoa)
Família: Meliáceas.
Sinonímia: Catigoá, caticuá, caá-tiguá.
Características: Árvore empregada na marcenaria e em obras externas,
para dormentes, etc.
Habitat: Em quase todos os Estados do Brasil.
Valor terapêutico: Em pequenas doses, o infuso desta planta é eu-péptico,
tônico e útil contra o reumatismo; em doses mais elevadas, é purgativo.


sexta-feira, 26 de junho de 2015

CATAURI (Crataeva Benthami) estomáquicas

CATAURI (Crataeva Benthami) estomáquicas

300 CATAURI (Crataeva Benthami)
Família: Caparidáceas.
Sinonímia: Catauré, trapiá (Ceará), pau-d'alho (Mato Grosso).
Outro idioma: Nina caspi (Peru).
Características: Árvore pequena.
Sementes oleaginosas.
Habitat: Nas margens inundadas.
Valor terapêutico: As folhas são tônicas e estomáquicas.
Externamente, usa-se o sumo das folhas para abrandar as dores reumáticas.
Também as raízes são tonificantes e estomacais.
Partes usadas: Folhas e raiz.



quinta-feira, 25 de junho de 2015

CASTANHA-DE-ARARA (Johannesia heveoides)

CASTANHA-DE-ARARA (Johannesia heveoides)

299 CASTANHA-DE-ARARA (Johannesia heveoides)
Família: Euforbiáceas.
Características: Árvore grande.
Madeira branca, parecida com a da seringueira.
Fruto: semelhante ao da seringueira.
Habitat: Na mata de terra firme, na Amazônia.
Valor terapêutico: As amêndoas são purgativas e vomitivas.



quarta-feira, 24 de junho de 2015

CASCARILHA (Croton eluteria, Croton glabellus, Croton slonei)

CASCARILHA (Croton eluteria, Croton glabellus, Croton slonei)

297 CASCARILHA (Croton eluteria, Croton glabellus, Croton slonei)
Família: Euforbiáceas.
Características: Arbusto de uns dois metros de elevação.
Folhas alternas, ovais, lanceoladas, longamente acuminadas, arredondadas ou ligeiramente cordiformes na base, finamente denteadas.
Flores monói-cas, dispostas em cachos axilares ou terminais. O fruto é uma cápsula com 3 caroços.
Habitat: Mato Grosso, Pará, etc.
Valor terapêutico: Prescreve-se a cascarilha nas afecções gástricas, na atonia do tubo digestivo, nas cólicas ventosas, nas diarréias e disenterias, nas febres intermitentes.
Em bochechos, usa-se nas inflamações da boca e garganta.
Em clisteres, usa-se nas afecções hemorroidais.
Parte usada: casca, por decocção.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



CASCARILHA (Croton cascarilla)

298 CASCARILHA (Croton cascarilla)
Família: Euforbiáceas.
Sinonímia: Canela-falsa, falsa-quina, quina-cinzenta-aromática.
Características: Arbusto.
Folhas pequenas, lanceoladas.
Flores miúdas, esverdinhadas, em espigas.
Fruto constante de três caroços.
Ramos e folhas cobertos de um pêlo macio, estrelado.
Valor terapêutico: A casca é tônica, estimulante, eupéptica,
febrífuga e antipalúdica.



terça-feira, 23 de junho de 2015

CASCA-PRECIOSA (Aniba canelilla)

CASCA-PRECIOSA (Aniba canelilla)

295 CASCA-PRECIOSA (Aniba canelilla)
Família: Lauráceas.
Sinonímia: Casca-do-maranhão, amapaima, pereiorá, canela (Belém).
Características: Árvore média ou grande.
Madeira pardo-escura ou amarelo-castanha, muito dura.
Cheiro de canela e rosa.
Habitat: Na mata grande de terra firme, na Amazônia.
Valor terapêutico: O infuso da casca é estimulante, digestivo, antiespasmódico
e peitoral.
Recomendado na clorose e na caquexia palustre.
As sementes raladas têm aplicação na disenteria.


CASCA-PRECIOSA (Mesphilodaphne pretiosa)

296 CASCA-PRECIOSA (Mesphilodaphne pretiosa)
Família: Lauráceas.
Sinonímia: Amapaima, pereiorá, pau-precioso.
Característica: Árvore grande.
Habitat: Amazônia.
Valor terapêutico: A casca é indicada, em infusão, decocção e banhos,
perda de memória, debilidade nervosa (por abuso sexual), edema dos pés,
catarros crônicos, hidropisia, leucorréia, gota.



