quarta-feira, 30 de novembro de 2016

URTIGA-BRANCA (Lamium album) contra os catarros

URTIGA-BRANCA (Lamium album) contra os catarros

988 URTIGA-BRANCA (Lamium album)
Família: Labiadas.
Sinonímia: Lamio-branco, urtiga-morta.
Características: Planta vivaz, 20 a 40 cm, ligeiramente aveludada.
Haste erecta, verde, de cheiro pouco agradável, simples, quadrangular.
Folhas opostas, pecioladas, cordiformes, acuminadas, profundamente serreadas, de nervuras salientes na face inferior.
Flores brancas, grandes, sésseis, verticiladas.
Valor terapêutico:
É excelente remédio contra os catarros das vias respiratórias, escrofulose, hemorragias, hemoptises, leucorréia, menstruação irregular, ovarite.
Diz o Dr. J. Monteiro da Silva que a urtiga-branca tem propriedades hemostãticas, sendo usada contra as hemoptises, as epistaxes e as metrorragias.
Esse vegetal regulariza as funções do intestino em caso de constipação e diarréia.
Exteriormente aplica-se a infusão das flores, em loções e compressas, sobre contusões, queimaduras, etc.
Parte usada: Flores.
Dose: 10 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



A única esperança de coisas melhores está na educação do povo nos
verdadeiros princípios.
Ensinem os médicos ao povo que o poder restaurador não se encontra em drogas,
porém na Natureza. (E. G. White)



terça-feira, 29 de novembro de 2016

UOAPURAMA (Myrtus racemosa) desobstruente do fígado.

UOAPURAMA (Myrtus racemosa) desobstruente do fígado.

987 UOAPURAMA (Myrtus racemosa)
Família: Mirtáceas.
Característica: Arbusto.
Habitat: Nas proximidades do mar.
Valor terapêutico:
A raiz, em decocção, é diurética e desobstruente do fígado.
O decocto das cascas e das sementes é proveitoso no tratamento das febres.
Partes usadas: Raiz, cascas e sementes.
Dose: 10 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

UNHA-DE-ANTA para combater a elefantíase.

UNHA-DE-ANTA para combater a elefantíase.

985 UNHA-DE-ANTA (Bauhinia aculeata, Bauhinia fortificata)
Família: Leguminosas-cesalpiniáceas.
Sinonímia: Bauínia, pata-de-vaca, unha-de-boi, unha-de-vaca, pé-de-boi, mororó.
Características: Árvore alta, dotada de acúleos.
Folhas profundamente uncinadas, bilobadas.
Flores brancas.
Habitat: Rio de Janeiro.
Valor terapêutico:
A casca, em decocção, é empregada na diabete.
O decocto das folhas é usado, interna e externamente,
para combater a elefantíase.

UNHA-DE-GATO (Bignonia unguis-cati)

986 UNHA-DE-GATO (Bignonia unguis-cati)
Família: Bignoniáceas.
Sinonímia: Cipó-de-gato, cipó-de-morcego, hera-de-são-domingos.
Características: Cipó grande.
Gavinhas terminadas por três ganchos recurvos, que lembram a unha do gato.
Flores amarelo-claras, alaranjadas, grandes, numerosas.
Habitat: Muito comum no Mato Grosso.
Valor terapêutico:
Tem propriedades diuréticas, anti-reumáticas e anti-sifilíticas.
Partes usadas: Folhas e casca.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 2 a 3 xícaras por dia.



domingo, 27 de novembro de 2016

UMIRI (Humiria floribunda) tenífugo e vulnerário.

UMIRI (Humiria floribunda) tenífugo e vulnerário.

982 UMIRI (Humiria floribunda)
Família: Humiriáceas.
Características: Árvore ou arbusto.
Madeira castanho-vermelha escura.
Da casca exsuda, por incisão, um bálsamo resinoso, de aroma agradável.
Fruto pequeno, preto, resinoso, adocicado, comestível.
Habitat: Nas campinas pedregosas, nas campinas arenosas, nas praias.
Valor terapêutico:
O decocto da casca é diurético, tenífugo e vulnerário.

UMIRI-BÁLSAMO (Humiria balsamifera)

983 UMIRI-BÁLSAMO (Humiria balsamifera)
Família: Humiriáceas.
Sinonímia: Umiri.
Outro idioma: Bois roug tisane (Guiana Francesa).
Características: Árvore.
Madeira castanho-vermelha.
Por incisão, extrai-se da casca um líquido balsâmico vermelho, de aroma agradável.
Habitat: Nos terrenos altos e arenosos, na Amazônia.
Valor terapêutico:
A resina, que pode substituir o bálsamo-do-pe-ru, é expectorante, tenífuga e antiblenorrágica.

