segunda-feira, 15 de agosto de 2016

PINHÃO-DO-PARAGUAI (jatropha curcas) curar feridas

PINHÃO-DO-PARAGUAI (jatropha curcas) curar feridas

807 PINHÃO-DO-PARAGUAI (jatropha curcas)
Família: Euforbiáceas.
Sinonímia: Pinhão-de-purga, pinhão-da-índia, pinhão-bravo, pinhão-das-barbadas, mandubi-guaçu, pião, medicineira, figo-do-inferno, purgueira.
Características: Arbusto de 2 a 3 metros de altura.
Tronco liso, lustroso, verde-claro, com escamas.
Folhas longipecioladas, recortadas, em forma de palmas.
Inflorescência em cachos.
Fruto em cápsula trilocular, havendo, em cada lóculo, uma semente oval, branca por dentro, cinzenta por fora e riscada de preto, com uma crista na ponta. A semente é uma amêndoa assaz oleaginosa, dando até 40% de óleo. O óleo, porém, não é comestível.
Usa-se na fabricação de sabões.
Costuma-se plantar o pinhão-do-paraguai junto às cercas.
Valor terapêutico:
O látex incolor é hemostático: emprega-se para fechar e curar golpes e feridas.
A amêndoa, levemente torrada e moída, tomada com água ou com um chá medicinal, adoçado com mel, é fortemente purgativa.
Efeito mais forte ainda tem o óleo extraído da amêndoa; usa-se com o mesmo chá, como drástico e como remédio contra a hidropi-sia.
Não se deve, porém, tomar em grande quantidade, porque, em dose algo elevada, é venenoso.
As folhas também são purgativas.
Partes usadas: Seiva leitosa, amêndoa, óleo, folhas.
Dose: 8 a 10 gotas de azeite da amêndoa.





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