sexta-feira, 31 de julho de 2015

CIPÓ-SUMA (Anchietea salutaris)

CIPÓ-SUMA (Anchietea salutaris)

349 CIPÓ-SUMA (Anchietea salutaris)
Família: Violáceas.
Sinonímia: Paraguaia, piraguaia, piraguara, piragaia.
Característica: Trepadeira de caule suberoso e brancacento.
Habitat: Nas capoeiras dos Estados de S. Paulo, Minas, etc.
Valor terapêutico: A raiz, que tem propriedades eméticas e purga-tivas,
é utilizada nas moléstias exantemáticas (que produzem erupções cutâneas),
na coqueluche, no reumatismo, na sífilis, na sarna e nas dermatoses.



quinta-feira, 30 de julho de 2015

CIPÓ-IMBÉ (Philodendron bipinnatifidum, Philodendron imbe)

CIPÓ-IMBÉ (Philodendron bipinnatifidum, Philodendron imbe)

347 CIPÓ-IMBÉ (Philodendron bipinnatifidum, Philodendron imbe)
Família: Aráceas.
Sinonímia: Bananeira-imbé, ambé, uambé, uambé-curua, tracuá, curuba,
bananeira-do-brejo, costela-de-adão.
Características: Cipó epífito, dotado de raízes adventícias,
pelas quais se prende aos seus sustentáculos (árvores ou rochas).
O caule termina numa frondosa copa folhear, que leva este vegetal
a ser classificado entre as mais belas plantas ornamentais.
Suas enormes folhas longipecioladas penatífidas, ovais no ápice e sagitifor-mes na base,
cujo limbo mede até 80 cm de comprimento, formam um grande tufo arredondado, que esconde completamente o tronco enquanto este é ainda baixo.
As raízes adventícias, compridas, delgadas e resistentes, são usadas para fabricação de cordas.
Valor terapêutico: O decocto das folhas frescas e cascas do caule é recomendado,
em banhos, nos seguintes casos: erisipela, inflamações reumáticas, orquite.
O mesmo cozimento, em dose mais fraca (10:1000), usa-se na hidropisia, tomando-se várias xícaras ao dia.
As folhas frescas, amassadas, aplicam-se sobre úlceras.
A raiz, em pó, é um purgativo drástico.
Usa-se com cuidado.
Partes usadas: Folhas, casca, raiz.


CIPÓ MIL HOMENS (Aristoiochia raja)

348 CIPÓ MIL HOMENS (Aristoiochia raja)
Família: Aristoloquiáceas.
Sinonímia: Jarrinha-arraia, raja.
Característica: Planta trepadeira.
Valor terapêutico: A raiz encerra propriedades emenagogas.




quarta-feira, 29 de julho de 2015

CIPÓ-DE-GOTA (Cissusplucherrima)

CIPÓ-DE-GOTA (Cissusplucherrima)

345 CIPÓ-DE-GOTA (Cissusplucherrima)
Família: Vitáceas.
Característica: Planta trepadeira.
Habitat: Comum no Rio de Janeiro e noutros Estados.
Valor terapêutico: Tem aplicação contra os reumatismos.
Família: Sapindáceas.
Características: Cipó arbustivo.
Folhas oval-alongadas.
Flores brancas, em cachos.
Fruto obcônico, cor de barro.
Habitat: Medra nos Estados do Nordeste.
Valor terapêutico: O fruto é apregoado como remédio contra as imprgens.



terça-feira, 28 de julho de 2015

CIPÓ-DE-CUMAMÃ (Euphorbia phosphorea)

CIPÓ-DE-CUMAMÃ (Euphorbia phosphorea)

343 CIPÓ-DE-CUMAMÃ (Euphorbia phosphorea)
Família: Euforbiácefas.
Características: Arbusto espinhoso, de ramos entrelaçados.
Serve para cercas. O suco leitoso que exsuda da planta, quando cortada,
reluz como o fósforo, e causa prurido sobre a pele.
Habitat: Bahia e outros Estados.
Valor terapêutico: Aplicam-se os ramos novos, em forma de cata-plasmas,
sobre as úlceras e a pústula maligna (carbúnculo).


