terça-feira, 31 de maio de 2016

MULUNGU (Erythrina mulungu) nas bronquites asmáticas

MULUNGU (Erythrina mulungu) nas bronquites asmáticas

721 MULUNGU (Erythrina mulungu)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Muchocho, murungu.
Características: Árvore mediana.
Flores compostas.
Folíolos de pedúnculos longos, pubescentes.
Flores vermelhas.
Sementes arredondadas, lisas, vermelho-escuras. com manchas pretas e hilo quase branco.
Leia-se a observação feita na descrição da flor-de-coral.
Valor terapêutico: O extrato da casca usa-se em banhos para acalmar a excitação do sistema nervoso e também para combater as insônias.
Internamente usa-se o cozimento da casca nas bronquites asmáticas e nas inflamações do fígado e do baço, depois das febres intermitentes.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



segunda-feira, 30 de maio de 2016

MUIRAPUAMA (Ptychopetalum olacoides) contra a queda do cabelo.

MUIRAPUAMA (Ptychopetalum olacoides) contra a queda do cabelo.

720 MUIRAPUAMA (Ptychopetalum olacoides)
Família: Olacáceas.
Sinonímia: Marapuam, muiratã.
Características: Arbusto ou árvore pequena.
Flores brancas; cheiro penetrante de jasmim-laranja.
Habitat: Nos lugares humosos das matas de terra firme, à beira das campinas.
Valor terapêutico: Usa-se nos casos de astenias (cardíaca e gastro-intestinal), ataxia locomotora, reumatismo crônico, paralisias parciais, gripes, impotência, debilidade. É um tônico neuro-muscular eficaz.
Emprega-se o decocto, especialmente da raiz, em banhos e fricções contra o beribéri e a paralisia.
Em loções, a muirapuama tem efeito contra a queda do cabelo.
Partes usadas: Hastes e, especialmente, raízes das plantas novas.



domingo, 29 de maio de 2016

MUIRAPIXUNA (Caesalpinia paraensis) para combater as bronquites.

MUIRAPIXUNA (Caesalpinia paraensis) para combater as bronquites.

719 MUIRAPIXUNA (Caesalpinia paraensis)
Família: Leguminosas-cesalpiniáceas.
Sinonímia: Catingueira.
Características: Árvore média.
Madeira pardo-castanha, com riscos longitudinais mais escuros.
Habitat: Na mata de terra firme.
Valor terapêutico: As folhas, em infusão, são úteis contra as diarréias.
O infuso das flores é bom remédio para combater as bronquites.



sábado, 28 de maio de 2016

MINERVA contra a leucorréia

MINERVA contra a leucorréia

718 MINERVA (Pyrethrum parthenium, Matricaria parthenium)
Família: Compostas.
Sinonímia: Monsenhor-amarelo, matricária, piretro-do-cáucaso.
Outros idiomas: Fever-few (Inglaterra), Mutterkrant (Alemanha), Matricaire (França), Matricarie (países dê fala castelhana).
Característica: Planta herbácea que se assemelha à calêndula (Ca-lendula officinalis).
Valor terapêutico: e uma planta empregada contra a leucorréia e a amenorréia.
É também inseticida, bem como tonificante do sistema nervoso.
Dose: 10 gramas para 1 litro de água; 3 xícaras por dia.



sexta-feira, 27 de maio de 2016

MIL-EM-RAMA (Achillea millefolium)

MIL-EM-RAMA (Achillea millefolium)

