quinta-feira, 31 de março de 2016

MAGNÓLIA DE CHAMPACA contra os corrimentos.

MAGNÓLIA DE CHAMPACA contra os corrimentos.

653 MAGNÓLIA DE CHAMPACA (Magnolia champaca)
Família: Magnoliáceas.
Características: Árvore piramidal.
Flores muito aromáticas, nas axilas das folhas.
Valor terapêutico: A casca, em decocção, encerra propriedades eupépticas,
estimulantes, tônicas, diuréticas.
O infuso dos grelos é bom contra os corrimentos.



quarta-feira, 30 de março de 2016

MÃE-BOA para curar o reumatismo.

MÃE-BOA para curar o reumatismo.

652 MÃE-BOA (Vitis sulcicaulis, Vitis nili, Cissus alata)
Família: Vitáceas.
Características: Planta de caule sarmentoso, sulcado ou alado, com gavinhas.
Folhas grandes, glabras na face superior, pubescente na face inferior, compostas.
Três folíolos quase sésseis, quase imbri-cados, romboidais, serreados, acuminados.
Habitat: Minas, Rio e outros Estados.
Valor terapêutico: A mãe-boa tem sido receitada, em chás e banhos,
para curar o reumatismo.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



terça-feira, 29 de março de 2016

MADRESSILVA (Alstoemeria peregrina) para curar chagas

MADRESSILVA (Alstoemeria peregrina) para curar chagas

651 MADRESSILVA (Alstoemeria peregrina)
Família: Amarilidáceas.
Características: Planta herbácea, liliflora.
Flores lindas, aromáticas. Há diversas variedades, algumas das quais são trepadeiras.
Habitat: Cultivada nos jardins.
Valor terapêutico: A água destilada das flores é empregada contra as inflamações dos olhos.
Machucada, a madressilva é usada topica-mente para curar chagas.



segunda-feira, 28 de março de 2016

MACUCU-VERDADEIRO (Ilex mocoucoua) são estomáquicas

MACUCU-VERDADEIRO (Ilex mocoucoua) são estomáquicas

650 MACUCU-VERDADEIRO (Ilex mocoucoua)
Família: Aqüifoliáceas.
Sinonímia: Pau-macucu.
Características: Árvore grande, cujo lenho serve para archotes e
cujo fruto dá uma tinta negra para o algodão.
Habitat: Amazônia.
Valor terapêutico: As folhas, em infusão, são estomáquicas.



domingo, 27 de março de 2016

MACIEIRA-DE-BOI (Sideroxylon rugosum)

MACIEIRA-DE-BOI (Sideroxylon rugosum)

649 MACIEIRA-DE-BOI (Sideroxylon rugosum)
Família: Sapotáceas.
Características: Árvore.
Por incisão do tronco, extrai-se um látex (guta).
O fruto (maçã-de-boi) é comestível.
Habitat: Amazonas.
Valor terapêutico: A casca é adstringente.



sábado, 26 de março de 2016

MACELA DO BRASIL (Matricaria americana)

MACELA DO BRASIL (Matricaria americana)

648 MACELA DO BRASIL (Matricaria americana)
Família: Compostas.
Características: Planta herbácea, ramosa, de uns 25-50 cm de altura.
Folhas estreitas, pequenas, com oreihazinhas em redor.
Flores em pequenos cachos isolados.
Toda a planta é tomentosa.
Habitat: Medra nas margens do Rio S. Francisco.
Valor terapêutico: Tem propriedades emenagogas e anódinas.



sexta-feira, 25 de março de 2016

MAÇARANDUBA-VERDADEIRA É antidiarrêica e estomáquica.

MAÇARANDUBA-VERDADEIRA É antidiarrêica e estomáquica.