CIPÓ-DE-ESCADA (Caulotretus macrostachys)

344 CIPÓ-DE-ESCADA (Caulotretus macrostachys)
Família: Leguminosas.
Característica: Planta trepadeira.
Valor terapêutico: Encerra virtudes adstringentes.



segunda-feira, 27 de julho de 2015

CIPÓ-DE-COPACABANA (Salacia silvestris)

CIPÓ-DE-COPACABANA (Salacia silvestris)

341 CIPÓ-DE-COPACABANA (Salacia silvestris)
Família: Hipocratáceas.
Características: Cipó. Folhas obovais.
Flores pequenas, axilares.
Fruto pequeno, amarelo-dourado, semi-rugoso, contendo sementes grandes.
Habitat: É uma planta comum no Estado do Rio de Janeiro.
Valor terapêutico: O decocto das folhas, em banhos quentes,
é útil contra o reumatismo muscular e as nevralgias.


CIPÓ-DE-CORDA (Bignonia aequinoxialis)

342 CIPÓ-DE-CORDA (Bignonia aequinoxialis)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Cipó-de-amarrar, cipó-de-cesto, caranguejo.
Outro idioma: Lianne-blanche, Lianne-jaune (Guiana Francesa).
Característica: Cipó trepador.
Valor terapêutico: Tem propriedades béquicas, difusivas.
Parte usada: Flores, em infusão.



domingo, 26 de julho de 2015

CIPÓ-DALHO (Seguiera americana, Seguiera floribunda)

CIPÓ-DALHO (Seguiera americana, Seguiera floribunda)

340 CIPÓ-D'ALHO (Seguiera americana, Seguiera floribunda, Seguiera aculeata, Bignonia Alliacea)
Família: Fitolacáceas.
Características: Cipó que se trança nas árvores.
Cortado, exala um cheiro de alho.
Valor terapêutico: É uma planta apregoada por suas virtudes hi-dragogas, anti-reumáticas e anti-hidrópicas.
Aconselha-se também nos casos de cólicas, verminose e sicose.
As folhas têm propriedades diuréticas.



sábado, 25 de julho de 2015

CIPÓ-DÁGUA (Doliocarpus rolandri)

CIPÓ-DÁGUA (Doliocarpus rolandri)

338 CIPÓ-D'ÁGUA (Doliocarpus rolandri)
Família: Dileniáceas.
Sinonímia: Cipó-vermelho, cipó-caboclo-venenoso, muiraqueteca, murucutua, sambaíba.
Característica: Cipó grande.
Habitat: Terra firme.
Valor terapêutico: A casca é adstringente.
A seiva, diurética, é útil na icterícia e nas cistites. O pó da casca é empregado contra as febres palustres. A raiz é diurética e algo purgativa.
Os frutos são venenosos.


CIPÓ-D'ALHO (Adenocalymna alliaceum)

339 CIPÓ-D'ALHO (Adenocalymna alliaceum)
Família: Bignoniáceas.
Outro idioma: Bejuco de Ajo (Venezuela).
Características: Cipó grande.
Lindas flores róseas.
As folhas exalam forte cheiro de alho.
Valor terapêutico: É uma planta febrífuga, útil contra os resfriados.
Parte usada: Folhas, em infusão.



sexta-feira, 24 de julho de 2015

CIPÓ-CORIMBÓ (Tanaecium nocturnum)

CIPÓ-CORIMBÓ (Tanaecium nocturnum)

336 CIPÓ-CORIMBÓ (Tanaecium nocturnum)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Cipó-paré, corimbó, corimbó-da-mata.
Características: Planta trepadeira.
Fresca, exala forte odor de amêndoas amargas.
Flores brancas, grandes, aromáticas, que se abrem somente de noite.
As pétalas se desprendem ao despontar o dia. :
Habitat: Na mata de terras altas, na Amazônia.
Valor terapêutico: O infuso da casca é empregado para combater
a gastrite e a gastralgia.


CIPÓ-CRAVO (Tynnanthus fasciculatus)

337 CIPÓ-CRAVO (Tynnanthus fasciculatus)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Cipó-trindade.
Características: Cipó cujas folhas cheiram a cravo-da-índia.
Valor terapêutico: É uma planta estomáquica, boa contra a dispepsia.



quinta-feira, 23 de julho de 2015

CIPÓ-CHUMBO (Cuscuta umbellata)

CIPÓ-CHUMBO (Cuscuta umbellata)