717 MIL-EM-RAMA (Achillea millefolium)
Família: Compostas.
Sinonímia: Milefólio, mil-folhas, mil-folhada, erva-do-carpinteiro.
Características: Planta européia, aclimatada no Brasil. "Raiz oblíqua, guarnecida de pêlos.
Hastes numerosas, arredondadas, sulcadas.
aveludadas.
Folhas profundamente fendidas em lacíneas lineares.
Tem cheiro balsâmico e gosto amargo.
As flores são pequenas, brancas, como as de artemisia.
Floresce em maio ou junho; colhe-se em junho.
" Dicionário Brasileiro de Plantas Medicinais, de Meira Penna.
Valor terapêutico: É bom remédio contra:
adinamia, adstrição e debilidade do estômago, câimbras, catarros, cólicas,
debilidade da bexiga, debilidade dos nervos, diarréia, dispepsia, enfermidades do fígado, enfermidades dos rins, escarlatina, escarros e vômitos sangüíneos, febres intestinais, febre intermitente, gota, hemorragias de toda espécie, hemorróidas, incontinência da urina, pleuris, regras abundantes ou escassas, resfriados, insônia, mucosidade do intestino, mucosidade do peito, ventosidades.
Exteriormente, usa-se esta planta, em forma de loções, fomenta-ções ou cataplasmas, para tumores, feridas, golpes, contusões, queimaduras, afecções da pele, sarna, psoríase, eczema, manchas, etc.
As folhas e flores secas, pulverizadas, aplicam-se sobre feridas velhas, insensíveis aos tratamentos costumeiros.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.





quinta-feira, 26 de maio de 2016

MERU (Canna utilis) combate as dores reumáticas

MERU (Canna utilis) combate as dores reumáticas

716 MERU (Canna utilis)
Família: Anonãceas.
Sinonímia: Periquito.
Características: Planta herbácea, de lindo aspecto.
Folhas abar-cantes, grandes, oval-alongadas.
Flores vermelhas, em pequenos feixes, nas pontas dos ramos.
Fruto capsular.
Valor terapêutico: Tem propriedades emenagogas e serve para curar a histeria.
Em banhos, combate as dores reumáticas e as paralisias.



quarta-feira, 25 de maio de 2016

MENTRASTO (Ageratum conyzoides) Cólicas, diarréia, flatulência

MENTRASTO (Ageratum conyzoides) Cólicas, diarréia, flatulência

715 MENTRASTO (Ageratum conyzoides)
Família: Compostas.
Sinonímia: Erva-de-são-joão, catinga-de-bode.
Outro idioma: Azier français (Guiana Francesa).
Características: Erva parecida com a conisa.
Cresce até a altura de um metro.
Esgalha. É pilosa.
Folhas ovais, brancas, com as bordas recortadas.
Floresce em setembro e outubro.
Flores em cachos, como botões.
Frutos: pequenas pevides pretas, tão miudinhas que voam facilmente.
Habitat: Ao longo das estradas, em quase todo o Brasil.
Valor terapêutico: Cólicas, diarréia, flatulência, reumatismo agudo.
Parte usada: Toda a planta, como chá.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



terça-feira, 24 de maio de 2016

MELÃO-DE-SÃO-CAETANO (Momordica charantia)

MELÃO-DE-SÃO-CAETANO (Momordica charantia)

714 MELÃO-DE-SÃO-CAETANO (Momordica charantia)
Família: Cucurbitáceas.
Sinonímia: Erva-de-são-caetano, erva-de-lavadeira.
Características: Cipó herbáceo.
Cheiro desagradável.
Ramos qua-drangulares.
Folhas palmatífidas, de 5 lobos sinuado-dentados.
Flores amarelo-pálidas ou brancas, em cachos ou corimbos. O fruto se abre em três válvulas espinhosas, cor de ouro, tendo no interior sementes cobertas de arilo vermelho, que se come.
As folhas clareiam a roupa e tiram nódoas.
Os frutos novos são comestíveis, quer crus, em forma de saladas, quer fritos ou cozidos, depois de separadas as sementes e escaldadas para tirar o amargor.
Habitat: Comum nos terrenos abandonados.
Valor terapêutico: As folhas e os frutos são vermífugos e úteis na cura do gogo
das aves domésticas.
A haste é anti-febril, sendo indicada nas febres palustres.
O suco, misturado com azeite de amêndoas doces, é usado contra as queimaduras.
O suco das folhas aplica-se contra a sarna.
As folhas, em infusão (20:1000), são boas nas leucorréias e menstruações difíceis,, e nas cólicas produzidas pelos vermes.
O fruto maduro, em infusão (20:1000), é usado contra as hemorróidas.
A polpa das sementes, raspada e bem machucada, e misturada com vaselina,
fornece um ungüento bom para provocar a supuração nos casos de tumores, furúnculos, carbúnculos, etc.
A planta toda, em banhos, é indicada para dartros eczemas, etc.
Parte usada: Toda a planta.



segunda-feira, 23 de maio de 2016

MECHOACÃO propriedades purgativas.