646 MAÇARANDUBA-VERDADEIRA (Mimusops Huberi, Manikara Huberi)
Família: Sapotáceas.
Características: Árvore muito grande.
Madeira vermelho-escura.
Folhas grandes, amarelas na face inferior.. Frutos globosos, amarelo-violáceos.
Polpa doce e saborosa.
Habitat: Na mata da terra firme, na Amazônia.
Valor terapêutico: O látex (leite resinoso), em chás, ou misturado com mel de abelhas, é útil aos tuberculosos.
Família: Compostas.
Sinonímia: Losna-do-mato.
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: É antidiarrêica e estomáquica.
Emprega-se, em infusão, contra os embaraços gástricos.



quinta-feira, 24 de março de 2016

MAÇARANDUBA contra a artrite.

MAÇARANDUBA contra a artrite.

644 MAÇARANDUBA (Massa.anduba enarginata, A.hras paraensis)
Família: Sapotáceas.
Sinonímia: Maçarandubeira.
Características: Árvore grande.
Flores brancas.
Fruto vermelho-arroxeado, contendo um licor lácteo, doce.
Valor terapêutico: O suco leitoso do fruto é peitoral, sendo muito útil para combater a tosse, a tuberculose e outros males do peito.
As cataplasmas ou os emplastros preparados com o fruto são recomendados
contra a artrite.


MAÇARANDUBA Do PARÁ (Mimusops excelsa)

645 MAÇARANDUBA Do PARÁ (Mimusops excelsa)
Família: Sapotáceas.
Sinonímia: Maçarandubaia-do-pará.
Características: Árvore alta.
Casca rugosa, lactífera.
Folhas alongadas.
Flores brancas.
Habitat: Vegeta em Minas, no Mato Grosso, no Pará e noutros Estados.
Valor terapêutico: O suco leitoso da maçaranduba
encerra virtudes peitorais e analépticas!
Externamente, emprega-se como resolutivo.



quarta-feira, 23 de março de 2016

MAÇARANDIBA (Eugenia pison) nas afecções da garganta

MAÇARANDIBA (Eugenia pison) nas afecções da garganta

643 MAÇARANDIBA (Eugenia pison)
Família: Mirtáceas.
Características: Árvore.
Frutos comestíveis.
Valor terapêutico: O suco da maçarandiba tem aplicação
nas afecções da garganta e do peito.



terça-feira, 22 de março de 2016

MAÇÃ-DO-MATO (Sorbus brasiliensis)

MAÇÃ-DO-MATO (Sorbus brasiliensis)

642 MAÇÃ-DO-MATO (Sorbus brasiliensis)
Família: Rosáceas.
Característica: Árvore.
Valor terapêutico: A casca tem propriedades febrífugas.




segunda-feira, 21 de março de 2016

LÚPULO propriedades febrífugas, diuréticas e tônicas.

LÚPULO propriedades febrífugas, diuréticas e tônicas.

641 LÚPULO (Humulus lupulus, Humulus americanus, Lupulus communis, Lupulus famina, Cannabis lupulus)
Família: Moráceas.
Sinonímia: Pé-de-galo, vinho-do-norte, salsaparrilha-nacional, lú-paro.
Outros idiomas: Lúpulo, Hombrecillo (Argentina), Houblon (França), Hops (Inglaterra), Hopfen (Alemanha), Luppolo (Itália).
Características: Planta trepadeira.
Caule herbáceo.
Folhas palmadas, semelhantes às da parreira, divididas em 3-5 lobos acuminados, longipecioladas, opostas, palminérveas, providas de estipulas.
As flores femininas são usadas na fabricação de cerveja.
Valor terapêutico: O suco (duas a três colheradas por dia) age como purgante.
O pó (meio grama e um grama por dia, em água) ê bom remédio contra a enxaqueca, o nervosismo, a insônia.
Contra a insônia, pode-se também colocar um ramo de lúpulo entre os travesseiros.
O lúpulo encerra também propriedades febrífugas, diuréticas e tônicas.
Convém às crianças anêmicas.