CASCA-DE-ANTA (Drimys Winteri) pau-para-tudo

CASCA-DE-ANTA (Drimys Winteri) pau-para-tudo

294 CASCA-DE-ANTA (Drimys Winteri)
Família: Magnoliáceas.
Sinonímia: Para-tudo (São Paulo, Minas), melambó ou malambó (Amazonas),
caá-pororoca (Norte), caataia, canela-amarga, capororoca-picante,
carne-de-anta, cataia, pau-para-tudo.
Características: Árvore pequena.
Folhas alternas, persistentes, sem estipulas, oblongas, obtusas,
glaucas na superfície inferior.
Flores hermafroditas, esbranquiçadas, grandes, solitárias ou reunidas em pencas de três ou quatro, nas pontas dos ramos.
Fruto: baga globulosa, glabra, do tamanho de uma ervilha.
O Drimys granatensis deve, segundo Lanessan (Botanique Médica-le),
ser considerado como uma variedade do Drimys Winteri, e não como uma espécie distinta.
Valor terapêutico: A casca é excelente remédio contra desarranjos do estômago (dispepsias, falta de apetite, flatulências, gastralgias, etc.), catarros crônicos, atonia intestinal, disenterias, vômitos rebeldes, cólicas, anemia, fraqueza geral, febres.
A história do valor terapêutico dessa planta é muito interessante e curiosa.
Seu nome "çasca-de-anta" afirma o cabloco lhe adveio do fato de que,
antes de ser conhecida pelo homem, a anta já a procurava, cóçando-se nela ou roendo-lhe a casca.
> "Ela é poderosa", diz F. C. Hoehne, "para combater moléstias do estômago e febres intermitentes.
Sempre a empregam com resultado onde os recursos da Medicina oficial falham,
porque, dizem, ela é 'para-tudo', e, usada fresca e com critério, realmente
resolve muitos casos por ser extremamente tonificante do organismo, que por si assim pode reagir.
Ela substitui bem o quinino e não provoca as perturbações que o mesmo produz em quem o ingere por longo tempo e em dose exagerada."
A casca dessa planta, diz Lanessan,
"goza de propriedades tônicas e estimulantes mui pronunciadas,
análogas às da canela-de-ceilão.. .é muito adstringente."
Parte usada: Casca, em decocção.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



segunda-feira, 22 de junho de 2015

CARURU-VERDE (Amarantus viridis)

CARURU-VERDE (Amarantus viridis)

292 CARURU-VERDE (Amarantus viridis)
Família: Amarantáceas.
Sinonímia: Amaranto-verde, bredo, cariru, caruru-de-soldado, caruru-miúdo,
caruru-miúdo-comum.
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: O infuso favorece a diurese e tem aplicação nas
moléstias do fígado, na hidropisia e no catarro da bexiga.
É bom lactígeno.


CARURU-VERMELHO ( Amarantus paniculatus, Amarantus pur-purascens)

293 CARURU-VERMELHO ( Amarantus paniculatus, Amarantus pur-purascens,
Amarantus cruentus, Amarantus sanguineus, Amarantus strictus)
Família: Amarantáceas.
Sinonímia: Chorão, crista-de-galo-chorona, veludo, bredo-vermelho.
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: Todas essas variedades de caruru encerram
propriedades béquicas.



domingo, 21 de junho de 2015

CARURU-DE-SAPO (Oxalis martiana)

CARURU-DE-SAPO (Oxalis martiana)

289 CARURU-DE-SAPO (Oxalis martiana)
Família: Oxalidáceas.
Sinonímia: Oxálida.
Características: Planta herbácea.
Habitat: Nos terrenos cultivados, em todo o Brasil.
Valor terapêutico: O infuso das folhas é febrífugo.
O decocto das folhas é usado, em gargarejos, contra as anginas.


CARURU-MONSTRO (Amarantus speciosus)

290 CARURU-MONSTRO (Amarantus speciosus)
Família: Amarantáceas.
Sinonímia: Amaranto-monstro, amaranto-gigantesco, amaranto-piramidal,
veludo-grande-pontudo.
Característica: Subarbusto.
Habitat: Planta asiática, aclimatada no Brasil.
Valor terapêutico: As folhas encerram propriedades emolientes.
As flores têm virtudes expectorantes.