MECHOACÃO propriedades purgativas.

712 MECHOACÃO (Convolvulus hederaceus, operculina turpethum)
Família: Convolvuláceas.
Sinonímia: Jeticuçu.
Características: Planta herbácea, rasteira.
Folhas cordiformes, lo-badas.
Flores purpúreas.
Habitat: Comum em Minas e outros Estados.
Valor terapêutico: A raiz encerra propriedades purgativas.

MECHOACÃO (Convolvulus mechoacana)

713 MECHOACÃO (Convolvulus mechoacana)
Família: Convolvuláceas.
Características: Planta trepadeira.
Folhas cordiformes.
Flores brancas ou roxas, longipedunculadas.
Valor terapêutico: A raiz encerra propriedades purgativas.



domingo, 22 de maio de 2016

MAXIXE (Cucumis anguria) alivia os acessos hemorroidais

MAXIXE (Cucumis anguria) alivia os acessos hemorroidais

711 MAXIXE (Cucumis anguria)
Família: Cucurbitáceas.
Características: Planta herbácea, rasteira.
Hortaliça muito usada no Brasil.
Valor terapêutico: O fruto, cortado em pedaços e introduzidos no ânus,
alivia os acessos hemorroidais.



sábado, 21 de maio de 2016

MATA-PASTO (Cassia sericea)

MATA-PASTO (Cassia sericea)

710 MATA-PASTO (Cassia sericea)
Família: Leguminosas-cesalpiniáceas.
Sinonímia: Fedegoso-do-pará, tareroqui, caa-quira, cássia-sedosa.
Características: Árvore pequena.
Flores cor de ouro, em cachos.
Floresce em maio.
Fruto: vagem estreita, recurvada.
Habitat: Nos lugares úmidos, no Norte do Brasil.
Valor terapêutico: As folhas, em infusão, tem efeito sudorífico e antidartroso.
A raiz torrada é tônica.



sexta-feira, 20 de maio de 2016

MATA-PASTO (Cassia alata) combate os vermes intestinais

MATA-PASTO (Cassia alata) combate os vermes intestinais

709 MATA-PASTO (Cassia alata)
Família: Leguminosas-cesalpiniáceas.
Sinonímia: Mato-pasto-grande.
Outro idioma: Dartrier (Guiana Francesa).
Características: Arbusto.
Folhas compostas.
Os pares de folíolos inferiores são muito menores do que os superiores.
Fruto: vagem quase preta, com uma ala muito saliente, crenulada.
Habitat: No charco.
Valor terapêutico: As folhas, em infusão, são diaforéticas, purgati-vas, depurativas e anti-febris.
O suco das folhas, misturado com sumo de limão, é indicado contra as dermatoses.
Também secas e pulverizadas, as folhas têm aplicação na cura das afecções da pele, dos herpes, do antraz e das úlceras.
As folhas contundidas e maceradas gozam de fama como remédio para a tinha e para as feridas sifilíticas.
A raiz é tônica.
As sementes são antelmínticas.
(Antelmíntico: Que combate os vermes intestinais. Medicamento com essa propriedade. O mesmo que anti-helmíntico.)


quinta-feira, 19 de maio de 2016

MASTRUÇO-DE-BUENOS-AIRES na bronquite crônica

MASTRUÇO-DE-BUENOS-AIRES na bronquite crônica

708 MASTRUÇO-DE-BUENOS-AIRES (Lepidium bonariense, Lepidium americanum, Senebiera pinnatifida)
Família: Crucíferas.
Sinonímia: Mastruço, mastruz, menstruz, mentrusto, mentruz.
Características: Planta herbácea.
Folhas radicais, penatífidas, prostradas.
Flores pequenas, brancas, em cachos.
Habitat: Medra nos lugares úmidos e cultivados.
Valor terapêutico: As folhas são antiescorbúticas, diuréticas e ex-pectorantes.
São também eficazes na bronquite crônica, na escrofulo-se, nas afecções das vias urinárias, na atonia dos órgãos digestivos.



quarta-feira, 18 de maio de 2016

MASSAMBARÁ (Trachypgoyon avenacens) béquico, diurético e tônico.