domingo, 20 de março de 2016

LOURO SASSAFRÁS-DO AMAZONAS (Nectandra cymbarum) órgãos digestivos

LOURO SASSAFRÁS-DO AMAZONAS (Nectandra cymbarum) órgãos digestivos

640 LOURO SASSAFRÁS-DO AMAZONAS (Nectandra cymbarum)
Família: Lauráceas.
Sinonímia: Pau-sassafrás.
Outro idioma: Sassafras de 1'Orenoque (França).
Característica: Árvore grande.
Valor terapêutico:
A casca amarga, em infusão, é boa contra a debilidade dos órgãos digestivos.



sábado, 19 de março de 2016

LOURO-ROSA (Nerium oleander) contra os piolhos, as sarnas

LOURO-ROSA (Nerium oleander) contra os piolhos, as sarnas

639 LOURO-ROSA (Nerium oleander)
Família: Apocináceas.
Sinonímia: Espirradeira, oleander, loandro, loandro-da-índia, laureie,
laurose, rosage, rosagine, flor-de-são-josé, loureiro-rosa.
Características: Arbusto.
Lindas flores de forma e cor de rosa, perfumadas.
O pó das folhas torradas tem propriedades esternutatórias.
Toda a planta, mormente a flor, é venenosa.
Habitat: Cultivada nos jardins, como planta ornamental.
Valor terapêutico: As folhas, em decocção, são inseticidas.
Usam-se contra os piolhos, as sarnas, etc.




sexta-feira, 18 de março de 2016

LOURO-PRETO A casca é diurética e emenagoga.

LOURO-PRETO A casca é diurética e emenagoga.

638 LOURO-PRETO (Nectandra mollis, Nectandra amara, Nectandra amara australis, Laurus atra)
Família: Lauráceas.
Sinonímia: Canela-preta, canela-preta-verdadeira, canela-inhaíba, canela-massapé, canela-prego, inhaíba, louro-de-casca-preta, pó-de-santana.
Características: Árvore muito copada, medindo até uns 16 metros de altura.
Madeira amarelo-pardacenta, com grandes manchas escuras.
Folhas coriáceas, viradas nas bordas, empubescidas na face inferior, e ligeiramente aureoladas.
Inflorescência axilar e terminal, em panículas corimbiformes.
Flores esbranquiçadas e assaz cheirosas.
Fruto capsular.
Valor terapêutico: A casca é diurética e emenagoga.
Usa-se para várias enfermidades: azia, atonia e catarros intestinais, diarréias, disenteria, várias moléstias do estômago, enterite catarral e crônica, fla-tulências, irritação gastro-intestinal, lienteria.
Para estes fins emprega-se a casca em infusão (20:1000).
O pó da casca "pó-de-santana" é conhecido pelos roceiros como bom remédio para a dispepsia atônica e as diarréias crônicas.
Parte usada: Casca em pó.
Dose: Meia colher das de chá, em água, três vezes ao dia.



quinta-feira, 17 de março de 2016

LOURO-INHAMBUÍ para combater as dermatoses e as lêndeas.

LOURO-INHAMBUÍ para combater as dermatoses e as lêndeas.

637 LOURO-INHAMBUÍ (Ocotea barcellensis, Nectandra elaiophora)
Família: Lauráceas.
Sinonímia: Louro-nhamuí, louro-mamorim, inamuí, pau-de-gasoli-na, sassafrás.
Características: Árvore grande.
Por incisão do tronco, extrai-se um óleo volátil, quase incolor, que cheira a terebentina e que às vezes se usa para substituir o querosene.
Valor terapêutico: Usa-se o óleo para combater as dermatoses e as lêndeas.