334 CIPÓ-CHUMBO (Cuscuta umbellata)
Família: Convolvuláceas.
Sinonímia: Cipó-dourado, fios-de-ouro, xiriubeira, cuscuta.
Características: "O cipó-chumbo vive sempre à custa de outras plantas, destruindo-as.
Seus caules finos e volúveis trepam sobre qualquer vegetal vizinho,
separam-se da raiz e ficam vivendo à custa daquele de que se apoderaram.
Compõem-se de vergônteas lisas, finas, esverdinhadas às vezes,
quase sempre amarelas, sem folhas, com feixes de flores pequenas e arredondadas,
brancas, ou trigueiras. O fruto é pequena cápsula.
" Dicionário Brasileiro de Plantas Medicinais, pág. 97.
Valor terapêutico: Em infusão, é adstringente, estomáquico e diurético.
Usa-se para combater as diarréias sanguinolentas, as hemoptises, a icterícia.
Nas afecções da garganta (anginas, amigdalites, faringites), fazem-se gargarejos
com o decocto desta planta.
O suco fresco dçsta convolvulácea é muito útil na amigdalite e na rouquidão.
Seca e reduzida a pó, aplica-se sobre as feridas e úlceras para as cicatrizar.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



CIPÓ-CHUMBO-ORDINÁRIO (Cuscuta racemosa)

335 CIPÓ-CHUMBO-ORDINÁRIO (Cuscuta racemosa)
Família: Cuscutáceas.
Características: Cipó. É a espécie mais abundante das que vulgarmente
se conhecem como cipó-chumbo.
Valor terapêutico: Encerra propriedades adstringentes.



quarta-feira, 22 de julho de 2015

CIPÓ CARNEIRO (Echites suberosa)

CIPÓ CARNEIRO (Echites suberosa)

333 CIPÓ CARNEIRO (Echites suberosa)
Família: Apocináceas.
Características: Planta trepadeira.
Flores grandes, brilhantes.
Fruto: cápsula contendo sementes envoltas em pêlos macios.
Valor terapêutico: O infuso desse cipó é um poderoso hemostático:
faz parar as hemoptises e as hemorragias uterinas.


terça-feira, 21 de julho de 2015

CIPÓ-CAPADOR (Echites peltata)

CIPÓ-CAPADOR (Echites peltata)

322 CIPÓ-CAPADOR (Echites peltata)
Família: Apocináceas.
Sinonímia: Capa-homem, cipó-de-paina, cipó-santo, erva-santa, joão-da-costa, paina-de-penas.
Características: Planta trepadeira, volúvel.
Caule e ramos ferrugí-neo-tomentosos, quando novos.
Folhas opostas, peitadas, ovais, com o ápice cuspidado e a base arredondada.
Flores verde-amareladas.
Valor terapêutico: "O infuso do caule e das folhas é usado contra as orquites e inflamações do aparelho uro-genital.
A dose nunca deve passar de uma colher pequena por dia (dividida em 4-6 partes) de um infuso feito com 2 gramas do vegetal e.
200 gramas de água. O abuso de doses mais fortes leva mesmo ao fim que o nome do vegetal drasticamente indica." Dr.
Frederico W. Freise.




segunda-feira, 20 de julho de 2015

CIPÓ-CABOCLO (Davila rugosa) é purgativa drástica.

CIPÓ-CABOCLO (Davila rugosa) é purgativa drástica.

331 CIPÓ-CABOCLO (Davila rugosa)
Família: Dileniàceas.
Sinonímia: Sambaibinha, sambaíba, folha-de-lixa, muiraqueteca, muirateteca,
capa-homem, cipó-capa-homem, cipó-de-carijó, cipó-vermelho.
Características: Planta trepadeira (cipó grande).
Folhas alternas, oblongas, pecioladas, ásperas ao tato.
Flores amarelo-pálidas, em cachos.
Fruto: cápsula oval.
Habitat: Na terra firme.
Valor terapêutico: O decocto das folhas é empregado, em banhos,
contra o linfatismo, a inchação das pernas, as orquites.
A raiz (2 gramas de pó) é purgativa drástica.
Partes usadas: Folhas e raiz.

domingo, 19 de julho de 2015

CINZEIRO (Terminalia tanibouca)

CINZEIRO (Terminalia tanibouca)

330 CINZEIRO (Terminalia tanibouca)
Família: Combretáceas.
Sinonímia: Tanibuca, cuiarana, pau-joffrey, jasmineiro.
Outro idioma: Langoussi (Guiana Francesa).
Características: Árvore grande ou média.
Madeira acinzentada.
Habitat: Nas várzeas do estuário do Amazonas e na região costeira do Estado.
Valor terapêutico: A casca, adstringente, é empregada para combater a diarréia.