CARURU-VERDADEIRO (Amarantus blitum)

291 CARURU-VERDADEIRO (Amarantus blitum)
Família: Amarantáceas.
Sinonímia: Flor-de-amor, flor-de-ciúme, bredo-macho, bredo-mala-bar,
bredo-rabaça, bredo-verdadeiro, caruru-de-porco, caruru-miúdo.
Característica: Erva.
Habitat: Planta européia, aclimatada no Brasil.
Valor terapêutico: As folhas, que se prestam para fins culinários
à guisa de espinafre, são emolientes.



sábado, 20 de junho de 2015

CARURU (Amarantus flavus)

CARURU (Amarantus flavus)

287 CARURU (Amarantus flavus)
Família: Amarantáceas.
Sinonímia: Bredo, bredo-rabaça, crista-de-galo, caruru-do-mato,
caruru-crista-de-galo.
Características: Erva silvestre, rasteira, de vergônteas roxas e folhas também
arroxeadas; flores em espigas, com um corpo arredondado e achatado no centro.
Valor terapêutico: Ainda não há estudo científico quanto ao uso desta planta
na medicina, mas recomenda-se para afecções do fígado.
Usa-se em forma de salada, não só para curar as afecções do fígado,
mas também como alimento.
Pode-se também espremer o suco e tomar algumas colheres das de sopa por dia.
Partes usadas: Folhas e talos.


CARURU-BRAVO (Phytolacca decandra)

288 CARURU-BRAVO (Phytolacca decandra)
Família: Fitolacáceas.
Sinonímia: Caruru-açu, caruru-guaçu, caruru-de-cacho, caruru-de-pomba,
tintureira-vulgar, espinafre-macio, espinafre-das-índias,
erva-dos-cachos-da-índia, erva-de-laca, erva-goma, uva-da-américa, uva-do-canadá, uva-dos-tintureiros, uva-dos-trópicos, moreles-em-cachos, mechoacã-do-canadá, tinge-ovos.
Outro idioma: Raisim d'Amérique (França).
Características: Planta herbácea ou arbusto.
Caule verde enquanto novo; vermelho quando mais velho.
Folhas grandes, alternas, de pecíolo curto.
Flores brancas, avermelhadas ou vermelhas, em cachos.
Fruto carnoso, polposo, vermelho vivo quando maduro, adocicado e enjoativo.
Contém uma semente.
Habitat: Em toda parte, especialmente nos terrenos cultivados.
Valor terapêutico: Usa-se exteriormente o suco, em aplicações locais, para combater as inflamações.
Prepara-se, do suco desta planta misturado com folhas de batata machucadas, uma cataplasma de efeito antiflogístico e analgésico local.
Para as afecções da boca, língua e garganta, podem fazer-se bochechos
e gargarejos com uma solução do suco desta planta (30 gotas em meio copo de água).
As folhas são venenosas quando verdes, cruas.
No entanto, as folhas novas, com dupla fervura, tornam-se comestíveis, podendo sei usada como verdura comum.
A raiz é fortemente purgativa, também depurativa, mas não devem empregar-se mais que 10 gramas para 1 litro de água, porque é tóxi-xico em alta dose.
O caruru-bravo é indicado também nos casos de enterite, cólicas, dispepsia, leucorréia, ozena.
Os Drs. Hallock e Jonas, dos EEUU, o recomendavam contra a sífilis.
As sementes são venenosas, produzindo a morte.
Acontece, porém, que as crianças, muitas vezes, comem as baguinhas e, como eliminam as sementes intactas, nada sofrem. A seiva das frutinhas parece ser inofensiva.
O perigo está nas sementes.
Partes usadas: Raízes e folhas.




sexta-feira, 19 de junho de 2015

CARUCAÁ (Cordia multispicata) contra tosse

CARUCAÁ (Cordia multispicata) contra tosse

286 CARUCAÁ (Cordia multispicata)
Família: Borragináceas.
Sinonímia: Cauarucaá.
Características: Arbusto pequeno.
As fibras da casca das hastes servem para fabricar cordas.
Valor terapêutico: É uma planta tônica.
Muito empregada como remédio contra tosse, bronquite e gripe.
Parte usada: Folhas, em infusão.



quinta-feira, 18 de junho de 2015

CARRASCO (Cambessederia umbelicata) tuberculose pulmonar

CARRASCO (Cambessederia umbelicata) tuberculose pulmonar

285 CARRASCO (Cambessederia umbelicata)
Família: Melastomáceas.
Características: Arbusto.
Flores pequenas, brancas.
Frutos ar-roxeados contendo sementes miúdas.
Um pêlo macio, aloirado, cobre toda a planta.
Habitat: Norte do Brasil.
Valor terapêutico: É uma planta proveitosa nos casos de gastrite
e tuberculose pulmonar.
Parte usada: Casca.



quarta-feira, 17 de junho de 2015

CARRAPICHO GRANDE para combater os corrimentos purulentos.

CARRAPICHO GRANDE para combater os corrimentos purulentos.