UMIRI-BASTARDO (Trexandria elliptica)

984 UMIRI-BASTARDO (Trexandria elliptica)
Família: Meliáceas.
Característica: Árvore.
Habitat: Estados do Norte.
Valor terapêutico:
O óleo que se obtém desta árvore tem virtudes adstringentes.
O decocto da casca, em gargarejos, é útil nas úlceras da garganta.



sábado, 26 de novembro de 2016

UMBURANA (Bursera leptophleos) nas afecções da bexiga.

UMBURANA (Bursera leptophleos) nas afecções da bexiga.

981 UMBURANA (Bursera leptophleos)
Família: Burseráceas.
Sinonímia: Emburana.
Características: Árvore.
Madeira utilizada na marcenaria e carpintaria.
Fornece uma resina sucedânea do bálsamo de copai ba.
Habitat: Em terrenos secos, nos sertões do Brasil, em muitos Estados.
Valor terapêutico:
Tem aplicação como peitoral e tônico. É útil também nas afecções da bexiga.
Parte usada: Casca, em decocção.



sexta-feira, 25 de novembro de 2016

UMBAÚBA (Cecropia peltata; Cecropia palmata)

UMBAÚBA (Cecropia peltata; Cecropia palmata)

980 UMBAÚBA (Cecropia peltata; Cecropia palmata)
Família: Moráceas.
Sinonímia: Imbaíba, ambaíba, árvore-de-preguiça, barbeira, to-rém, embaúba.
Outros idiomas: Bois Canon (Guiana Francesa), Trumpet-wood (Inglaterra),
Cetico (Peru)
Características: Árvore de tronco reto, oco, esgalhado à semelhança do mamoeiro.
Folhas longipecioladas, duras, ásperas, esbranquiçadas por baixo.
Pecíolos lisos, cilíndricos.
Fruto oval, pequeno (meio centímetro), de cor roxo-escura, algo semelhante à uva.
Valor terapêutico:
Atua beneficamente nos seguintes casos: Afecções das vias respiratórias, asma,
bronquite, tosse, coqueluche, anú-ria, enfraquecimento da energia de
contração do músculo cardíaco.
Para estes fins usa-se o suco da raiz, diluído na proporção de uma
colher das de sopa em uma xícara com água.
Toma-se um gole de hora em hora.
Pode-se também preparar um chá,
empregando 20 gramas de raiz para 1 litro de água.
Tomam-se duas a três xícaras por dia.
O extrato fluido das folhas frescas, usado na mesma proporção que o suco da raiz, também atua como poderoso diurético.
Diz o Dr. L. Beille:
"As folhas tenras são preconizadas contra a hidropisia e as cólicas hepáticas, sendo também um sucedâneo da digital/'
O suco dos renovos é um bom remédio contra as blenorragias e leucorréias.
Partes usadas: Raiz, folhas e brotos.




quinta-feira, 24 de novembro de 2016

ULMÁRIA (Spiraea ulmaria) afecções dos rins e da bexiga

ULMÁRIA (Spiraea ulmaria) afecções dos rins e da bexiga

979 ULMÁRIA (Spiraea ulmaria)
Família: Rosâceas.
Sinonímia: Ulmeira, olmeira, erva-olmeira, rainha-dos-prados, bar-ba-de-bode.
(Há diversas plantas chamadas barba-de-bode).
Características: Planta herbácea, de 60 cm a 1 metro, ou talvez mais, de altura.
Folhas alternas, compostas imparipenadas.
Folíolos desiguais, irregularmente serreados, brancos na face inferior; o terminal é recortado em lobos.
Flores brancas, pequenas, dispostas em ci-meiras. O fruto é notável pela torsão, em espiral, dos seus carpelos.
Valor terapêutico:
É indicada nas afecções dos rins e da bexiga, nas febres, nas hemorróidas.
O decocto da raiz é diurético.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.




quarta-feira, 23 de novembro de 2016

UCUÚBA-CHEIROSA (Virola surinamensis) hemorróidas

UCUÚBA-CHEIROSA (Virola surinamensis) hemorróidas

978 UCUÚBA-CHEIROSA (Virola surinamensis)
Família: Miristicáceas.
Sinonímia: Ucuúba-branca.
Outro idioma: Moussignot (Guiana Francesa).
Características: Árvore média, regularmente ramificada, em verti-cilo.
Madeira branca.
Folhas estreitas.
Fruto: cápsula esférica, con-tenqlo uma semente escura, muito oleaginosa.
Da casca exsuda um líquido avermelhado.
Habitat: Nos igapós: muito abundante nas várzeas do Amazonas.^
Valor terapêutico:
As folhas, em infusão, são indicadas contra as cólicas abdominais e as dispepsias.
O decocto da casca é empregado como detergente e vulnerário: é bom para limpar e cicatrizar feridas.
A resina da casca é preconizada contra a erisipela.
A seiva, misturada com o decocto de camapu, aplica-se, com chumaços de algodão,
sobre as hemorróidas.
É um medicamento valioso.



terça-feira, 22 de novembro de 2016

UAPÉ (Nymphaea amazonum) contra as úlceras.