sábado, 18 de julho de 2015

CINCO-FOLHAS (Penax quinquefolium)

CINCO-FOLHAS (Penax quinquefolium)

329 CINCO-FOLHAS (Penax quinquefolium)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Azougue-dos-pobres, braço-de-preguiça, barba-de-são-pedro, panacéia,
tarumã, erva-carneira.
Note-se bem que há igualmente outras plantas conhecidas pelos nomes:
cinco-folhas, panacéia, tarumã.
Características: Arbusto.
Folhas grandes, alternas, obovais, pecioladas.
Flores em cimeiras.
Fruto: baga lisa, amarela.
Habitat: Rio de Janeiro, Minas Gerais, etc.
Valor terapêutico: Esta planta é um poderoso depurativo do sangue.
Na sífilis, blenorragia, reumatismo, dartros, moléstias da pele, etc,
dá excelentes resultados.
Os homeopatas indicam esta planta como medicamento útil nos casos de cefalalgia,
reumatismo e sífilis.
O que não se pode passar por alto é que as folhas desta planta encerram propriedades diuréticas.
Diz, a propósito, o Dr. J. Monteiro da Silva:
"Cinco-folhas poderoso diurético, útil na obesidade e nas moléstias do útero, da bexiga e da uretra.
Usam-se as folhas em cozimento, na quantidade de uma garrafa a um litro por dia."
Partes usadas: Folhas e raiz.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



sexta-feira, 17 de julho de 2015

CINAMOMO (Melia azedarach) é insetífugo

CINAMOMO (Melia azedarach) é insetífugo

328 CINAMOMO (Melia azedarach)
Família: Meliáceas.
Sinonímia: Lírio, lilás-das-antilhas, lilás-das-índias, lilás-da-china,
lilás-do-japão, lírio-da-índia, árvore-santa, jasmim-de-soldado, jasmim-de-caiena, amargozeira, conteira, loureiro-grego, paraíso.
Outros idiomas: Lilás du Japon (França), Paraíso (Paraguai).
Características: Árvore pequena ou média, elegante.
Folhas grandes, alternas, compostas.
Folíolos oval-lanceolados, agudos.
Flores pequenas, roxo-claras, em panículas grandes.
Fruto ovóide, pequeno, não comestível, porém ornamental.
Habitat: Cultivado nos jardins.
Valor terapêutico:
O extrato das folhas e das sementes é insetífugo:
serve para combater parasitas do homem e dos animais.
Socadas e aplicadas sobre tumores, as folhas agem como matura-tivas.
A casca, a raiz e o fruto são adstringentes e vermífugos, porém, em alta dose,
são abortivos e tóxicos.
Aplicam-se, em cataplasmas, sobre bubões e adenites.




quinta-feira, 16 de julho de 2015

CHAPÉU DE COURO Combate reumatismo e doenças da pele

CHAPÉU DE COURO Combate reumatismo e doenças da pele

327 CHAPÉU DE COURO (Echinodorus macrophyllus)
Família: Alismatáceas.
Sinonímia: Chá-mineiro, chá-da-campanha, erva-do-brejo, erva-do-pântano.
Características: Planta herbácea.
Folhas grandes.
Habitat: Nas margens dos rios, lagos e pântanos, em S. Paulo, Minas,
Mato Grosso e outros Estados.
Valor terapêutico: Tem aplicação, com bons resultados, nos casos de:
ácido úrico, artritismo, catarros das vias urinárias, dermatoses, edemas,
erupções cutâneas, gota, hidropisia, impurezas do sangue, ingurgitação do fígado,
litíase, nefrite, nevralgia, reumatismo, sífilis. É também diurético e levemente laxativo.
Diz um médico com respeito ao chapéu-dé-couro:
"O seu emprego é útil no reumatismo crônico, nas dermites diversas
ou moléstias da pele, quer simples, quer específicas.
O indivíduo que usa o chapéu-de-couro adquire uma pele fina, sedosa, sem nenhuma excrescência;
combate perfeitamente toda e qualquer moléstia da pele.
É um poderoso diurético.
Tenho curado velhos de reumatismo (65 anos) só com o cozimento desta planta.
O chá é agradável, somente um pouco amargo.
Usa-se como mate e nas mesmas proporções.
Pode-se torrar as folhas em estufa e toma-se em chá, à vontade.
Tendo sido dada uma notícia no 'Jornal do Comércio' sobre esta planta,
muitas pessoas mineiras e soldados procuravam e pediam remoção para várias cidades do sul de Minas, onde sabiam existir abundância do chapéu-de-couro.
E a maioria obtinha melhoras francas ao iniciar o tratamento pela ativa planta dos sapais.
Em Águas Virtuosas do Lambari existia um pântano cheio de chapéu-de-couro, mas os doentes em pouco tempo acabaram com ele e foram exportados sacos de folha para diversos pontos.
Os doentes sentem-se bem, voltando-Ihes de novo o vigor e a atividade.
Sentem-se com ânimo e coragem para de novo entrar na luta pela vida."
Parte usada: Folhas.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