quarta-feira, 16 de março de 2016

LOURO (Laurus nobilis) Nos casos de anúria

LOURO (Laurus nobilis) Nos casos de anúria

635 LOURO (Laurus nobilis)
Família: Lauráceas.

Sinonímia: Louro comum, loureiro-de-presunto, loureiro-de-apolo,
loureiro-dos-poetas.
Características: Árvore de tronco liso.
Folhas semelhantes às da laranjeira, ou seja pecioladas, ovóides, lanceoladas,
agudas, glabras.
Usam-se as folhas, nas comidas, como condimento.
Valor terapêutico:
Nos casos de anúria, aplica-se sobre a bexiga uma cataplasma quente, preparada com 30 gramas de frutos do loureiro, 15 gramas de bagas de zimbro, 3 cabeças de alho, tudo bem machucado, juntando-se ainda um punhado de farelo.
Para combater a amenorréia, empregam-se 3 gotas de suco das folhas diluído em uma xícara de água.
Como remédio contra a dispepsia, prepara-se um chá com as folhas (20:1000).
Tomam-se três xícaras por dia.
Na nevralgia, fazem-se fricções, com o azeite extraído das folhas, sobre as partes doloridas.
Para o reumatismo vale a mesma indicação que para a "nevralgia".
Úlceras se curam amassando os frutos do loureiro, que se misturam com mel e se aplicam topiCamente.
Partes usadas: Folhas e frutos.



LOURO-BRANCO (Ocotea guianensis)

636 LOURO-BRANCO (Ocotea guianensis)
Família: Lauráceas.
Sinonímia: Louro-das-guianas, louro-tamanco, louro-tamancão, ta-manqueira, umarirana, cumarirana, cujumarirana, cuiumarirana, cuju-mari-mirim.
Outro idioma: Cedre rose, Cedre à feuille d'argerrte (Guiana Francesa).
Características: Árvore grande.
Folhas notáveis pela alvura da face inferior, coberta de pêlos curtos e sedosos.
Flores pequeninas, aromáticas.
Habitat: Na mata de terra firme.
Valor terapêutico: As folhas e a casca são resolutivas:
aplicam-se sobre abscessos.



terça-feira, 15 de março de 2016

LOSNA (Artemísia absinthium)

LOSNA (Artemísia absinthium)

634 LOSNA (Artemísia absinthium)
Família: Compostas.
Sinonímia: Erva-dos-vermes, absíntio, losna-maior.
Características: Planta herbácea.
Um metro de altura, mais ou menos. Dá em moitas.
Folhas penatífidas, de cor glauco-esbranqui-çada, algo prateada.
Sabor amargo.
Flores amarelas.
Valor terapêutico:
Emprega-se para: catarros, cólicas, diarréia, envenenamentos, escrófulas,
estômago (perturbações gástricas diversas), flores-brancas, falta de apetite,
fígado (afecções diversas), gripe, hidropisia, histerismo, mau hálito,
menstruação difícil e dolorosa.
Em doses maiores que a indicada abaixo, age como emenagogo, febrífugo, vermífugo.
Para dores de ventre, ventosidades, diarréias, cólicas, vômitos, etc.,
devem, além do chá de losna, aplicar-se cataplasmas quentes com folhas desta planta, sobre o ventre.
Em substituição às cataplasmas, podem usar-se compressas.
Molha-se um pano em chá, quente, de losna, espreme-se o pano e coloca-se
sobre o ventre, pondo-se outro pano seco em cima.
Cobre-se o enfermo com um ou mais cobertores.
Uma cura com chá de losna é muito benéfica.
Limpa e regulariza o funcionamento de diversos órgãos: estômago, fígado, rins,
bexiga e pulmões.
Já se têm conseguido bons resultados, com o chá de losna, no combate à tísica.
Partes usadas: Folhas e flores.
Dose: 20 gramas para um litro de água, Do chá toma-se uma colher, das de sopa,
de hora em hora.