282 CARRAPICHO GRANDE (Triumfetta althaeoides)
Família: Tiliáceas.
Sinonímia: Malva-preta (Belém), carrapicho-liso.
Características: Planta herbácea ou arbusto.
Folhas grandes, ver-de-escuras, lisas.
Flores pequeninas, amarelas.
Fruto: carrapicho.
Habitat: Nos lugares abertos ou cultivados.
Valor terapêutico: O decocto das folhas adstringentes é empregado,
em lavagens da uretra, para combater os corrimentos purulentos.


CARRAPICHO-RASTEIRO (Acanthospermum xanthioides)

283 CARRAPICHO-RASTEIRO (Acanthospermum xanthioides)
Família: Compostas.
Sinonímia: Espinho-de-agulha, poejo-da-praia.
Características: Planta herbácea, rasteira.
Caule ramoso.
Folhas emparelhadas, ovais.
Flores em globos nas pontas dos ramos.
Habitat: Conhecida desde o Estado do Rio até os Estados do Norte.
Valor terapêutico: Encerra propriedades eupépticas e tônicas.
Partes usadas: Folhas e raízes, em infusão.


CARRAPICHO-REDONDO (Urena trilobata)

284 CARRAPICHO-REDONDO (Urena trilobata)
Família: Malvãceas.
Sinonímia: Carrapicho-de-lavadeira, malvaísco, malvalisco, guaxi-ma-roxa.
Características: Planta herbácea, arbustiva.
Habitat: Encontra-se nos Estados do Sul, no Rio de Janeiro, na Bahia, etc.
Valor terapêutico: As folhas, em decocção, têm indicação como diuréticas,
na blenorragia; são também emolientes.
As flores têm propriedades béquicas.



terça-feira, 16 de junho de 2015

CARRAPICHINHO (Urena sinuata)

CARRAPICHINHO (Urena sinuata)

278 CARRAPICHINHO (Urena sinuata)
Família: Malváceas.
Sinonímia: Quiabo-bravo, carapomonga, capimonga, urucuna, guaxima-cor-de-rosa,
carrapichi, carrapicho.
Características: Pequeno arbusto esgalhado.
Folhas lobadas, baças.
Flores róseas, lindas.
Fruto parecido com o quiabo, contendo sementes redondas, achatadas, verdes.
Habitat: Encontra-se freqüentemente nos quintais abandonados,
à beira dos caminhos, etc.
Valor terapêutico: As folhas são emolientes.
As flores são béquicas.
As sumidades, os frutos e as sementes contêm propriedades diuréticas e antifebris.


CARRAPICHO-BEIÇO-DE-BOI (Desmodium diureticum)

279 CARRAPICHO-BEIÇO-DE-BOI (Desmodium diureticum)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Arruda-de-campina-do-rio-de-janeiro, papo-de-peru.
Características: Planta herbácea.
Folhas compostas de três folíolos ovais.
Flores roxas, em cachinhos, com aparência de pequenas borboletas.
Fruto: pequena vagem comprida, que adere à roupa e ao corpo dos animais.
Habitat: Conhecida no Rio, na Bahia, em Pernambuco, etc.
Valor terapêutico: Tem aplicação no tratamento da blenorragia.


CARRAPICHO-DE-AGULHA (Coreopsis tricornea)

280 CARRAPICHO-DE-AGULHA (Coreopsis tricornea)
Família: Compostas.
Características: Erva de menos de um metro de altura.
Caule ar-roxeado ou esverdinhado, esgalhado.
Folhas recortadas em forma de pequenas palmas.
Flores amarelas, miúdas.
Fruto: pequena cápsula.
Valor terapêutico: É considerado bom medicamento contra a icterícia.


CARRAPICHO-DE-CALÇADA (Triumfetta rhomboidea)

281 CARRAPICHO-DE-CALÇADA (Triumfetta rhomboidea)
Família: Tiliáceas.
Sinonímia: Guaxima, amor-do-campo, barba-de-boi.
Características: Arbusto ou erva com base lenhosa.
Folhas subo-vais, cordiformes, trilobadas, crenulado-denteadas.
Flores amarelas.
Fruto ouriçado.
Habitat: É comum nas roças, nos lugares cultivados, nas capoeiras e
nos campos cerrados, em muitos Estados do País.
Valor terapêutico: As folhas, que são mucilaginosas e adstringentes,
são indicadas, em decocção, para lavagens da uretra, em caso de blenorragia.



segunda-feira, 15 de junho de 2015

CARQUEJA (Baccharis triptera, Baccharis genistelloides)

CARQUEJA (Baccharis triptera, Baccharis genistelloides)

