segunda-feira, 26 de outubro de 2015

ESPINHEIRA-SANTA regulariza as funções gastro-intestinais

ESPINHEIRA-SANTA regulariza as funções gastro-intestinais

472 ESPINHEIRA-SANTA (Maytenus ilicifolia)
Família: Celastráceas.
Sinonímia: Espinheira-divina, salva-vidas, sombra-de-touro, can-crosa, cancerosa, maiteno, limãozinho.
Cuidado: também há um li-mãozinho (Machaeonia spinosa) na família das Rubiáceas.
Característica: Árvore pequena, de folhas espinhosas.
Valor terapêutico: Entre as Celastráceas, diz João Siegfried Decker, "salienta-se o Maytenus ilicifolius, cujas folhas espinhosas fornecem um chá de grande valor terapêutico."
F. C. Hoehne afirma que, das Celastráceas, "melhor representado aqui é o gênero Maytenus, de que, conforme dito, vem a Espinheira-santa, que se emprega com certo resultado contra a hiperacidez e ul-cerações do estômago, graças às suas propriedades tônicas e balsâmi-cas,
"O efeito terapêutico do Maytenus", ensina o Dr. J. Monteiro da Silva, "manifesta-se não somente no estômago, combatendo as dispep-sias, gastralgias hiperclorídicas, etc., mas também rio intestino, evitando as fermentações e a formação de gases intestinais.
"Exercendo uma ação analgésica, o Maytenus tem feliz indicação na hiperacidez gástrica, particularmente no tratamento das úlceras gástricas, pilóricas, duodenais, acalmando rapidamente a dor.
"Os doentes que se queixam de acidez, dores, vômitos, flatulên-cias, ficam aliviados após o uso das primeiras doses."
Segundo o Dr. Alberto Seabra, a espinheira-santa
"é indicada nas dispepsias em geral, regulariza as funções gastro-intestinais
e paraliza as fermentações anormais, as flatulências, etc.".
O Dr. Aluízio França reconhece no Maiteno propriedades analgésicas,
antissépticas, cicatrizantes e tônicas.
Alegam alguns autores, ainda, que esta planta é boa para o fígado e os rins,
cura as afecções cutâneas e tem propriedades laxantes e diuréticas.
O decocto das folhas é muito bom para lavar úlceras, feridas,
etc.
Parte usada: Folhas, em infusão.
Dose: 20 gramas em 1 litro d'água; 3 a 4 xícaras por dia.





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