segunda-feira, 14 de março de 2016

LIXEIRA é bom remédio contra a tosse

LIXEIRA é bom remédio contra a tosse

633 LIXEIRA (Curatella americana)
Família: Dileniáceas.
Sinonímia: Sambaíba (Ceará), folha-de-lixa, cajueiro-bravo, sam-baibinha.
Outro idioma: Sand paper tree (inglês).
Características: Árvore pequena.
Madeira amarelo-esverdeada.
Folhas com a face superior tão áspera que servem de lixa.
Habitat: É muito comum nas caatingas e nos cerrados.
Valor terapêutico: A lixeira é bom remédio contra a tosse, a bronquite e os resfriados, sendo também um depurativo de grande fama.
Parte usada: Flores.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



domingo, 13 de março de 2016

LÍRIO-ROXO (Morea nortiana, Morea spicata) nas afecções pulmonares

LÍRIO-ROXO (Morea nortiana, Morea spicata) nas afecções pulmonares

632 LÍRIO-ROXO (Morea nortiana, Morea spicata)
Família: Iridáceas.
Características: Planta herbácea.
As folhas partem de uma bainha formada pelas folhas.
Valor terapêutico: Além de ser purgativa, é utilizada nas afecções pulmonares,
como a tosse e a tísica.



sábado, 12 de março de 2016

LÍRIO-DO-BREJO É uma planta anti-reumática e purgativa.

LÍRIO-DO-BREJO É uma planta anti-reumática e purgativa.

631 LÍRIO-DO-BREJO (Hedychium coronarium)
Família: Zingiberáceas.
Sinonímia: Borboleta.
Características: Planta herbácea.
Flores grandes, brancas, em espigas. O rizoma fornece uma fécula alimentícia.
Habitat: Muito freqüente nos alagadiços e margeris dos rios.
Valor terapêutico: É uma planta anti-reumática e purgativa.
Parte usada: Rizoma, em decocção.



sexta-feira, 11 de março de 2016

LÍRIO-BRANCO (Lilium candidum) estomáquicas e expectorantes.

LÍRIO-BRANCO (Lilium candidum) estomáquicas e expectorantes.

630 LÍRIO-BRANCO (Lilium candidum)
Família: Liliáceas.
Características: Planta herbácea.
Raiz bulbosa.
Folhas muito longas e estreitas.
Flores grandes, brancas, em espigas.
Habitat: Cultivada nos jardins.
Valor terapêutico: O rizoma, em decocção, contém
propriedades estomáquicas e expectorantes.




quinta-feira, 10 de março de 2016

LÍNGUA-DE-VACA aliviam a dor de cabeça e facilitam o sono.

LÍNGUA-DE-VACA aliviam a dor de cabeça e facilitam o sono.

629 LÍNGUA-DE-VACA (Chaptalia nutans, Tussilago nutans, Chaptalia integrifolia)
Família: Compostas.
Sinonímia: Buglossa, sanguineira, erva-de-sangue.
Chamam-na, também, erroneamente, fumo-do-mato.
Mas o fumo-do-mato (Coro-nilla stipuladissima) é outra planta.
Características: Erva rasteira.
Folhas grandes, oval-alongadas, ásperas, pubescentes, verde-escuras.
Inflorescência em espigas.
Flores brancas como pequenos jasmins.
Valor terapêutico: É uma planta muito usada na medicina caseira.
É indicada na blenorragia, catarro pulmonar, dermatoses, erupções cutâneas de origem sifilítica, tosse.
Externamente emprega-se o decocto para lavar úlceras e tumores.
As folhas frescas, aquecidas, colocadas sobre as têmporas,
aliviam a dor de cabeça e facilitam o sono.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.




quarta-feira, 9 de março de 2016

LÍNGUA-DE-TUCANO Age sobre o útero, promove a menstruação

LÍNGUA-DE-TUCANO Age sobre o útero, promove a menstruação

627 LÍNGUA-DE-TUCANO (Eryngium campestre)
Família: Umbelíferas.
Características: Planta herbácea.
Valor terapêutico: "Age sobre o útero, promove a menstruação,
cura o escorbuto, a prisão de ventre, a hidropisia e outros males."
F. C. Hoehne, Plantas e Substâncias Vegetais Tóxicas e Medicinais, págs. 218, 219.