UAPÉ (Nymphaea amazonum) contra as úlceras.

975 UAPÉ (Nymphaea amazonum)
Família: Ninfeáceas.
Sinonímia: Aguapé, apé, (Marajó), aguapé-da-meia-noite, mururé, mureru.
Características: Planta aquática.
Flores branco-esverdeadas.
Desa-brocham somente de noite e são muito aromáticas.
Habitat: Nas águas paradas, na Amazônia.
Valor terapêutico:
As folhas são emolientes: empregam-se contra as úlceras.

UBÁ (Canna brava)

976 UBÁ (Canna brava)
Família: Anonáceas.
Características: Planta herbácea, utilizada na fabricação de balaios e cestos.
Folhas abarcantes.
Flores brancas, amarelas ou vermelhas, em espigas.
Fruto: cápsula contendo sementes (pequenos glóbulos).
Valor terapêutico:
Tem propriedades sudoríficas.
Parte usada: Raiz bulbosa, em decocção, para banhos.

UCHI-RANA (Andira retusa)

977 UCHI-RANA (Andira retusa)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Andirá-uchi, morcegueira, angelim (litoral e Marajó),
lombrigueira (Óbidos), andiroba-jareua, angelim-de-coco (Maranhão),
aracuí (Sul).
Característica: Árvore média ou grande.
Habitat: Na mata de várzea alta, ou terra firme baixa, nas margens de
rios e lagos.
Valor terapêutico:
As amêndoas são vermífugas, mas sua aplicação requer cuidado, pois,
em alta dose, são tóxicas, provocando vômitos e dejeções abundantes.



segunda-feira, 21 de novembro de 2016

UACIMA-DA-PRAIA aperientes e emolites.

UACIMA-DA-PRAIA aperientes e emolites.

974 UACIMA-DA-PRAIA (Hibiscus tiliaceus, Hibiscus tiliaefolia, Paritium tiliaceum)
Família: Malváceas.
Sinonímia: Bola, milola, pau-cortiça-da-índia, guaxima-do-man-gue, uaissima, algodoeiro-da-praia.
Outro idioma: Maou, Crand mahot (Guiana Francesa).
Características: Árvore grande.
Copa muito densa.
Folhas ar-redondado-cordiformes, acuminadas, crenuladas, pubescentes e esbranquiçadas na face inferior.
Flores grandes, cor de enxofre, com mácula carmínea na base das pétalas.
Valor terapêutico:
As folhas e os renovos são aperientes e emolites.



domingo, 20 de novembro de 2016

TUPERIBÁ (Mangiera pinnata) dor de ouvido.

TUPERIBÁ (Mangiera pinnata) dor de ouvido.

971 TUPERIBÁ (Mangiera pinnata)
Família: Terebintáceas.
Características: Árvore baixa.
Folhas em palmas.
Flores em cachos.
Fruto alongado, contendo uma noz venenosa.
Valor teraspêutico: A casca pulverizada é bom remédio contra as disenterias.
O decocto da serragem do tronco é útil contra a blenorragia.
O suco das folhas, aplicado com um cotonete, é bom para acalmar a dor de ouvido.

TURIÁ (Drepanocarpus lunatus)

972 TURIÁ (Drepanocarpus lunatus)
Família: Leguminosas.
Característica: Arbusto.
Habitat: Pará, Maranhão e outros Estados.
Valor terapêutico:
A casca da raiz e as folhas, secas, em decocção, com mel, são proveitosas no preparo de um xarope contra a tosse.

TURIÚVA (Licania turiuva)

973 TURIÚVA (Licania turiuva)
Família: Rosáceas.
Sinonímia: Caraipé-rana.
Características: Árvore pequena ou média.
Madeira castanho-avermelhada clara.
Habitat: Amazônia.
Valor terapêutico:
A raiz, a casca e as folhas são adstringentes, sendo usadas contra as diarréias
crônicas e a leucorréia.



sábado, 19 de novembro de 2016

TUNA (Opuntia tuna) é béquico e emoliente.

TUNA (Opuntia tuna) é béquico e emoliente.