276 CARQUEJA (Baccharis triptera, Baccharis genistelloides, Cacalia amara, Cacalia decurrens)
Família: Compostas.
Sinonímia: Cacália-amarga, quina-de-condamine, vassoura, carque.
Características: Arbusto ou subarbusto, que cresce até um metro, mais ou menos, de altura.
As folhas são substituídas por listras aladas, membránáceas e verdes, que acompanham as hastes em toda a sua extensão vertical.
Habitat: Nos lugares úmidos, nas ribanceiras dos rios, etc.
Valor terapêutico: Emprega-se em forma de chás, nos casos de anemia;
cálculos biliares;diarréia; enfermidades do baço, da bexiga, do fígado, dos rins;
má digestão; má circulação do sangue; icterícia; inflamação das vias urinárias;
diabetes; hidropisia; vermes intestinais.
Devido ao seu efeito dissolvente, diurético, e depurativo,
a carqueja presta bons serviços também em casos de: gota, reumatismo, feridas,
chagas venéreas, e mesmo em casos de lepra.
Para estes fins,
além de tomar-se o chá da carqueja, fazem-se também abluções com
uma decocção forte (60:1000) dessa planta, sobre as parte afetadas.
As carquejas também dão bons resultados em anginas e inflamações da garganta,
casos em que se fazem gargarejos com o decocto da planta.
Parte usada: Toda a planta, em decocção.


CARQUEJA-DOCE (Baccharis gaudichaudiana)

277 CARQUEJA-DOCE (Baccharis gaudichaudiana)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Cacália-doce.
Característica: Planta herbácea, muito semelhante à carqueja amarga.
Valor terapêutico: É tônica e febrífuga.



domingo, 14 de junho de 2015

CAROLINA (Adenanthera pavonina)

CAROLINA (Adenanthera pavonina)

275 CAROLINA (Adenanthera pavonina)
Família: Leguminosas-mimosáceas.
Sinonímia: Tento, tento-carolina, condoris.
Características: Árvore grande.
Folhas compostas, bipenadas.
Flores brancas ou amareladas, em cachos axilares.
Fruto: vagem; grãos vermelhos e luzidios.
Valor terapêutico: As folhas são usadas, em banhos, contra o reumatismo.



sábado, 13 de junho de 2015

CAROBA-DO-MATO para lavar boubas e úlceras

CAROBA-DO-MATO para lavar boubas e úlceras

273 CAROBA-DO-MATO (Jacaranda copaia, Simaruba copaia)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Caroba, caraúba, parapará (Baixo Amazonas), parapa-rá-peúva,
marupá-falso, simaruba-falsa, carobuçu.
Outro idioma: Copaia e Bois à pian (Guiana Francesa).
Características: Árvore grande.
Madeira branco-amarelada, clara.
Flores azul-violáceas.
Habitat: Na mata e nas capoeiras velhas de terra firme.
Valor terapêutico: O infuso das folhas é empregado contra a sífilis.
O decocto das folhas é bom para lavar boubas e úlceras,
O decocto da casca é diaforético.
Partes usadas: Folhas e casca.


CAROBINHA-DO-CAMPO (Jacaranda pteroides)

274 CAROBINHA-DO-CAMPO (Jacaranda pteroides)
Família: Bignoniáceas.
Características: É uma planta muito comum no Brasil; variedade de caroba.
Valor terapêutico: Emprega-se para os mesmos fins que a caroba.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

CAROBA para combater as afecções cutâneas

CAROBA para combater as afecções cutâneas

270 CAROBA (Jacaranda brasiliana, Jacaranda procera, Bignonia brasiliana, Hordelestris syphilitica, Bignonia copaia)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Caraúba, jacarandá-preto, jacarandá-caroba, carobinha, barbatimão.
Características: Arbusto trepador.
Folhas opostas bipenadas, em palmas oblongas, folíolos ovais, oblongos, de cor verde-escura por cima e verde-clara por baixo, e de gosto muito amargo.
Fruto em cápsula bivalvar. A raiz é roxo-escura por fora e branco-amarelada por dentro, também de gosto muito amargo.
Valor terapêutico:
O chá das folhas é usado para combater as afecções cutâneas, as boubas, as escrófulas, o reumatismo, a sífilis.
O mesmo chá, tomado de duas em duas horas, dá bom resultado no combate à disenteria amebiana.
O chá tem, além disso, ação fortemente diurética.
O decocto das folhas serve também para lavar feridas e para fazer gargarejos.
As folhas secas, reduzidas a pó, aplicam-se sobre úlceras.
Com a casca da raiz prepara-se um chá de ação sudorífica.
Ver dissertações sobre carobinha-do-campo.
Partes usadas: Casca da raiz e folhas.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.


