quarta-feira, 11 de maio de 2016

MARIRIÇÓ nas diversas dermatoses

MARIRIÇÓ nas diversas dermatoses

700 MARIRIÇÓ (Sisyrinchium galaxioides, Sisyrichium fluminensis, Poarchon fluminensis)
Família: Iridáceas.
Sinonímia: Baririçó, capim-rei.
Características: Rizoma cilíndrico, vertical, da espessura do polegar,
e de até 5 cm de comprimento, recoberto de raízes fibrosas, roliças e longas.
Conhecido pelo nome de cabeça-de-maririçó. Folhas en-siformes,
de mais ou menos 45 cm de comprimento.
As folhas partem, do alto do rizoma, em forma de ramalhete.
Flores amarelas, nas axilas das brácteas.
Fruto capsular.
Habitat: Cultivado nos arredores do Rio de Janeiro.
Valor terapêutico: O maririçó se presta para diversas aplicações na medicina doméstica.
Dá bons resultados contra as cólicas do fígado e é aproveitável na inapetência.
Goza fama como laxativo.
Toma-se, pela manhã, o infuso em dose normal, ou, como recomenda o
Dr. Melo Morais, ingerem-se, em jejum, 4 a 8 g de suco da raiz.
Como depurativo do sangue, o maririçó é considerado excelente.
Emprega-se nas diversas dermatoses, internamente como chá e externamente
em loções.
Usa-se também, em clisteres, para adultos e crianças, nas hemorróidas.
Partes usadas: Rizoma e raízes.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.




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