segunda-feira, 16 de maio de 2016

MARUPÁ-DO-CAMPO nas manifestações cutâneas

MARUPÁ-DO-CAMPO nas manifestações cutâneas

705 MARUPÁ-DO-CAMPO (Simaruba versicolor, Simaruba brasiliensis, Simaruba parahyba)
Família: Simarubáceas.
Sinonímia: Marupaí-do-campo, paraíba, pau-paraíba, (Nordeste) mata-barata (Minas) pitomba (Marajó).
Características: Árvore pequena, de 4 a 5 metros de altura.
Casca esbranquiçada.
Madeira branca, leve, porosa.
Folhas compostas, de 5 a 7 pares de folíolos laterais lanceolados, aveludados na face inferior, brilhantes na face superior.
Flores branco-esverdeadas.
Inflores-cência em pequenos cachos.
Frutos ovóides, comprimidos.
Habitat: Nos campos e campinas arenosos de terra firme.
Valor terapêutico: No Sul do País emprega-se nas mordeduras de cobras.
No Norte costuma usar-se a raiz como emético na epilepsia.
O decocto da casca é adstringente: usa-se mormente nas diarréias sanguinolentas^
O decocto, em clisteres, é bom para expelir vermes intestinais.
Casca e raiz.
Topicamente aplicado, dá bom resultado nas manifestações cutâneas, parasitárias.
A casca seca, reduzida a pó, e aplicada à cabeça, é boa para matar piolhos.
Os frutos em pó têm o mesmo efeito.
A casca e o fruto também são usados como febrífugo.
O fruto, reduzido a pó, passa por anti-sifilítico, vermífugo, inseticida.
Partes usadas: Casca, raiz, fruto.
Dose: Uso interno 5 a 10 gramas para um litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.
Clisteres sM 20 gramas para um litro de água.
Uso externo 50 gramas para um litro de água.
Em alta dose, a casca e a raiz são tóxicas.




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