CAROBA-DA-MIÚDA (Hordelestris undulata)

271 CAROBA-DA-MIÚDA (Hordelestris undulata)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Casco-de-cavalo.
Características: Arbusto.
Valor terapêutico: Tem propriedades antissifilíticas.


CAROBA-DE-FLOR-VERDE (Cybistax antisyphilitica, Bignonia antisyphilitica

272 CAROBA-DE-FLOR-VERDE (Cybistax antisyphilitica, Bignonia antisyphilitica, Bignonia quinquefolia)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Caroba-do-campo, cinco-folhas, cinco-chagas, ipê-branco, ipê-de-flor-verde, ipê-mirim, ipê-pardo, jacarandá.
Características: Árvore alta.
Madeira branca.
Flores verde-pálidas.
Habitat: Muito comum no Brasil.
Valor terapêutico: Recomenda-se contra a sífilis, a bouba (piã), a disuria,
a hidropisia.
Partes usadas: Folhas, brotos, casca, raiz, em decocção ou infusão.



quarta-feira, 10 de junho de 2015

CARNÍCULA (Caesalpinia bonducella) no tratamento da asma

CARNÍCULA (Caesalpinia bonducella) no tratamento da asma

268 CARNÍCULA (Caesalpinia bonducella)
Família: Leguminosas-cesalpiniáceas.
Sinonímia: Inimbóia, juquirirana, juquirionano, lágrimas-de-santa-maria,
olho-de-gato, uaná, ariós, bonduque.
Características: Arbusto sarmentoso, eriçado de espinhos.
Folhas alternas, compostas, biparipenadas, carregadas de espinhos.
Flores amarelas, em pequenos cachos, axilares, também dotados de espinhos.
Fruto: vagem oval, coriácea, bivalvar, recoberta de espinhos, com uma a quatro
sementes globulosas no interior.
Valor terapêutico: Dá bom resultado no tratamento da asma e da erisipela.
Põem-se 20 gramas de sementes em 1 litro de água e deixa-se repousar durante uns dois dias.
Toma-se um gole de duas em duas horas.


CARNÍCULA (Guilandina spinosissima)

269 CARNÍCULA (Guilandina spinosissima)
Família: Leguminosas.
Características: Arbusto de um metro de altura, em touceira, eriçado de espinhos.
Folhas elípticas, espinhosas, em forma de palmas.
Flores amarelas, em cachos pequenos.
Fruto: vagem quase redonda, revestida de espinhos.
Habitat: Medra nas zonas litorâneas, especialmente nos Estados do Nordeste.
Valor terapêutico: As sementes são usadas como desobstruentes das vísceras
abdominais, como remédio contra a erisipela, e no tratamento da asma.



terça-feira, 9 de junho de 2015

CARNAÚBA para combater a hidropisia, o reumatismo e a sífilis.

CARNAÚBA para combater a hidropisia, o reumatismo e a sífilis.

267 CARNAÚBA (Corypha cerifera, Arrudaria cerifera, Copernicia cerifera)
Família: Palmáceas.
Sinonímia: Carandaí, coqueiro-carandá.
Características: É uma palmeira que vegeta nos terrenos arenosos.
Flores monóicas, em grande número, pequeníssimas.
Fruto redondo, do tamanho de uma avelã.
A carnaubeira foi com razão chamada a "árvore-providência",
pois dela tudo se aproveita.
Com suas folhas se cobrem as habitações, se fazem cordas, sacos e chapéus, e delas se retira uma cera que tem numerosas aplicações: serve como isolante e entra na fabricação de vernizes, lubrificantes, discos de vitrola, ácido pícrico para a pólvora, etc.
Seu caule fornece madeira para as construções.
Seu fruto, cuja polpa se aproveita para fazer doces, encerra um caroço de que se extrai um óleo. E sua raiz é usada como medicamento.
Valor terapêutico:
É vantajoso substituto da salsaparrilha.
A raiz da carnaúba é diurética.
Usa-se para combater a hidropisia, o reumatismo e a sífilis.
Parte usada: Raiz, em decocção.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



segunda-feira, 8 de junho de 2015

CARDO-ANANÁS (Cereus triangularis)

CARDO-ANANÁS (Cereus triangularis)

264 CARDO-ANANÁS (Cereus triangularis)
Família: Cactáceas.
Sinonímia: Cardo-ananá, pitaiaiá.
Características: Caule rasteiro-escandente, triangular, articulado, aculeado.
Lindas flores noturnas, de 25 cm de comprimento e 20 de diâmetro,
com sépalas verdes, pétalas brancas e estames vermelhos.
Fruto: baga elíptica, grande, vermelha, deliciosa ao paladar.
Habitat: Encontra-se no Rio de Janeiro.
Valor terapêutico: Usa-se o decocto, em banhos, no tratamento do reumatismo.
Internamente, tem aplicação contra as afecções cardíacas.