MASSAMBARÁ (Trachypgoyon avenacens) béquico, diurético e tônico.

707 MASSAMBARÁ (Trachypgoyon avenacens)
Família: Gramíneas.
Característica: Tipo de capim.
Valor terapêutico: Usa-se, em infusão ou decocção,
como béquico, diurético e tônico.



terça-feira, 17 de maio de 2016

MARUPAÍ (Eleuthrine plicata) anti-histérico, antidiarréico

MARUPAÍ (Eleuthrine plicata) anti-histérico, antidiarréico

706 MARUPAÍ (Eleuthrine plicata)
Família: Iridáceas.
Sinonímia: Lírio-folha-de-palmeira, lírio-flor-de-palmeira.
Características: Planta herbácea.
Folhas enrugadas longitudinalmente.
Flores brancas; cheiro repugnante.
Valor terapêutico: O decocto da raiz é anti-histérico,
antidiarréico e antidisentérico.



segunda-feira, 16 de maio de 2016

MARUPÁ-DO-CAMPO nas manifestações cutâneas

MARUPÁ-DO-CAMPO nas manifestações cutâneas

705 MARUPÁ-DO-CAMPO (Simaruba versicolor, Simaruba brasiliensis, Simaruba parahyba)
Família: Simarubáceas.
Sinonímia: Marupaí-do-campo, paraíba, pau-paraíba, (Nordeste) mata-barata (Minas) pitomba (Marajó).
Características: Árvore pequena, de 4 a 5 metros de altura.
Casca esbranquiçada.
Madeira branca, leve, porosa.
Folhas compostas, de 5 a 7 pares de folíolos laterais lanceolados, aveludados na face inferior, brilhantes na face superior.
Flores branco-esverdeadas.
Inflores-cência em pequenos cachos.
Frutos ovóides, comprimidos.
Habitat: Nos campos e campinas arenosos de terra firme.
Valor terapêutico: No Sul do País emprega-se nas mordeduras de cobras.
No Norte costuma usar-se a raiz como emético na epilepsia.
O decocto da casca é adstringente: usa-se mormente nas diarréias sanguinolentas^
O decocto, em clisteres, é bom para expelir vermes intestinais.
Casca e raiz.
Topicamente aplicado, dá bom resultado nas manifestações cutâneas, parasitárias.
A casca seca, reduzida a pó, e aplicada à cabeça, é boa para matar piolhos.
Os frutos em pó têm o mesmo efeito.
A casca e o fruto também são usados como febrífugo.
O fruto, reduzido a pó, passa por anti-sifilítico, vermífugo, inseticida.
Partes usadas: Casca, raiz, fruto.
Dose: Uso interno 5 a 10 gramas para um litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.
Clisteres sM 20 gramas para um litro de água.
Uso externo 50 gramas para um litro de água.
Em alta dose, a casca e a raiz são tóxicas.



domingo, 15 de maio de 2016

MARUPÁ É uma planta indicada nas diarréias

MARUPÁ É uma planta indicada nas diarréias

704 MARUPÁ (Simaruba officinalis, Simaruba medicinalis, Simaruba amara, Simaruba guianensis, Quassia simaruba)
Família: Simarubáceas.
Sinonímia: Marubá, marupá-mirim, papariúba (Maranhão), maru-paúba.
Características: Árvore de 20 a 25 metros de altura.
Casca muito espessa, fibrosa e porosa.
Madeira branca, ligeiramente manchada de amarelo-claro, leve.
Folhas alternas, pecioladas, compostas, paripena-das.
Folíolos alternos, quase sésseis, espessos, coriáceos, glabros na face superior, pubescentes na face inferior, obovais, obtusos ou algo lanceolados na extremidade livre.
Flores esbranquiçadas, pequenas, monóicas, curtamente pediceladas, dispostas em grandes panículas ramificadas. O fruto consiste em 5 cápsulas uniloculares, da forma e do volume de uma azeitona, contendo cada uma um caroço oval.
Habitat: Na mata da terra firme.
Valor terapêutico: É uma planta indicada nas diarréias, disenterias, cólicas acompanhadas de evacuações líquidas e abundantés, com catarro ou sangue.
É igualmente empregada na leucorréia.
Nas febres intermitentes, dá bons resultados.
Combate as afecções verminosas.
O pó da casca é bom cicatrizante.
Parte usada: Casca, principalmente a da raiz.
Dose: 20 grameis para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



sábado, 14 de maio de 2016

MARROIO-DO-BRASIL desobstruente do fígado e do baço.