970 TUNA (Opuntia tuna)
Família: Cactáceas.
Sinonímia: Figueira-da-barbaria.
Características: Cactácea acentuadamente ramosa.
Artículos oval-alongados, com muitas aréolas assaz espinhosas.
Flores avermelhadas.
Valor terapêutico:
O fruto, cozido com mel, é béquico e emoliente.
O suco tem aplicação nas queimaduras.




sexta-feira, 18 de novembro de 2016

TUCUMÃ (Bactris maraja) contra a disenteria de sangue.

TUCUMÃ (Bactris maraja) contra a disenteria de sangue.

969 TUCUMÃ (Bactris maraja, bactris setosa, Acrocomia officinalis, Astrocaryum tucuma)
Família: Palmáceas.
Sinonímia: Tucum, ticum, tucunzeiro.
Características: Palmeiras de tronco fino.
Cacho espinhoso.
Fruto oval, vermelho-amarelo, contendo uma polpa alimentícia, agradável.
Habitat: Estados do Norte.
Valor terapêutico:
Entre os índios, os caroços tostados, triturados e misturados com água,
passam por bom remédio contra a disenteria de sangue.



quinta-feira, 17 de novembro de 2016

TROMBETEIRA-BRANCA contra o reumatismo

TROMBETEIRA-BRANCA contra o reumatismo

968 TROMBETEIRA-BRANCA (Datura arbórea, Datura alba, Datura suaveolens, Brugmansia candida)
Família: Solanáceas.
Sinonímia: Trombetão-branco, trombeta-branca, cálice-de-vênus.
Características: Planta herbácea.
Folheis grandes.
Flores brancas e roxas, formosas, grandes, em forma de cálice ou corneta.
Fruto: cápsula coberta de espinhos.
Assemelha-se a um maxixe graúdo. É venenoso.
Habitat: Nos lugares cultivados.
Valor terapêutico:
As flores recentes em cataplasmas ou ungüentos, são úteis nos casos de reumatismo.



quarta-feira, 16 de novembro de 2016

TREVO D ÁGUA (Oxalis repens) contra as febres perniciosas.

TREVO D ÁGUA (Oxalis repens) contra as febres perniciosas.

966 TREVO D'ÁGUA (Oxalis repens)
Família: Oxalidáceas.
Sinonímia: Trevo-azedo.
Características: Planta herbácea.
Caule deitado.
Folhas ternadas.
Flores amarelas, solitárias.
Valor terapêutico:
Usa-se o decocto, em clisteres, contra as febres perniciosas.


TREVO-DE-CHEIRO (Pleurantha odorata)

967 TREVO-DE-CHEIRO (Pleurantha odorata)
Família: Compostas.
Características: Planta herbácea, aromática.
Folhas em palmas.
Flores roxas.
Valor terapêutico:
Utiliza-se como remédio contra as picadas de insetos venenosos.



terça-feira, 15 de novembro de 2016

TREVO-CHEIROSO para curar os olhos inflamados

TREVO-CHEIROSO para curar os olhos inflamados

965 TREVO-CHEIROSO (Melilotus officinaiis, Trifolium melilotus)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Trevo-de-cheiro, trevo-de-carvalho, coroa-de-rei, meli-loto, anajá-cheiroso.
Características: É uma formosa planta bisanual. Dá até 70 cm de altura.
Folhas pecioladas, compostas.
Três folíolos oval-alongados, serreados.
Folíolo terminal pediculado.
Flores amarelas, pequeninas, em racemos, axilares.
Valor terapêutico:
Costuma-se usar esta planta nos casos de: afecções gástricas, afecções nervosas, amenorréia, anúria, reumatismo.
Externamente usa-se o chá desta planta para curar os olhos inflamados, mesmo em casos de conjuntivite.
O suco das flores, fresco, do qual se pingam algumas gotas nos olhos, duas ou três vezes por dia, combate as cataratas.
Como desinfetante, usa-se o chá para lavar feridas, úlceras, etc.
Misturado com mel, o chá dissolve as mucosidades em casos de ronqueira, catarros, resfriados, enfermidades da garganta e do peito.
Em forma de cataplasmas, aplica-se topicamente em casos de amigdalite, bócio, dores de ouvido, inchações em geral.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.




segunda-feira, 14 de novembro de 2016

TRÊS-FOLHAS-BRANCAS (Ticoria febrífuga) previne a malária

TRÊS-FOLHAS-BRANCAS (Ticoria febrífuga) previne a malária

961 TRÊS-FOLHAS-BRANCAS (Ticoria febrífuga)
Família: Rutáceas.
Características: Árvore.
Folhas alternas, pecioladas, compostas de três folíolos lanceolados.
Habitat: Minas e outros Estados.
Valor terapêutico:
A casca é adstringente e antipalúdica (previne a malária).