quarta-feira, 15 de julho de 2015

CHAMANA (Drozera tuberosa) contra a disenteria.

CHAMANA (Drozera tuberosa) contra a disenteria.

326 CHAMANA (Drozera tuberosa)
Família: Droseráceas.
Sinonímia: Nove-horas.
Características: Planta herbácea, esgalhada, de uns 20 cm de altura.
Flores grandes, amarelas, com manchas roxas na base e no meio das pétalas.
Fruto capsular, cônico, pequeno, contendo muitos grãos.
Habitat: Medra nos Estados do Nordeste.
Valor terapêutico: Os pequenos tubérculos da raiz têm aplicação
contra a disenteria.



terça-feira, 14 de julho de 2015

CHÁ-DA-TERRA (Buddleia quinquenaria)

CHÁ-DA-TERRA (Buddleia quinquenaria)

325 CHÁ-DA-TERRA (Buddleia quinquenaria)
Família: Escrofulariáceas.
Sinonímia: Chá-do-mato.
Características: Planta herbácea.
Caule cor de púrpura.
Folhas estreitas, recortadas, lustrosas.
Flores miúdas, brancas.
Habitat: Comum nos Estados do Nordeste.
Valor terapêutico: É uma planta apregoada como calmante.
Usa-se em infusão.



segunda-feira, 13 de julho de 2015

CHÁ-DA-AMÉRICA (Capraria biflora)

CHÁ-DA-AMÉRICA (Capraria biflora)

324 CHÁ-DA-AMÉRICA (Capraria biflora)
Família: Escrofulariáceas.
Sinonímia: Chá-de-marajó, chá-da-terra, chá-bravo, chá-de-lima,
chá-da-martinica, chá-das-antilhas, chá-do-méxico, balsaminha.
Outro idioma: Thé Guadeloupe (Guiana Francesa).
Característica: Planta herbácea, muito usada na Bahia.
Valor terapêutico:
As folhas e as sumidades floridas são diaforéticas,
febrífugas, tônicas e digestivas.
Em mistura com outras plantas adstringentes, o chá-da-américa é recomendado
contra a diarréia.



domingo, 12 de julho de 2015

CEREJEIRA DE PURGA (Melothrian pêndula)

CEREJEIRA DE PURGA (Melothrian pêndula)

323 CEREJEIRA DE PURGA (Melothrian pêndula)
Família: Cucurbitáceas.
Características: Planta herbácea, trepadeira.
Folhas recortadas.
Flores solitárias.
Fruto: baga alongada, pequena.
Habitat: S. Paulo e outros Estados.
Valor terapêutico: O fruto é purgativo.
Metade de um fruto é forte purgante para um adulto.



sábado, 11 de julho de 2015

CEREFÓLIO (Anthriscus cerefolium)

CEREFÓLIO (Anthriscus cerefolium)

322 CEREFÓLIO (Anthriscus cerefolium)
Família: Umbelíferas.
Sinonímia: Cerefolho.
Características: Erva herbácea.
Haste estirada, pubescente acima dos nós.
Folhas duplamente compostas. Pínulas recortadas em col-milhos.
Inflorescência em umbelas opositifólias.
Empregado como condimento.
Valor terapêutico: É uma planta indicada nos seguintes casos:
debilidade do estômago, diabetes, efeito do abuso de purgantes,
enfermidades nervosas, enfermidades da bexiga, gota, histerismo.
Empregam-se as sementes em infusão (20:1000).
Nas inflamações dos olhos, as loções e cataplasmas das folhas de cerefólio são um remédio excelente.
O vapor do cozimento de cerefólio dá bom resultado nas hemorróidas.
Cataplasmas de folhas frescas, machucadas, aplicadas sobre o seio inflamado
das lactantes (inflamado por motivo de estancamento do leite), desinflamam o peito e fazem soltar o leite.
O chá das folhas e sementes aumenta a secreção do leite.
O suco das folhas dá bom resultado na asma, enfermidades da pele, impurezas do sangue, febre dos tísicos.
Toma-se uma colher das de sopa três vezes por dia.