MARROIO-DO-BRASIL desobstruente do fígado e do baço.

703 MARROIO-DO-BRASIL (Marrubium americanum)
Família: Labiadas.
Características: Planta herbácea, que se assemelha ao manjericão.
Valor terapêutico: O decocto desta planta é desobstruente do fígado e do baço.



sexta-feira, 13 de maio de 2016

MARROIO-BRANCO (Marrubium vulgare) febres tifóides.

MARROIO-BRANCO (Marrubium vulgare) febres tifóides.

702 MARROIO-BRANCO (Marrubium vulgare)
Família: Labiadas.
Outros idiomas: Marrubio blanco, Marrubio común, Yerba virgen (Argentina), Marrube blanc (França), White horehound (Inglaterra), Andorn (Alemanha).
Características: Planta herbácea, tomentosa, esbranquiçada, vivaz, de uns 30 a 40 cm.
Folhas rugosas, crenadas, ovais, opostas.
Flor de corola branca, tubulosa.
Valor terapêutico: "A planta florida é empregada como excitante, aromática, antiespasmódica e febrífuga." Dr.
Frederico W. Freise.
O Dr. L. Beille recomenda esta planta, por suas virtudes peitorais e expectorantes, nas enfermidades do aparelho respiratório.
O marroio-branco acalma a tosse e favorece a excreção das secreções bronquiais.
Como bom febrífugo, o Dr. Leo Manfred recomenda-o também nas febres tifóides.
Aconselha-sé também na clorose, na debilidade digestiva e nas afecções nervosas.
Tem indicação no histerismo e na asma.
Em banhos e fomentações, esse tipo de marroio acalma as dores nas costas, nas pernas, etc.
As folhas amassadas, ou secas e reduzidas a pó, misturadas com mel, têm efeitos vulnerários.
As folhas e sementes, trituradas e misturadas com gordura vegetal, e aplicadas, em forma de pomada, ao pescoço, reduzem o papo (bócio).
Dose: Uso interno 10 gramas para 1 litro de água; 3 a 4 xícaras por dia.



quinta-feira, 12 de maio de 2016

MARMELEIRO DA CHINA (Cydonia sinensis) contra as diarréias

MARMELEIRO DA CHINA (Cydonia sinensis) contra as diarréias

701 MARMELEIRO DA CHINA (Cydonia sinensis)
Família: Rosáceas.
Características: Bela árvore, de até uns 9 metros de altura.
Folhas oval-alongadas, lisas.
Flores grandes, com aspecto de rosas,
brancas, porém rajadas de cor de rosa, terminais.
Fruto em forma de pião, amarelo, contendo sementes e, bem assim,
uma substância mucilaginosa.
Valor terapêutico:
Aproveita-se a substância mucilaginosa do fruto para preparar um
xarope adstringente, muito bom contra as diarréias.



quarta-feira, 11 de maio de 2016

MARIRIÇÓ nas diversas dermatoses

MARIRIÇÓ nas diversas dermatoses

700 MARIRIÇÓ (Sisyrinchium galaxioides, Sisyrichium fluminensis, Poarchon fluminensis)
Família: Iridáceas.
Sinonímia: Baririçó, capim-rei.
Características: Rizoma cilíndrico, vertical, da espessura do polegar,
e de até 5 cm de comprimento, recoberto de raízes fibrosas, roliças e longas.
Conhecido pelo nome de cabeça-de-maririçó. Folhas en-siformes,
de mais ou menos 45 cm de comprimento.
As folhas partem, do alto do rizoma, em forma de ramalhete.
Flores amarelas, nas axilas das brácteas.
Fruto capsular.
Habitat: Cultivado nos arredores do Rio de Janeiro.
Valor terapêutico: O maririçó se presta para diversas aplicações na medicina doméstica.
Dá bons resultados contra as cólicas do fígado e é aproveitável na inapetência.
Goza fama como laxativo.
Toma-se, pela manhã, o infuso em dose normal, ou, como recomenda o
Dr. Melo Morais, ingerem-se, em jejum, 4 a 8 g de suco da raiz.
Como depurativo do sangue, o maririçó é considerado excelente.
Emprega-se nas diversas dermatoses, internamente como chá e externamente
em loções.
Usa-se também, em clisteres, para adultos e crianças, nas hemorróidas.
Partes usadas: Rizoma e raízes.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



