quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

GUAPEVA (Fevillea trilobata) contra mordeduras de cobras

GUAPEVA (Fevillea trilobata) contra mordeduras de cobras

546 GUAPEVA (Fevillea trilobata)
Família: Cucurbitáceas.
Sinonímia: A planta conhecida pelo nome de guapeva em São Paulo, chama-se também: nhandiroba (Bahia), fava-de-santo-inácio-fal-sa (Minas), jabotá ou cipó-jabotá (Pará), jendiroba, guapeba, pacapiá.
Características: Cipó grande, trepador.
Folhas cordiformes, com 3 a 5 lóbulos granulosos.
Flores pequenas.
Fruto esférico, trilocular, de 11 a 12 cm de diâmetro, marcado com uma cicatriz circular mediana, encerrando 4 a 8 sementes em forma de disco achatado, de 5 a 6 cm de diâmetro. É uma amêndoa oleaginosa, dando um sebo branco-amarelado, amargo, de cheiro desagradável.
Atenção: Não se deve confundir esta planta com outra fava-de-santo-inácio, a Strichnos amara.
Habitat: Nas várzeas dos estuários.
Valor terapêutico: As sementes, levemente torradas, são empregadas contra a inflamação do fígado e a icterícia.
Come-se uma amêndoa de cada vez, até três por dia. São estomáquicas, purgativas, tônicas, porém tóxicas em alta dose.
O azeite que se obtém das sementes é purgativo.
Emprega-se também, em fricções, contra o reumatismo, as impigens, a erisipela.
Das folhas obtém-se um suco que se usa contra mordeduras de cobras, e que, além disso, é excelente carrapaticida.
Partes usadas: Folhas e sementes.




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