TRÊS-FOLHAS-DO-MATO (Galipea jasminiflora, Ticorea jasmi-niflora)

962 TRÊS-FOLHAS-DO-MATO (Galipea jasminiflora, Ticorea jasmi-niflora)
Família: Rutáceas.
Sinonímia: Três-marias.
Características: Árvore grande.
Folhas alternas, compostas.
Três folíolos desiguais.
Habitat: Vegeta nos Estados do Sul, Minas, Rio, etc.
Valor terapêutico:
A casca encerra propriedades tônicas, antidi-sentéricas e febrífugas.
É, também, útil no tratamento da framboesia.

TRÊS-FOLHAS-VERMELHAS (Evodia febrifuga)

963 TRÊS-FOLHAS-VERMELHAS (Evodia febrifuga)
Família: Rutáceas.
Sinonímia: Laranjeira-do-mato, mendanha, quina-do-mato, angos-
tura.
Características: É uma árvore grande: Cresce nos Estados de São Paulo, Minas e Espírito Santo.
Ramos angulosos, pubescentes no ápice.
Folhas opostas ou quase opostas, pecioladas, glabras, compostas de três folíolos.
Valor terapêutico:
Usa-se, a casca, em decocção, para combater as febres, inclusive as intermitentes.
O suco da casca, diluído em água, serve para o mesmo fim.
Parte usada: Casca.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.
Família: Sapindâceas.
Características: Arbusto em moitas.
Folhas ém palmas ternadas, obovais, recortadas.
Flores esbranquiçadas, tintas de amarelo, miúdas, em espigas.
Fruto: pequena baga vermelha ou amarela.
Habitat: Estados do Nordeste.
Valor terapêutico:
Usa-se o decocto nas dores nevrálgicas.



domingo, 13 de novembro de 2016

TREPADEIRA-DO-CAMPO (Convolvulus arvensis) cura a asma

TREPADEIRA-DO-CAMPO (Convolvulus arvensis) cura a asma

960 TREPADEIRA-DO-CAMPO (Convolvulus arvensis)
Família: Convolvuláceas.
Outro idioma: Corregüela (Argentina).
Características: Planta trepadeira ou volúvel.
Folhas sagitadas, com aurículas agudas.
Flores brancas ou róseas, solitárias, axilares.
Valor terapêutico:
"A raiz", ensina o Dr. Leo Manfred, "em forma de chá, tomada com mel, cura, com o tempo, a asma."




sábado, 12 de novembro de 2016

TREMATE calmantes e emolientes

TREMATE calmantes e emolientes

959 TREMATE (Baccharis brasiliana, Verônica scabra)
Família: Compostas.
Características: Planta herbácea.
Folhas obovais.
Flores em cachos.
Valor terapêutico:
Nos casos de oftalmia, aplicam-se as flores amassadas, que possuem
propriedades calmantes e emolientes.



sexta-feira, 11 de novembro de 2016

TRAPOERABA para o baço e a bexiga

TRAPOERABA para o baço e a bexiga

957 TRAPOERABA (Tradescantia diurética, Tradescantia commelina, Commelina communis)
Família: Comelináceas.
Sinonímia: Trapoeraba-verdadeira (no Sul), tracoeraba, trapoerava, trepoe i raba, oI ho-de-sa n ta- luzia.
Outro idioma: Azier craupaud (Guiana Francesa).
Características: Planta herbácea.
Hastes ramosas, cilíndricas, rasteiras ou erectas.
Folhas alternas, ovais, acuminadas, finamente dentadas.
Das extremidades das folhas partem ramificações que emitem longos pedúnculos carregando cada um 5 a 6 flores azuis.
Valor terapêutico:
Emprega-se, em banhos, contra as afecções herpéticas e dores reumáticas.
Em cataplasmas, é bom contra as hemorróidas.
O suco das folhas frescas, aplicado topicamente, acalma a comichão (prurido dos dartros).
Internamente, a decocção dás folhas dá bom resultado contra as anginas, a hidropisia, a retenção espasmódica da urina, e o reumatismo.
A trapoeraba é muito benéfica para o baço e a bexiga; e seu poder de curar a ascite e a hidropisia merece ser salientado.
Parte usada: Folhas.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.

TRAPOERABANA (Commelina deficiens)

958 TRAPOERABANA (Commelina deficiens)
Família: Comelináceas.
Sinonímia: Marianinha (Bahia), grama-da-terra (Maranhão).
Características: Planta herbácea.
Colmos cilíndricos e nodosos.
Folhas de bainha amplexicaule, inteiras, lanceoladas.
Flores hermafro-ditas.
Habitat: Habita de preferência nos lugares úmidos e sombrios.
Valor terapêutico:
Tem as mesmas aplicações que as trapoerabas.



quinta-feira, 10 de novembro de 2016

TORA (Cassia tora) As sementes torradas substituem o café.