LÍNGUA-DE-TUCANO (Eryngium pristis)

628 LÍNGUA-DE-TUCANO (Eryngium pristis)
Família: Umbelíferas.
Característica: Planta herbácea.
Valor terapêutico: Encerra propriedades diuréticas e é aconselhada contra as aftas e inflamações em geral da boca e da garganta.



terça-feira, 8 de março de 2016

LÍNGUA-DE-TIÚ (Guidonia lingua, Casearea língua, Lantana pseudothea)

LÍNGUA-DE-TIÚ (Guidonia lingua, Casearea língua, Lantana pseudothea)

626 LÍNGUA-DE-TIÚ (Guidonia lingua, Casearea língua, Lantana pseudothea)
Família: Verbenáceas.
Sinonímia: Língua-de-fiu, língua-de-teiú, língua-de-lagarto, chá-de-frade,
chá-de-pedestre.
Características: Arbusto.
Folhas lanceoladas.
Flores pequenas, em feixes, nas axilas das folhas.
Fruto pequeno, contendo um caroço.
Habitat: Estados do Sul.
Valor terapêutico: Tem aplicação por suas virtudes febrífugas.
O decocto é recomendado para combater as febres malignas.



segunda-feira, 7 de março de 2016

LÍNGUA-DE-COTIA (Sida linguicotia)

LÍNGUA-DE-COTIA (Sida linguicotia)

625 LÍNGUA-DE-COTIA (Sida linguicotia)
Família: Malváceas.
Sinonímia: Saca-estrepe.
Em Pernambuco, saca-estrepe é também outra planta.
Característica: Planta herbácea espigada.
Habitat: Estados do Nordeste.
Valor terapêutico:
O emplastro preparado com esta erva tem efeito maturativo sobre os tumores.



domingo, 6 de março de 2016

LIMOEIRO (Citrus limonum) Bom contra muitos males.

LIMOEIRO (Citrus limonum) Bom contra muitos males.

624 LIMOEIRO (Citrus limonum)
Família: Rutáceas.
Características: Árvore de 4 a 5 metros de elevação.
Caule ramo-so.
Ramos cheios de espinhos nas partes mais delgadas.
Folhas alternas, de pecíolo alado, oblongas, acuminadas, planas, luzentes, verdes ou verde-amareladas, inteiras ou serreadas, coriáceas.
Flores numerosas, dispostas em cachos axilares e terminais, brancas por dentro e ligeiramente vermelho-violáceas por fora. Cálice curto, espesso mo-nofilo, de 5 dentes.
Corola de 5 pétalas, alongadas, quase elípticas.
O fruto é um hesperídio ovóide.
Há uma variedade de limões: O limão siciliano, o limão-de-cas-ca-fina, o limão-galego, o limão-cravo, etc.
Todos são bons para curar as enfermidades mencionadas a seguir.

Valor terapêutico:
O limão combate as seguintes enfermidades, segundo o Prof. N. Capo:



Acidez da boca
Acidez do estômago
Acne
Adenite
Adiposidade
Afonia
Afta
Albuminúria Apoplexia Apendicite Arteriosclerose Alcoolismo Amenorréia Amigdalite Analgesia Ancilose Anemia Aneurisma Angina do peito Antraz Artritismo Asfixia por àcido carbônico Asma Assistolia Astenia Ataxia
Atonia gástrica
Atonia hepática
Avitaminose
Beribéri
Blenorragia
Bócio
Broncopneumonia
Cãibras
Cálculos
Caspa