sexta-feira, 10 de julho de 2015

CENTÁUREA-MAIOR (Centaurea centaurium, Centaurea majus)

CENTÁUREA-MAIOR (Centaurea centaurium, Centaurea majus)

320 CENTÁUREA-MAIOR (Centaurea centaurium, Centaurea majus)
Família: Compostas.
Outro idioma: Centaurea mayor, Hiel de tierra (Argentina).
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: Ê uma planta tônica, sudorífica, eupéptica, anti-hemorroidal.
É boa, também, contra as afecções cutâneas.
Usa-se em infusão.
A raiz, reduzida a pó, é recomendada nos casos de convulsões, pleurisia, dispnéia, tosse, hemoptise.


CENTÁUREA-MENOR (Erythraea centaurium, Gentiana centaurium, Chironia centaurium, Centaurium minus)

321 CENTÁUREA-MENOR (Erythraea centaurium, Gentiana centaurium, Chironia centaurium, Centaurium minus)
Família: Gencianáceas.
Sinonímia: Fel-da-terra, erva-da-febre, erva-do-centauro, planta-de-febre, erva-febrífuga, erva-de-chiron, quebra-febre.
Características: Planta herbácea.
Haste delgada, quadrangular, de ramos axilares opostos, dicótomos, ascendentes, lisos, glabros.
Folhas opostas, sésseis, ovais, acuminadas, inteiras.
Flores vermelhas ou ró-seo-claras, providas de brácteas.
O fruto é uma cápsula alongada.
Valor terapêutico: Emprega-se como estomáquico nas dispepsias,
como aperiente na anorexia, como carminativo nas fíatulências e na acidez do estômago, como desobstruente na opilação do fígado.
Usa-se também nas febres intermitentes, na gota, e contra os vermes intestinais.
Tem aplicação, igualmente, como tônica, diurética, emenagoga, detersiva, vulnerária.
Exteriormente aplica-se, em loções ou cataplasmas, sobre úlceras escrofulosas ou escorbúticas, feridas velhas, etc.
Parte usada: As sumidades floridas.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.





quinta-feira, 9 de julho de 2015

CENTÁUREA BRASILEIRA tônicas e estomacais

CENTÁUREA BRASILEIRA tônicas e estomacais

318 CENTÁUREA BRASILEIRA (Callopisma perfoliatum)
Família: Gencianáceas.
Característica: Planta herbácea.
Habitat: Muito abundante em Minas.
Valor terapêutico: Tem propriedades tônicas e estomacais.
Parte usada: Raiz.


CENTÁUREA-DO-BRASIL (Dejanira erubescens)

319 CENTÁUREA-DO-BRASIL (Dejanira erubescens)
Família: Gencianáceas.
Sinonímia: Fel-da-terra. (Há várias plantas chamadas fel-da-terra).
É também conhecida pelos nomes de copo-dágua e boca-de-sapo.
Características: Planta de haste erecta, delgada, de ramos axilares opostos, dicótomos, ascendentes.
Folhas opostas, sésseis, obovais.
Flores róseo-avermelhadas, reunidas em cimeiras, nas extremidades dos ramos.
O fruto é uma cápsula alongada.
Valor terapêutico: No que diz respeito às suas propriedades terapêuticas, esta planta nada fica a dever à centáürea-menor (Erythraea centaurium).
Atua como estomáquica, corrigindo rapidamente "qualquer dúvida gástrica ou intestinal".
Folhas e flores.
Combate os vermes intestinais.
Raízes.
No combate às febres, inclusive as intermitentes, substitui eficazmente o quinino.
Raízes e hastes.
É ótimo aperiente.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



quarta-feira, 8 de julho de 2015

CELIDÔNIA (Chelidonium majus)

CELIDÔNIA (Chelidonium majus)