TORA (Cassia tora) As sementes torradas substituem o café.

955 TORA (Cassia tora)
Família: Leguminosas-cesalpiniáceas.
Sinonímia: Mata-pasto.
Característica: Arbusto herbáceo, de um metro.
Habitat: Medra no Mato Grosso, no Maranhão, na Amazônia, etc., sendo comum nas capoeiras, beiras de estradas, e terrenos abandonados.
Valor terapêutico:
Tem virtudes aperientes, eupêpticas e febrífugas.
As sementes torradas substituem o café.

TOUCA-DE-VIÚVA (Petrea volubilis)

956 TOUCA-DE-VIÚVA (Petrea volubilis)
Família: Verbenáceas.
Sinonímia: Flores-de-viúva, viuvinha.
Características: Arbusto trepador.
Flores purpúreas, em cachos pendentes.
Fruto capsular contendo duas sementes.
Valor terapêutico:
Usa-se como diaforético.



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

TIRIRICA (Cyperus brasiliensis, Cyperus rotundus)

TIRIRICA (Cyperus brasiliensis, Cyperus rotundus)

954 TIRIRICA (Cyperus brasiliensis, Cyperus rotundus)
Família: Ciperáceas.
Características: Planta herbácea, de colmo indiviso e destituído de nodosidades, e cujos rizomas compridos terminam em nodosidades tu-berosas, que servem à multiplicação e propagação da planta, que constitui uma praga em terrenos cultivados. A remoção contínua dos brotos, mediante a capina, enfraquece a planta paulatinamente, de modo que ela acaba morrendo por esgotamento.
Valor terapêutico:
A raiz, em decocção, é proveitosa contra a blenorragia.




terça-feira, 8 de novembro de 2016

TINHORÂO cura a inflamação dos olhos.

TINHORÂO cura a inflamação dos olhos.

953 TINHORÂO (Arum maculatum, Caladium bicolor)
Família: Aráceas.
Sinonímia: Tagurá. O nome de "tinhorão" é aplicado, no Sul, a todos os tajás e arás.
Características: Planta herbácea, de folhas longamente peciola-das, sagitado-codiformes, face superior manchada (manchas pretas ou avermelhadas), face inferior de cor esbranquiçada. A flor é constituída por um estojo foliáceo. O bulbo é amarelado.
Valor terapêutico:
É uma planta venenosa.
Usa-se exteriormente o chá (50 gramas para 1 litro de água quente) para limpar, e o bolbo, picado e amassado, em forma de pasta, para curar úlceras velhas.
As folhas e a raiz secas, reduzidas a pó, prestam-se para os mesmos fins.
O sumo das raízes e folhas, misturado com azeite, também dá bons resultados na cura de feridas e úlceras.
Esta planta é usada pelos camponeses para curar as bicheiras do gado.
O decocto das folhas, usado em gargarejos, cura as anginas.
Deve-se, porém, ter o cuidado de não engolir o líquido.
O mesmo cozimento cura a inflamação dos olhos.
Aplica-se topicamente com algodão hidrófilo.
Partes usadas: Raiz e folhas, externamente.





segunda-feira, 7 de novembro de 2016

TINGUÍ (Lapinus cascavella) para combater as boubas e a sarna.

TINGUÍ (Lapinus cascavella) para combater as boubas e a sarna.

952 TINGUÍ (Lapinus cascavella)
Família: Leguminosas.
Sinonímia: Tinguim, xique-xique (Pernambuco).
Características: Arbusto pequeno, revestido de pelos.
Caule roliço, algo esgalhado.
Folhas compostas de três folíolos.
Flores amarelas, em cachos.
Fruto: vagem roliça, pequena, contendo sementes semelhantes ao feijão.
Valor terapêutico:
Usa-se o decocto, em banhos, para combater as boubas e a sarna.



domingo, 6 de novembro de 2016

TINGUACIBA para combater as cólicas intestinais.

TINGUACIBA para combater as cólicas intestinais.

951 TINGUACIBA (Xanthoxylum tinguaciba, Xanthoxylum monogy-num)
Família: Rutáceas.
Sinonímia: Tinguaci-uba, iaranjeira-brava.
Características: Arbusto eriçado de espinhos.
Casca alaranjada.
Folhas espinhosas, alternas, compostas.
Inflorescência em cachos.
Flores pequenas. O fruto é uma noz pequena.
Medra no Estado do Rio.
Valor terapêutico:
É um vegetal vulgarmente usado como remédio para a dispepsia, cólicas intestinais, diarréia, falta de apetite.
O Dr. Luiz Brandão empregava a tinguaciba, em dose maciça,
para combater as cólicas intestinais.
É empregado, com resultado eficaz, nas febres intermitentes.
Interna e externamente é indicado para combater o reumatismo.
Nas nevralgias, fricciona-se a parte dolorida com o suco da tinguaciba.
Para aliviar a dor de dente, toma-se um pedacinho de algodão, faz-se uma bola em volta da ponta de um palito, embebe-se na seiva desta planta, e introduz-se na cárie do dente.
Parte usada: Casca.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.