Catarros
Ciática
Cirrose
Congestões do cérebro
Congestões da garganta
Congestões do peito
Congestões do ventre
Conjuntivite
Coriza
Coxalgia
Dermites diversas Diabete
Difteria ou crupe
Dilatação do estômago
Dismenorréia
Dispepsia
Distrofia
Dor de cabeça
Dores de rins
Edemas
Endocardite
Enterite
Enterocolite
Enterorragia
Envenenamentos
Enxaqueca
Epilepsia nervosa
Epistaxe
Escarlatina
Escrofulose
Espermatorréia
Esterilidade
Estomatite
Faringite
Febre de Barcelona Escorbuto Febre de Malta





Febres
Febre puerperal
Feridas e rasgaduras
Fibroma uterino
Fístulas
Flebite
Fleborragia
Flores brancas
Frieiras
Furunculoses
Gengivite
Glicosúria
Gota
Gripe
Hematêmese
Hemiplegia
Hemofilia
Hemoptises
Hemorragias
Hemorróidas
Hepatite
Herpes secos
Herpes úmidos
Hidrocele
Hidropisia
Hipercloridria
Icterícia
I mpetigem
Impotência
Inapetência
Insônia
Insuficiência cardíaca
Intermitentes (febres)
Intoxicações
Laringite
Lepra
Linfangites
Linfatismo


Litíase
Lombrigas
Lupo
Mal de Pott
Mau hálito
Metrite
Mordidas
Mucos idades
Nefrites
Nevralgias
Obes idades
Oftalmia purulenta
Orquites
Ovariocele
Paludismo
Panarício
Paralisia
Picadas venenosas
Piorréia
Pletora
Pleuras frias
Pólipo
Poliúria
Prostatite
Psoríase
Pústulas
Raquitismo infantil
Resfriado
Reumatismo
Rouquidão
Sangue impuro
Sarampo
Sarna
Sarro
Septicemia
Sífilis
Sinusite
Tifo



Úlceras gástricas
Uremia
Uretrite
Urticária
Varicocele Varíola (bexigas) Vômitos Zumbidos


Tofo
Torcicolo
Tosse
Tosse de cachorro Toxemia
Transtornos nervosos Traumatismo Tuberculose Tumores


O limão produz bom efeito quando tomado em quantidades progressivamente maiores,
até certo limite, e, depois, em quatidades progressivamente menores.
Começa-se, por exemplo, com 1 limão;
1 no primeiro dia, 2 no segundo dia, 3 no terceiro dia e, assim por diante,
até 10; depois vai-se diminuindo a dose pela mesma escala.
Assim, em 20 dias, faz-se o que se chama "uma cura de limão".
Pode também começar-se com 2 limões e prosseguir aumentando 2 por dia, até 20;
depois diminuir na mesma proporção.
Também se faz uma boa cura aumentando a dose de 3 em 3 até 30.
A quantidade de limão e a duração da cura devem depender da natureza e gravidade
da doença a ser combatida.
Quando não se trata de um mal crônico, quando é um resfriado, uma gripe, etc.,
tomam-se, durante dois, três ou quatro dias, segundo, o caso, 5 a 10 limões
por dia para apressar a cura.
A melhor maneira de tomar o limão é espremê-lo num copo e tomar o suco por
um canudinho.
Quem não está acostumado a tomar o suco de limão, pode, para torná-lo mais
apetecível, diluí-lo em água.
O uso do limão pode provocar o aparecimento de uma espécie de urticária.
Isto, todavia, não significa que o limão esteja prejudicando o enfermo;
indica que lhe está purificando o sangue, expulsando as substâncias estranhas.




sábado, 5 de março de 2016

LIGA-LIGA (Dorstenia aculeata) para apressar a consolidação dos ossos.

LIGA-LIGA (Dorstenia aculeata) para apressar a consolidação dos ossos.