317 CELIDÔNIA (Chelidonium majus)
Família: Papaveráceas.
Sinonímia: Quelidônia, ceruda, erva-andorinha, erva-das-verrugas.
Características: Planta herbácea, de 30 cm a 1 m de altura.
Rizoma da grossura de um dedo.
Haste ramificada, recoberta de uma pe-lugem.
Folhas alternas, aveludadas, irregularmente recortadas em vários lobos, de bordos crenados.
Flores amarelo-douradas, reunidas em cimeiras umbeliformes.
Valor terapêutico: É indicada como calmante na inflamaçãç da vesícula biliar,
contra as cãibras do estômago, contra as crises de asma.
Também tem indicação nas inflamações supurativas dos olhos.
O suco das folhas e da raiz é empregado para fazer desaparecer verrugas e calos.
As folhas frescas, machucadas, se aplicam sobre feridas supura-das, que custam a sarar.
O chá das folhas se usa para lavar o rosto, a fim de tirar as manchas e panos.
A raiz da celidônia é boa para combater a icterícia.
Partes usadas: Folhas e raiz.
Dose: Uso interno 5 gramas para 1 litro de água; uma xícara por dia.




terça-feira, 7 de julho de 2015

CEDRO (Cabralea leavis) para lavar feridas e úlceras

CEDRO (Cabralea leavis) para lavar feridas e úlceras

313 CEDRO (Cabralea leavis)
Família: Meliáceas.
Sinonímia: Caiárana.
Características: Árvore grande.
Folhas longipecioladas, compostas.
Folíolos opostos.
Habitat: Ocorre, em abundância, desde o Rio até o Ceará.
Valor terapêutico: Emprega-se o infuso da rasura do cedro-rosa
para lavar feridas e úlceras, sobre as quais se colocam panos molhados
nesse infuso, que também é bom para combater as orquites.


CEDRO-BRANCO (Cedrela fissilis, Cedrela brasiliensis)

314 CEDRO-BRANCO (Cedrela fissilis, Cedrela brasiliensis)
Família: Meliáceas.
Sinonímia: Cedro-batata.
Características: Árvore grande.
Folhas pinadas.
Folíolos opostos, quase sêsseis alongados ou lanceolados.
Habitat: É conhecido desde o Estado do Rio até a Amazônia.
Valor terapêutico: A casca, que se usa em decocção, encerra propriedades
adstringentes e febrífugas.


CEDRO-ROSA (Cedrela Glaziovii)

315 CEDRO-ROSA (Cedrela Glaziovii)
Família: Meliáceas.
Sinonímia: Cedro-vermelho.
Características: Árvore.
Folhas compostas de 6 a 8 pares de folíolos opostos, glabros.
Habitat: Conhecido no Rio e noutros Estados.
Valor terapêutico: A casca, que tem cheiro de alho,
é reputada como emética e adstringente.


CEDRO-VERMELHO (Cedrela odorata)

316 CEDRO-VERMELHO (Cedrela odorata)
Família: Meliáceas.
Sinonímia: Cedro-fêmea, cedro-mogno, cedro-cheiroso, cedro-bor-dado, acaju.
Outros idiomas: Acajou femelle, Cedre acajou (Guiana Francesa), Cedar (Inglaterra), Cederholz (Alemanha).
Característica: Árvore muito grande.
Habitat: Na mata de terra firme e na da várzea alta.
Valor terapêutico: A casca é adstringente, tônica e febrífuga.
O «decocto da madeira, externamente, é usado nas orquites, e, internamente,
como emético violento.
O pó da casca e o óleo das sementes têm aplicação detergente nas
feridas gangrenosas e nas úlceras atônicas.



segunda-feira, 6 de julho de 2015

CEBOLA-CECÉM (Amaryllis belladona) expectorante

CEBOLA-CECÉM (Amaryllis belladona) expectorante

312 CEBOLA-CECÉM (Amaryllis belladona)
Família: Amarilidáceas.
Sinonímia: Cebola-do-mato.
Características: Planta herbácea.
As folhas, longas, ensiformes, verde-desmaiadas, partem da superfície da terra.
Flores grandes, vermelhas, afuniladas, inodoras. A raiz ê semelhante a uma cebola alongada.
Valor terapêutico:
O bolbo é estimulante, emético e expectorante.
Tóxico em alta dose.
Empregado nas afecções pulmonares, mormente na bronquite, na asma, na coqueluche.
Também na angina.




domingo, 5 de julho de 2015

CEBOLA-BRAVA-DO-PARÁ (Pancratium guianenses) catarros

CEBOLA-BRAVA-DO-PARÁ (Pancratium guianenses) catarros

311 CEBOLA-BRAVA-DO-PARÁ (Pancratium guianenses)
Família: Amarilidáceas.
Sinonímia: Cebola-branca, cebola-brava, cila-da-terra, cila-brasileira,
açucena-d'água (Marajó).
Características: Planta herbácea.
Flores brancas, grandes, muito perfumadas.
Habitat: Nas terras alagadiças.
Valor terapêutico: O bolbo, acre, é estimulante, emético, expectorante e
diurético.
Útil nos catarros, nas bronquites, na hidropisia.