sábado, 5 de novembro de 2016

TIMO (Thymus vulgaris) para cólicas, flatulências

TIMO (Thymus vulgaris) para cólicas, flatulências

949 TIMO (Thymus vulgaris)
Família: Labiadas.
Sinonímia: Tomilho (A Satureja officinalis também é chamada tomilho).
Características: Planta de 10 a 20 cm.
Muito aromática.
Haste mais ou menos espessa, lenhosa na base, herbácea no cimo, assaz ramificada.
Ramos erectos brancos, aveludados.
Folhas opostas, sés-seis, oval-lanceoladas, de bordos voltados para baixo, verde-acinzenta-das, pontilhadas na face superior, algo pubescentes na face inferior.
Flores róseas ou brancas, reunidas em grupos de-3 nas axilas das folhas ou agrupadas como espigas nas pontas dos ramos.
Valor terapêutico:
Aplica-se na atonia do tubo digestivo, cólicas, flatulências, catarros crônicos, diarréia, leucorréia, amenorréia.
É bom remédio contra a coqueluche e Outras tosses.
O cozimento do timo, em banhos, é aconselhado nos casos de gota e reumatismo crônico.
Também se emprega, em loções, nas feridas difíceis de curar, bem como nas anginas.
Q timo é, enfim, um substituto do serpão, em suas várias aplicações terapêuticas.
Parte usada: Toda a planta florida.
Dose: Uso interno, 10 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia; uso externo, 40 gramas para um litro de água.



TIMUTU (Polygala timoutou)

950 TIMUTU (Polygala timoutou)
Família: Poligaláceas.
Característica: Planta herbácea ou arbustiva.
Habitat: É comum nos Estados do Norte.
Valor terapêutico:
A raiz, em decocção, é emética e diurética.



sexta-feira, 4 de novembro de 2016

TIMBÓ (Paullinia pinnata) poderoso analgésico.

TIMBÓ (Paullinia pinnata) poderoso analgésico.

947 TIMBÓ (Paullinia pinnata, Paullinia africana, Paullinia imber-bis, Paullinia senegalensis, Paullinia uvata, Paullinia timbo, Serjania curassavica)
Família: Sapindáceas.
Sinonímia: Guaratimbó, timbosipo, cururu-apé, mafone, mafome, mata-fome (Maranhão), cipó-timbó, timbô-cipó, cipó-cumaru-apé, ci-pó-cruapé-vermelho, timbó-de-peixe.
Outro idioma: Liane carrée (Guiana Francesa).
Características: Cipó de haste flexível e pegajosa, quadrangular, com galhos finos e levemente empubescidos.
Folhas grandes, pinadas, com folíolos ovais.
Pecíolo alado.
Florezinhas brancas, em espigas axilares. O fruto é uma cápsula piriforme, algo angulosa.
Valor terapêutico:
É uma planta venenosa. Não recomendamos seu uso interno.
Paul Le Cointe, entretanto, dá a seguinte indicação:
6 "Sedativo e narcótico, calmante do sistema nervoso (extrato e tintura), usado contra as afecções do fígado e do baço, e contra as gas-tralgias.
Folhas emolientes... A casca, principalmente da cepa, e as sementes, são acres, narcóticas e venenosas."
Meira Pena informa:
"A raiz de timbó goza de grande reputação como resolutivo, nas inflamações
do fígado, aplicado externamente.
"O fruto, as cascas e as folhas são narcótico-acres.
"Os indígenas do Pará empregam-no contra a hipocondria, a alienação mental, etc...
"Vários médicos aconselharam a Pauilinia, em cataplasmas,
nos enfartes dolorosos do fígado.
"O Dr. Ferraria acha a Pauilinia pinnata medicamento de grande valor
e que deve ser aproveitado para vários casos.
"Os homeopatas, depois de trabalhos de Mure, indicam a Pauilinia
nos seguintes casos:
cefalalgias, constipação do ventre, opressão do peito, tosse, histeria, ovarite,
cólicas uterinas, nevralgias, enxaqueca."
Externamente, aplicam-se os vários timbós, em forma de compressas, loções ou fricções,
para acalmar dores, mesmo de origem reumática.
Toma-se um punhado (uns 50 gramas) de raízes ou folhas,
picam-se ou machucam-se, e deitam-se num litro de água.
Deixa-se ferver até que se evapore a metade da água. E pronto está o poderoso analgésico.