CARDO-DA-PRAIA (Cereus variabilis)

265 CARDO-DA-PRAIA (Cereus variabilis)
Família: Cactáceas.
Sinonímia: Cumbeba, jamacuru, cardeiro, jamacaru, pitaiaiá.
Características: Caules erecfos, de 3 a 4 m de altura e 5 cm de diâmetro, muito espinhosos, alados.
Flores infundibuliformes, solitárias, brancas, noturnas, alcançando uns 20 cm de comprimento.
Fruto acídulo-adocicado, mucilaginoso.
Valor terapêutico: O fruto é usado como refrescante nas febres inflamatórias.
Verde e contundido, é aplicado nas úlceras.


CARDO-SANTO (Carduus benedictus, Cnicus benedictus, Centaurea benedicta)

266 CARDO-SANTO (Carduus benedictus, Cnicus benedictus, Centaurea benedicta, Calcitrapa lanuginosa)
Família: Compostas.
Sinonímia: Cardo-bento.
Características: Planta herbácea.
Haste ramosa, lanuginosa, avermelhada.
Folhas decorrentes, sinuadas ou denteadas, espinhosas.
Flores amarelas, em calátides.
Valor terapêutico: É bom remédio para: Afecções do útero, amenorréia, asma, blenorragia, catarros, coqueluche, mau funcionamento do estômago, febres intermitentes, gota, gripe, hidropisia, hipocon-dria, icterícia, resfriados, reumatismo.
Para estes fins, usam-se chás.
É empregado, igualmente, em chás, contra as úlceras gastroduo-denais.
Exteriormente usa-se também o cardo, em dose de 50 gramas ou mais em
um litro de água, para loções no tratamento de aoscessos, chagas, contusões,
feridas, furúnculos, etc.
Partes usadas: Haste e folhas, preferivelmente frescas.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.




domingo, 7 de junho de 2015

CARDAMOMO nas cólicas flatulentas.

CARDAMOMO nas cólicas flatulentas.

263 CARDAMOMO (Amomum cardamomum, Elettaria cardamo-mum, Amomum racemosum)
Família: Zingiberáceas.
Sinonímia: Cardamomo-da-índia, cardamomo-de-sião, água-de-co-lônia (Pernambuco).
Características: Arbusto.
Folhas alternas, estreitas, lanceoladas, acuminadas, quase sésseis, verdes, delgadas.
Flores esbranquiçadas, em cachos longos, irregulares.
Fruto: cápsula.
Valor terapêutico: O cardamomo é empregado nas dispepsias,
ventosidades e cólicas flatulentas.
Parte usada: As sementes, por infusão.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



sábado, 6 de junho de 2015

CARAPANAÚBA (Aspidosperma nitidum) bronquites

CARAPANAÚBA (Aspidosperma nitidum) bronquites

261 CARAPANAÚBA (Aspidosperma nitidum)
Família: Apocináceas.
Sinonímia: Pau-de-remo, sapupema, árvore-de-mosquito.
Outros idiomas: Bois chapelle (Guiana Francesa), Paddle Wood (Inglaterra).
Características: Árvore grande.
Tronco longitudinalmente dividido em lamelas delgadas.
Madeira pardo-amarelada.
Verdadeira peroba.
Habitat: Nas florestas de terra firme, úmidas, do Pará.
Valor terapêutico: É útil nas febres e bronquites.
Parte usada: Casca.


CARAUBEIRA-DO-CAMPO (Tecoma caraiba)

262 CARAUBEIRA-DO-CAMPO (Tecoma caraiba)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Caraúba-do-campo, caraúba, caraiba, caroba, carobei-ra (Marajó), caraubeira, cinco-folhas-do-campo, paratudo (Mato Grosso), pau-d'arco-do-campo.
Características: Árvore pequena.
Madeira branco-pardacenta.
Flores grandes, amarelas, vistosas.
Habitat: Nos campos firmes e na várzea alta, no Baixo Amazonas e no litoral.
Valor terapêutico: A casca, amarga, é febrífuga.



sexta-feira, 5 de junho de 2015

CARANA (Anyris carana) contra os catarros pulmonares.

CARANA (Anyris carana) contra os catarros pulmonares.

259 CARANA (Anyris carana)
Família: Terebintáceas.
Característica: Árvore do porte da almecegueira.
Habitat: Amazônia.
Valor terapêutico: A resina negra é usada contra os catarros pulmonares.