terça-feira, 10 de maio de 2016

MARINHEIRO-DE-FOLHA-LARGA (Trichilia spicaflora) purgativa

MARINHEIRO-DE-FOLHA-LARGA (Trichilia spicaflora) purgativa

699 MARINHEIRO-DE-FOLHA-LARGA (Trichilia spicaflora)
Família: Meliáceas.
Sinonímia: jitó.
Característica: Árvore.
Valor terapêutico: A raiz, em decocção, é eupéptica, tônica, hidragoga, purgativa, antivenérea.
É também abortiva.
Por isso, seu emprego requer cuidado.



segunda-feira, 9 de maio de 2016

MARINHEIRO DE FOLHA LARGA (Guarea spica flora)

MARINHEIRO DE FOLHA LARGA (Guarea spica flora)

698 MARINHEIRO DE FOLHA LARGA (Guarea spica flora)
Família: Meliáceas.
Sinonímia: Tuaiuçu, utuapoca, jitó. Há outra espécie, da mesma família, com o nome de jitó.
Característica: Bela árvore de sombra, que muito se assemelha ao jitó (Guarea trichilioides).
Valor terapêutico: A casca é eupéptica e antelmíntica. É também recomendada contra a hidropisia e as febres terçãs.
Emprega-se o decocto, em banhos, contra os tumores artríticos. O extrato, em pequenas doses, é recomendado, em clisteres, para expulsar vermes intestinais. É preciso que as senhoras grávidas tomem cuidado, pois, em doses maciças, provoca aborto.
Quando se trata de uso interno, só se adotam pequenas doses e com cautela.



domingo, 8 de maio de 2016

MARIA-PRETA (Conoclinium prasyfolium) anti-hemorrágico

MARIA-PRETA (Conoclinium prasyfolium) anti-hemorrágico

697 MARIA-PRETA (Conoclinium prasyfolium)
Família: Compostas.
Características: Arbusto pequeno.
Folhas quase redondas, lixosas.
Valor terapêutico: A planta triturada fornece um suco que se aplica
como resolutivo nos casos de apostemas.
O mesmo suco é anti-hemorrágico.



sábado, 7 de maio de 2016

MARIA-MOLE (Pisonia inermis) contra a diarréia

MARIA-MOLE (Pisonia inermis) contra a diarréia

696 MARIA-MOLE (Pisonia inermis)
Família: Nictagináceas.
Sinonímia: Maria-preta, baraúna.
Característica: Árvore.
Valor terapêutico: Graças às suas qualidades adstringentes,
usa-se contra a diarréia.
Traz bons resultados, também, no combate à dis-pepsia.



sexta-feira, 6 de maio de 2016

MARGARIDINHA (Bellis perennis) laxativa e vulnerária

MARGARIDINHA (Bellis perennis) laxativa e vulnerária

695 MARGARIDINHA (Bellis perennis)
Família: Compostas.
Sinonímia: Mãe-de-família, consolda-menor, mal-me-quer-branca.
Outros idiomas: Amaranto (Argentina), Tausendschoen (Alemanha), Pâquerette (França).
Características: Planta herbácea, ornamental, de que existem variedades róseas, vermelhas, brancas, pintadas ou de uma só cor.
As folhas tenras são comestíveis.
Habitat: Cultivada nos jardins.
Valor terapêutico: Ê uma planta laxativa e vulnerária, e tem emprego contra as vertigens e o esgotamento nervoso.
Parte usada: Sumidades floridas.




quinta-feira, 5 de maio de 2016

MARGARIDA (Tibouchina aspera) contra a tosse.

MARGARIDA (Tibouchina aspera) contra a tosse.