623 LIGA-LIGA (Dorstenia aculeata)
Família: Urticáceas.
Sinonímia: Liga-osso.
Características: Planta rasteira.
Folhas oval-alongadas, longipecioladas, verde-arroxeadas.
Flores em pendão.
Habitat: Estados do Nordeste.
Valor terapêutico: Usa-se, nos casos de fratura,
para apressar a consolidação dos ossos.



sexta-feira, 4 de março de 2016

LENTILHA-DÁGUA para combater a sífilis

LENTILHA-DÁGUA para combater a sífilis

622 LENTILHA-D'ÁGUA (Pistia stratiotes, Pistia occidentalis)
Família: Aráceas.
Sinonímia: Flor-d'água, golfo, murure-de-pagé, mururé-de-canudo, aguapé, erva-de-santa-luzia.
Há também outras plantas com o nome de erva-de-santa-luzia. Não confundir!
Características: Planta aquática.
Raízes compridas, flutuantes, não ramificadas, cobertas de inúmeros pêlos absorventes, que crescem em direção horizontal.
Folhas obovais, truncadas, ou melhor, espatula-das, esponjosas, de até 10 cm de comprimento, recobertas de pêlos aeríferos.
Flores verde-glaucas, de um centímetro de comprimento.
Habitat: À superfície dos lagos e águas tranqüilas.
Valor terapêutico: Toda a planta é utilizável na medicina doméstica.
Em infusão, as folhas dão um chá diurético, que se toma nos casos de hidropisias, enfermidades da bexiga, afecções renais, diabetes insípida, hematúria, hemoptises, disenteria.
O suco das folhas tem efeito mais enérgico que o chá.
A planta fresca, contusa, tem aplicação nas hemorróidas.
Machucada e posta sobre os tumores, apressa o processo de maturação.
Para combater a sífilis e suas complicações, mistura-se uma colherinha do pó das folhas secas com mel e toma-se várias vezes ao dia.



quinta-feira, 3 de março de 2016

LARANJEIRINHA-DO-MATO para combater as cólicas do estômago e dos intestinos

LARANJEIRINHA-DO-MATO para combater as cólicas do estômago e dos intestinos

621 LARANJEIRINHA-DO-MATO (Mundia brasiliensis, Acanthocla-dus brasiliensis, Colocynthis paulistani, Monadelphia octandria)
Família: Poligalãceas.
Sinonímia: Limãozinho, limãozinho-vulgar; no Estado do Espírito Santo esta planta é conhecida por quina-de-espinho ou quina-peruana.
Características: Pequeno arbusto espinhoso, cheio de ramos.
Flores axilares, pedunculadas. O fruto é uma cápsula bilocular, comprimida.
Raiz amarela, muito amarga, cheirando à raiz de laranjeira.
Valor terapêutico:
Emprega-se para combater as cólicas do estômago e dos intestinos, as cólicas menstruais, as dispepsias, as flatulên-cias.
Parte usada: Raiz, em decocção.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



quarta-feira, 2 de março de 2016

LACRE (Vismia antiscrophylla) contra a oftalmia e a escrofulose.

LACRE (Vismia antiscrophylla) contra a oftalmia e a escrofulose.

620 LACRE (Vismia antiscrophylla)
Família: Hipericíneas.
Sinonímia: Lacre-vermelho.
Características: Árvore ou arbusto esgalhado.
Ramos superiores revestidos de pêlo avermelhado.
Folhas ovais aloiradas.
Lindas flores em cachos.
Valor terapêutico: Usa-se contra a oftalmia e a escrofulose.



terça-feira, 1 de março de 2016

JUUNA (Solanum juripeba) é desobstruente do fígado

JUUNA (Solanum juripeba) é desobstruente do fígado

619 JUUNA (Solanum juripeba)
Família: Solanáceas.
Sinonímia: Juripeba, jurubeba, juribeba-menor, minime-juripeba.
Características: Arbusto pequeno.
Tronco e folhas espinhosos.
Fruto: baga sempre verde, amarga.
Valor terapêutico:
O fruto é desobstruente do fígado e tem, de modo geral,
quase as mesmas virtudes da jurubeba (Solanum paniculatum).