TIMBÓ DE RAIZ (Piscidia erythrina)

948 TIMBÓ DE RAIZ (Piscidia erythrina)
Família: Leguminosas-papilionáceas.
Sinonímia: Goraná-timbó, timbó-boticário. A Piscidia erythrina é freqüentemente confundida com a Pauilinia sorbilis, outra espécie de guaraná.
Características: Árvore de até 8 ou 9 metros de altura.
Tronco erecto.
Ramos dispostos sem ordem.
Folhas alternas, compostas de folíolos oval-lanceolados, inteiros.
Flores de cor vermelho-escarlate, em cachos. Cálice gamossépalo, campanulado, com cinco dentes desiguais. O fruto é uma vagem oblonga, pedunculada, algo comprimida, com saliências nas partes onde estão alojadas as sementes, apresentando quatro asas membranosas.
Valor terapêutico:
Extrai-se o suco da casca do tronco ou da raiz e aplica-se topicamente, em compressas, como analgésico, para acalmar dores.




quinta-feira, 3 de novembro de 2016

TIBORNA (Plumeria drastica) tem efeitos purgativos.

TIBORNA (Plumeria drastica) tem efeitos purgativos.

945 TIBORNA (Plumeria drastica)
Família: Apocináceas.
Sinonímia: Sucuúba-drástica.
Característica: Árvore.
Habitat: Minas, Bahia, Pernambuco e outros Estados.
Valor terapêutico:
O suco leitoso é medicamento contra a icterícia, o enfarte do fígado, a obstrução do baço, a malária, os vermes intestinais.
A casca tem efeitos purgativos.

TICORÓ (Calipea multiflora)

946 TICORÓ (Calipea multiflora)
Família: Rutáceas.
Sinonímia: Jasmim-do-mato, quina-de-três-folhas, quina-falsa, qui-na-quina, três-folhas-do-mato, guamixinga.
Característica: Arbusto.
Valor terapêutico:
A casca contém propriedades adstringentes e eupépticas.
Tem utilidade, também, como sucedâneo da quina verdadeira.



quarta-feira, 2 de novembro de 2016

TENTO-PEQUENO (Abrus precatorius) são altamente tóxicas

TENTO-PEQUENO (Abrus precatorius) são altamente tóxicas

944 TENTO-PEQUENO (Abrus precatorius)
Família: Leguminosas-papilionáceas.
Sinonímia: Crisnala, ruti, jefingo, jerequiti, jeriquiti, periquiti, jequiriti,
juqueriti, olho-de-pombo, olho-de-cabra, tento-dos-mudos, ten-to-da-américa,
carolina-miúda, fruta-de-conta.
Características: Planta trepadeira. Dá sementes conhecidas pelos nomes
mencionados, de cores vermelha e negra, comumente empregadas no jogo,
e também para rosários ou colares.
Flores de cor ró-seo-pálida.
Valor terapêutico:
As sementes são altamente tóxicas, produzindo envenenamentos.
Não se usam, portanto, para fins internos. São muito perigosas,
especialmente para as crianças.
Com o líquido das sementes maceradas, aplicado topicamente em pinceladas,
em solução de 1% (isto é, uma parte de líquido para 100 partes de água),
tem-se conseguido curar rapidamente o tracoma (con-juntivite granulosa crônica).
Não se deve, porém, abusar desse remédio, porque o abuso,
seja pela freqüência das aplicações, seja pelo exagero da solução,
provoca intensa inflamação das pálpebras e da conjüntiva, que em muitos casos se estende à face,
ao pescoço, e à parte superior do peito.
Fazemos estas indicações, porque já os sertanejos usam esse remédio
contra as oftalmias.
Melhor é todavia evitar o uso dessa planta.
Principalmente os inexperientes na fitoterapia não devem utilizá-la.
Parte usada: Sementes.




terça-feira, 1 de novembro de 2016

TEJUCO (Caput nigri) trata a Cholera-morbus

TEJUCO (Caput nigri) trata a Cholera-morbus

943 TEJUCO (Caput nigri)
Família: Cucurbitáceas.
Sinonímia: Cabeça-de-negro, cabeça-de-moleque.
Características: Planta trepadeira.
Folhas e flores tricortadas.
Bulbo rugoso, pardo-claro, na extremidade da raiz.
Valor terapêutico:
Amenorréia, blenorragia, diarréia, dispepsia, erisipela, escrofulose,
febres, leucorréia, reumatismo, sífilis.
"No tempo da aflitiva epidemia da Cholera-morbus"
diz Almeida Pinto
"raro foi o doente tratado com este remédio que
sucumbisse."
Parte usada: Bolbo da raiz, em decocção.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia, ou mais,
conforme o caso.