CARAPÁ (Xylocarpus carapa)

260 CARAPÁ (Xylocarpus carapa)
Família: MeliáCeas.
Características: Árvore.
Casca amarela.
Folhas em palmas.
Folíolos lanceolados.
Flores em cachos.
Fruto grande, globuloso, como um coco descascado.
Habitat: Vegeta no Norte do País.
Valor terapêutico: A casca, em decocção, é útil para combater as febres.



quinta-feira, 4 de junho de 2015

CARAJURU (Arrabidaea chica)

CARAJURU (Arrabidaea chica)

258 CARAJURU (Arrabidaea chica)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Guajuru, guarajuru-piranga, Cipó-cruz, chica, piranga, pariri.
Outro idioma: Bignone écarlate (Guiana Francesa).
Características: Planta trepadeira.
Os galhos novos são cilíndricos; os maduros, tetrágonos.
Flores róseas ou violáceas, em panículas terminais.
Habitat: Amazônia.
Valor terapêutico: Tem aplicação contra as impigens e a disenteria.
Parte usada: Folhas, em infusão.



quarta-feira, 3 de junho de 2015

CARÁ-DA-PEDRA (Dioscorea petrea)

CARÁ-DA-PEDRA (Dioscorea petrea)

257 CARÁ-DA-PEDRA (Dioscorea petrea)
Família: Dioscoreáceas.
Característica: É uma planta muito conhecida, agreste no Rio Grande do Sul.
Valor terapêutico: É medicamento eficaz contra a coqueluche.
Também se emprega contra a asma catarral e o catarro bronquial.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



terça-feira, 2 de junho de 2015

CAPUCHINHA-GRANDE (Tropeoalum majus, Cardaminum majus)

CAPUCHINHA-GRANDE (Tropeoalum majus, Cardaminum majus)

255 CAPUCHINHA-GRANDE (Tropeoalum majus, Cardaminum majus)
Família: Tropeoláceas.
Sinonímia: Capuchinha-de-flores-grandes, capucina, chagas, cinco-chagas,
mastruço-do-peru, flor-de-sangue, agrião-do-méxico, agrião-grande-do-peru,
agrião-maior-da-índia.
No Rio de Janeiro chamam-na impropriamente, cocleárea-dos-jardins.
Outro idioma: Crésson du Pérou, Grande capucine (França).
Características: Cipó ornamental.
Atinge 4 a 5 metros.
Folhas alternas, longamente pecioladas.
Flores solitárias, grandes, zigomorfas, hermafroditas, vermelho-alaranjadas.
Muito empregado como condimento.
Parecido com o agrião d'água.
Valor terapêutico: Na medicina caseira esta capuchinha é de grande valor no
tratamento do escorbuto e da escrofulose.
Os frutos secos e reduzidos a pó dão um bom purgante.
Toma-se meio grama em meio copo com água.
As folhas podem ser usadas na alimentação, misturadas nas saladas ou
nos ensopados.
As folhas, em saladas, além de serem um bom remédio contra o escorbuto e a escrofulose, também o são contra as eczemas, a pso-ríase, e outras manifestações cutâneas.
Partes usadas: Folhas e sementes.
Dose: Suco, uma colher das de sopa de duas em duas horas.
Chá, 40 a 50 gramas em 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.




CAPUCHINHA-MIÚDA (Tropaeolum pentaphyllum)

256 CAPUCHINHA-MIÚDA (Tropaeolum pentaphyllum)
Família: Tropeoláceas.
Sinonímia: Capuchinha, capucina, chagas-da-miúda, sapatinho-do-diabo.
Características: Planta trepadeira, de raízes tuberosas e carnosas, acastanhadas.
Folhas quinquefidas ou septenfidas, longipecioladas.
Flores solitárias, vermelhas.
Valor terapêutico: É uma planta de propriedade anti-escorbútica.
Comem-se as folhas em saladas, de mistura com outras ervas, ou toma-se o suco
das folhas, uma colher das de sopa de duas em duas horas.



segunda-feira, 1 de junho de 2015

CAPITÃO-DE-PERNAMBUCO (Hydrocotyle pernambucensis) contra o reumatismo

CAPITÃO-DE-PERNAMBUCO (Hydrocotyle pernambucensis) contra o reumatismo

254 CAPITÃO-DE-PERNAMBUCO (Hydrocotyle pernambucensis)
Família: Umbelíferas.
Características: Planta herbácea.
Folhas reniformes.
Flores branco-amareladas, em cachos, como armação de chapéu de sol.
Fruto: minúscula cápsula achatada, contendo duas sementes.
Habitat: Medra ao pé das águas.
Valor terapêutico: Usa-se interna e externamente como remédio contra
o reumatismo crônico.