sábado, 4 de julho de 2015

CAVALINHA (Equisetum arvense, Equisetum sylvaticum, Equi-setum pyramidale, Equisetum Martii, Equisetum ramosissimum, Equisetum bogotensis, Equisetum xylochaeton, Equisetum giganteum)

CAVALINHA (Equisetum arvense, Equisetum sylvaticum, Equi-setum pyramidale, Equisetum Martii, Equisetum ramosissimum, Equisetum bogotensis, Equisetum xylochaeton, Equisetum giganteum)

310 CAVALINHA (Equisetum arvense, Equisetum sylvaticum, Equi-setum pyramidale, Equisetum Martii, Equisetum ramosissimum, Equisetum bogotensis, Equisetum xylochaeton, Equisetum giganteum)
Família: Equissetáceas.
Sinonímia: Rabo-de-cavalo, cola-de-cavalo, milho-de-cobra (Norte), lixa-vegetal, erva-canudo, cavalinho.
Características: "As Equissetáceas são plantas isosporadas de caule simples ou verticalmente ramificado com folhas escamosas, concresci-das e formando bainha.
Os esporângios estão insertos na face dorsal (inferior) de excrecências escudiformes, reunidas numa espiga comprida." João S. Decker, Aspectos Biológicos da Flora Brasileira, pág. 541.
Habitat: Nos terrenos brejosos, à beira dos córregos e rios.
Valor terapêutico: É bom remédio contra as afecções dos rins, bexiga e próstata.
É também diurético.
Nestes casos usam-se 10 gramas para 1 litro de água; 3 a 4 xícaras por dia.
Emprega-se, em chás, contras as úlceras gastroduodenais.
Nas hemorragias internas e nas regras excessivas, usa-se como he-mostático.
30 a 40 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.
Na febre puerperal fazem-se duas lavagens vaginais por dia.
Em-pregam-se 20 a 30 gramas para 1 litro de água.
Nas inflamações dos olhos empregam-se compressas de chá de cavalinha.
Renovam-se de 15 em 15 minutos.
No edema generalizado, o chá de cavalinha produz bom efeito. 10 a 15 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.
Externamente, usa-se, em loções, para curar feridas, úlceras, etc.
(50 a 60 gramas para 1 litro de água).
Em lugar do chá, pode também, em todos os casos, usar-se o suco fresco da planta.
Parte usada: Brotos verdes.






sexta-feira, 3 de julho de 2015

CAUQUI (Mimusops kauki, Imbicaria obtusifolia)

CAUQUI (Mimusops kauki, Imbicaria obtusifolia)

309 CAUQUI (Mimusops kauki, Imbicaria obtusifolia)
Família: Sapotáceas.
Característica: Árvore.
Valor terapêutico: A casca, em decocção, é adstringente.
As folhas machucadas, em cataplasmas, são empregadas para curar tumores.



quinta-feira, 2 de julho de 2015

CATUABA para levantar o sistema nervoso.

CATUABA para levantar o sistema nervoso.

308 CATUABA (Erythroxylum catuaba, Juniperus brasiliensis)
Família: Eritroxiláceas.
Sinonímia: Tatuaba, caramuru, pau-de-resposta.
Características: Árvore frondosa.
Sapopemas grossas.
Flores pequenas, amarelas.
Fruto oval, castanho.
Habitat: Ocorre abundantemente nas regiões Norte, Nordeste, Leste e Centro-Oeste.
Valor terapêutico:
A casca é usada, em decocção, para levantar o sistema nervoso.



quarta-feira, 1 de julho de 2015

CATOLÉ (Rhapis pyramidata) contra o bicho-de-pé.

CATOLÉ (Rhapis pyramidata) contra o bicho-de-pé.

307 CATOLÉ (Rhapis pyramidata)
Família: Palmáceas.
Características: Palmeira de uns 30 metros de altura.
Caule fino em baixo e mais grosso no alto.
Fruto ovóide, de uns 6 cm de diâmetro.
Valor terapêutico: O azeite que se extrai da amêndoa é bom contra a
erisipela e o bicho-de-pé.