694 MARGARIDA (Tibouchina aspera)
Família: Melastomáceas.
Características: Arbusto pequeno.
Flores purpúreas. Não confundir com a outra margarida (Aster amallus),
da família das Compostas.
Habitat: Amazônia.
Valor terapêutico: As folhas e as sumidades floridas encerram propriedades
béquicas e calmantes.
(Béquico: Que é contra a tosse. Remédio contra a tosse.)


quarta-feira, 4 de maio de 2016

MARAVILHA (Mirabilis jalapa, Mirabilis dichotoma) contra as sardas

MARAVILHA (Mirabilis jalapa, Mirabilis dichotoma) contra as sardas

693 MARAVILHA (Mirabilis jalapa, Mirabilis dichotoma)
Família: Nictagináceas.
Sinonímia: jalapa-falsa, bonina, boas-noites, belas-noites, beijos-de-frade.
Características: Planta herbácea, ornamental.
Haste suculenta.
Folhas lanceoladas, acuminadas.
Axilas repletas de flores peduncula-das, vermelhas, amarelas ou raiadas de branco-vermelho, ou de bran-co-amarelo, que se abrem somente à noite.
Fruto: cápsula foliácea, ovóide, deiscente, torcendo-se sobre si mesma e derramando suas sementes.
Habitat: Cultivada nos jardins.
Valor terapêutico: A raiz é drástica e diurética.
Usa-se contra as afecções herpéticas, hidropisia, leucorrêia (10 gramas de raiz para 1 litro de água; uma a duas xícaras por dia).
Nas dores de ouvido das crianças, provenientes da mudança de temperatura, vento, etc., dá bom resultado o suco das flores recém-espremidas.
Introduz-se o suco no ouvido, mantém-se durante uns quinze minutos a meia hora, e deixa-se escorrer. E, em seguida, outra vez se pinga um pouco desse suco no conduto auditivo e tapa-se com algodão. Não bastando duas aplicações para acalmar a dor, fazem-se três ou quatro.
As flores, aplicadas diretamente sobre a pele, são boas para curar herpes, sardas e manchas.
O suco das flores também se presta para o mesmo fim.
As sementes, em pó, misturadas com suco de limão,
tem aplicação contra as sardas.
Partes usadas: Flores, raiz e sementes.





terça-feira, 3 de maio de 2016

MARAPUAMA (Ptychopetalum uncinatum)

MARAPUAMA (Ptychopetalum uncinatum)

692 MARAPUAMA (Ptychopetalum uncinatum)
Família: Olacãceas.
Sinonímia: Murapuama, muirapuama, muiratã, marantã, pau-ho-mem.
Características: Arbusto ou árvore pequena.
Habitat: Vegeta no Norte e Nordeste do País.
Valor terapêutico: É um tônico neuro-muscular de primeira ordem.
A decocção da raiz é usada, em banhos e fricções, no tratamento da paralisia e do beribéri.
Internamente, o extrato produz bons resultados nos seguintes casos:
astenias (cardíaca e gastro-intestinal), ataxia locomotriz, debilidade, gripe, impotência, paralisias parciais, reumatismo crônico.
Partes usadas: Haste e raízes das plantas novas.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



segunda-feira, 2 de maio de 2016

MARACUJÁ-PEROBA (Passiflora picroderma) contra as hemorróidas.

MARACUJÁ-PEROBA (Passiflora picroderma) contra as hemorróidas.

691 MARACUJÁ-PEROBA (Passiflora picroderma)
Família: Passifloráceas.
Características: Planta trepadeira, semelhante à Passiflora edulis.
Habitat: Medra nos Estados do Norte.
Valor terapêutico: O decocto das folhas, em clisteres,
é útil contra as hemorróidas.



domingo, 1 de maio de 2016

MARACUJÁ MIRIM (Passiflora edulis) contra os tumores hemorroidários.

MARACUJÁ MIRIM (Passiflora edulis) contra os tumores hemorroidários.

690 MARACUJÁ MIRIM (Passiflora edulis)
Família: Passifloráceas.
Sinonímia: Maracujá-de-garapa, macujá-preto.
Características: Planta trepadeira.
Folhas trifoliadas, serreadas.
Flores brancas, esverdeadas.
Fruto globuloso, amarelo.
Valor terapêutico: As folhas, em decocção, são diuréticas e de-sobstruentes.
Machucadas e aplicadas topicamente, são eficazes
contra os tumores hemorroidários.