domingo, 28 de junho de 2015

CATINGA-DE-MULATA (Leucas martinicensis, Stachys fluminensis)

CATINGA-DE-MULATA (Leucas martinicensis, Stachys fluminensis)

302 CATINGA-DE-MULATA (Leucas martinicensis, Stachys fluminensis)
Família: Labiadas.
Sinonímia: Cordão-de-frade, cordão-de-são-francisco.
Características: Planta herbácea.
Folhas cordiformes, oblongas, lanceoladas, crenadas.
Flores amarelas, em glomérulos aproximados em espigas.
Não se deve confundir esta planta com outras de igual nome,
da família das compostas, que vulgarmente também se chamam tasneira
(Tanacetum vulgare) e balsamita vulgar ou atanásia-dos-jardins
(Tana-cetum balsamita).
Valor terapêutico: Planta indicada para combater a asma, dores artríticas,
gota, histerismo, reumatismo.
Toma-se o chá, em infusão; emprega-se também o decocto em banhos.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.


CATINGA-DE-MULATA (Tanacetum balsamita)

303 CATINGA-DE-MULATA (Tanacetum balsamita)
Família: Compostas.
Sinonímia: Balsamita-vulgar, atanásia-dos-jardins.
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: É uma planta antiespasmódica.



CATINGA-DE-MULATA (Tanacetum vulgare)

304 CATINGA-DE-MULATA (Tanacetum vulgare)
Família: Compostas.
Sinonímia: Tasneira, erva-contra-vermes, atanásia-das-boticas.
Outro idioma: Tanaisie (França).
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: É uma planta vermífuga e emenagoga.
Em alta dose é abortiva e perigosa.
As folhas são insetífugas.
Não se deve confundir esta catinga-de-mulata com outras de igual nome.





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