sábado, 20 de junho de 2015

CARURU (Amarantus flavus)

CARURU (Amarantus flavus)

287 CARURU (Amarantus flavus)
Família: Amarantáceas.
Sinonímia: Bredo, bredo-rabaça, crista-de-galo, caruru-do-mato,
caruru-crista-de-galo.
Características: Erva silvestre, rasteira, de vergônteas roxas e folhas também
arroxeadas; flores em espigas, com um corpo arredondado e achatado no centro.
Valor terapêutico: Ainda não há estudo científico quanto ao uso desta planta
na medicina, mas recomenda-se para afecções do fígado.
Usa-se em forma de salada, não só para curar as afecções do fígado,
mas também como alimento.
Pode-se também espremer o suco e tomar algumas colheres das de sopa por dia.
Partes usadas: Folhas e talos.


CARURU-BRAVO (Phytolacca decandra)

288 CARURU-BRAVO (Phytolacca decandra)
Família: Fitolacáceas.
Sinonímia: Caruru-açu, caruru-guaçu, caruru-de-cacho, caruru-de-pomba,
tintureira-vulgar, espinafre-macio, espinafre-das-índias,
erva-dos-cachos-da-índia, erva-de-laca, erva-goma, uva-da-américa, uva-do-canadá, uva-dos-tintureiros, uva-dos-trópicos, moreles-em-cachos, mechoacã-do-canadá, tinge-ovos.
Outro idioma: Raisim d'Amérique (França).
Características: Planta herbácea ou arbusto.
Caule verde enquanto novo; vermelho quando mais velho.
Folhas grandes, alternas, de pecíolo curto.
Flores brancas, avermelhadas ou vermelhas, em cachos.
Fruto carnoso, polposo, vermelho vivo quando maduro, adocicado e enjoativo.
Contém uma semente.
Habitat: Em toda parte, especialmente nos terrenos cultivados.
Valor terapêutico: Usa-se exteriormente o suco, em aplicações locais, para combater as inflamações.
Prepara-se, do suco desta planta misturado com folhas de batata machucadas, uma cataplasma de efeito antiflogístico e analgésico local.
Para as afecções da boca, língua e garganta, podem fazer-se bochechos
e gargarejos com uma solução do suco desta planta (30 gotas em meio copo de água).
As folhas são venenosas quando verdes, cruas.
No entanto, as folhas novas, com dupla fervura, tornam-se comestíveis, podendo sei usada como verdura comum.
A raiz é fortemente purgativa, também depurativa, mas não devem empregar-se mais que 10 gramas para 1 litro de água, porque é tóxi-xico em alta dose.
O caruru-bravo é indicado também nos casos de enterite, cólicas, dispepsia, leucorréia, ozena.
Os Drs. Hallock e Jonas, dos EEUU, o recomendavam contra a sífilis.
As sementes são venenosas, produzindo a morte.
Acontece, porém, que as crianças, muitas vezes, comem as baguinhas e, como eliminam as sementes intactas, nada sofrem. A seiva das frutinhas parece ser inofensiva.
O perigo está nas sementes.
Partes usadas: Raízes e folhas.





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